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Oficina de Produtos não Madeireiros é Realizada com Artesã Monica Carvalho na REGUA

  • 27 de jul.
  • 3 min de leitura

Em julho de 2026, o Projeto Replântica realizou a 1ª oficina de produtos não madeireiros com mulheres da bacia do rio Guapiaçu do ano. Nos dias 24 e 25 de julho, a Reserva Ecológica de Guapiaçu recebeu um grupo com 20 mulheres que reuniu participantes dos cursos para mulheres dos 3 últimos anos realizado pelo Replântica. O grupo foi convidado com o objetivo de contribuir ativamente na decoração para o evento de encerramento do Projeto que será realizado no dia 26 de outubro no Museu do Amanhã, no município do Rio de Janeiro.

Foto: Ana Beatriz Bernabé Farias


A exposição de arte integra uma curadoria assinada pela artesã e artista plástica Monica Carvalho, responsável por desenvolver toda a identidade visual e a decoração do evento a partir de produtos florestais não madeireiros. Além da curadoria, Monica lidera um grupo de mulheres que se consolidou como um dos mais engajados na missão e nos propósitos do Projeto Replântica.


Em julho de 2026, o Projeto Replântica realizou a primeira oficina de produtos florestais não madeireiros do ano voltada às mulheres da Bacia do Rio Guapiaçu. Nos dias 24 e 25 de julho, a Reserva Ecológica de Guapiaçu (REGUA) recebeu 20 participantes que já haviam integrado as edições do curso para mulheres promovidas pelo projeto nos últimos três anos. O grupo foi convidado para contribuir ativamente com a produção da decoração do evento de encerramento do Replântica, que será realizado em 26 de outubro, no Museu do Amanhã, na cidade do Rio de Janeiro.


A iniciativa teve início em 2024, quando o Replântica reuniu, pela primeira vez, uma turma exclusivamente feminina para o curso de Restauração Florestal da Mata Atlântica. Na ocasião, cerca de 20 mulheres de comunidades próximas à REGUA participaram da formação. Em 2025, o curso foi ampliado para atender todo o município de Cachoeiras de Macacu, envolvendo mais 22 participantes. Já em março de 2026, outras 24 mulheres estiveram na sede da Reserva Ecológica de Guapiaçu para aprofundar seus conhecimentos sobre restauração ecológica, conservação da Mata Atlântica e fortalecimento comunitário.

Fotos: Acervo REGUA ©


Ao longo desses três anos, o grupo tornou-se uma das maiores referências de engajamento dentro do Projeto Replântica. O interesse demonstrado pelas participantes ultrapassou os temas da restauração florestal e passou a incluir atividades relacionadas ao artesanato, ao empreendedorismo e ao fortalecimento das redes de apoio entre mulheres.

"Essa é uma rede, uma família. Somos só mulheres e isso nos deixa muito à vontade para sermos quem realmente somos e participarmos de tantas atividades maravilhosas que o Replântica nos proporciona", afirma Amanda Cupti, participante da turma de 2025.

Essa rede feminina deu origem a um coletivo único em toda a Bacia do Rio Guapiaçu, marcado pelo espírito colaborativo e pelo compromisso com a transformação do território. A oficina realizada em julho representa o primeiro de três encontros previstos até outubro, quando acontecerá o evento de encerramento do projeto.


Sob a liderança da artesã Monica Carvalho, o grupo consolidou-se como uma verdadeira força coletiva. A iniciativa fortaleceu vínculos, despertou talentos e inspirou um nome que representa sua essência. Surgido durante o curso de mulheres de 2025, o coletivo passou a ser conhecido como Raízes que Lideram, simbolizando o protagonismo feminino na restauração da Mata Atlântica e na construção de um futuro mais sustentável.

Foto: Ana Beatriz Bernabé Farias
Foto: Ana Beatriz Bernabé Farias

Além da formação voltada às mulheres, o Projeto Replântica também ampliou sua atuação em 2026 com a realização de outros três cursos de restauração florestal destinados a diferentes públicos estratégicos. As capacitações reuniram proprietários rurais, representantes do primeiro setor (órgãos públicos) e do terceiro setor (organizações da sociedade civil), fortalecendo a troca de experiências e a construção de uma rede colaborativa em torno da restauração da Mata Atlântica. Ao todo, aproximadamente 100 participantes foram capacitados pelos cursos promovidos pelo projeto ao longo deste ano.

Fotos: Acervo REGUA ©


 
 
 

1 comentário


Matteo Ricci
Matteo Ricci
28 de jul.

Fiquei tentando entender como funciona o fluxo de autenticação dessa plataforma porque encontrei comportamentos diferentes dependendo do método de entrada utilizado. O acesso via número de telefone dispara um código SMS para validação mas o tempo de expiração desse token não está documentado em nenhum lugar visível o que complica bastante em casos de delay na entrega da mensagem. Para quem quiser verificar como o processo está descrito do lado da plataforma a página da Tigre Sortudo plataforma oficial tem as etapas listadas ainda que sem detalhes técnicos sobre o protocolo de autenticação ou tempo de sessão ativa. O que observei é que o sistema oferece entrada por e-mail ou telefone mas não deixa claro se há 2FA obrigatório ou opcional…

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