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  • Monitoramento | REGUA

    A REGUA efetua um contínuo monitoramento da biodiversidade e possui parcerias com diversos pesquisadores de diferentes universidades. São duas linhas principais de monitoramento de fauna na reserva; o monitoramento da resposta da fauna às ações de restauração e o monitoramento integrado do uso das trilhas pela fauna. Parcelas permanentes estão sendo implementadas e serão monitoradas com frequência regular através de câmeras traps. MONITORAMENTO A REGUA efetua um contínuo monitoramento da biodiversidade e possui parcerias com diversos pesquisadores de diferentes universidades. São duas linhas principais de monitoramento de fauna na reserva; o monitoramento da resposta da fauna às ações de restauração e o monitoramento integrado do uso das trilhas pela fauna. Parcelas permanentes estão sendo implementadas e serão monitoradas com frequência regular através de câmeras traps. Um dos programas de monitoramento é realizado pelo Dr. Manoel Muanis, biólogo com mestrado em Mastozoologia e doutorado em Ecologia pela UFRJ, através do programa Earthwatch Institute. O monitoramento da resposta de populações de mamíferos ao reflorestamento que a REGUA faz, ocorre desde 2019 com participação de voluntários da ciência cidadã. O interessado em ciência e ecologia, pode vir à REGUA passar uma ou duas semanas e ser voluntário neste projeto de monitoramento e ainda ajudar a financiar a pesquisa. Maiores informações podem ser obtidas no site do projeto: https://earthwatch.org/expeditions/wildlife-and-reforestation-brazil As atividades principais deste projeto incluem a coleta e medição de pequenos mamíferos em armadilhas do tipo live-traps e a instalação e monitoramento de câmeras fotográficas automáticas. Além disso, os voluntários ajudam na coleta de dados do monitoramento de crescimento da vegetação, que são usados para o cálculo do carbono sequestrado e também nas atividades de reflorestamento da REGUA. Colaborador da REGUA configurando armadilha fotográfica - © Vitor Marigo O outro monitoramento é realizado pelo pesquisador residente Dr. Jorge Bizarro com foco nas borboletas, sendo executado uma vez por semana, todos os meses, em quatro trilhas seguindo a ordem: semana 1- Trilha Amarela / semana 2 - Trilha Marrom / semana 3 - Fragmento Cunha / semana 4 - Trilha Violeta. Os trechos possuem entre 1,7 a 3 km e demoram em média uma hora e meia para realização do monitoramento. Em cada caminhada se anota o número de borboletas avistadas e dentro do possível se identifica a espécie dos indivíduos avistados, usando apenas um par de binóculos como ferramenta auxiliar. Este trabalho permitirá quantificar melhor a população local de borboletas, as áreas onde determinadas espécies são mais frequentes e assim dispor de dados que aumentem a eficácia da oferta da atividade de observação e fotografia destes maravilhosos insetos aos hóspedes e visitantes. Borboletas com hábitos gregários na Trilha Marrom - © REGUA Filmagem de filhote de Anta realizada por uma armadilha fotográfica - © Refauna Temos um terceiro monitoramento que está voltado para as antas, que consiste em idas a campo para realizar coleta das imagens das armadilhas fotográficas (camera traps). O monitoramento de antas é feito também com os colares de radiotelemetria, que permitem acompanhar a localização quando elas são soltas, assim podem ser obtidas informações a respeito da adaptação dos animais ao novo ambiente. E não é só isso, as relações ecológicas das antas na floresta também são monitoradas pela equipe do @lemasifrj , em estudos sobre sua dieta e dispersão de sementes, interações com besouros rola-bosta e relação com a estrutura da vegetação, compactação do solo e densidade de carrapatos. O objetivo é verificar o efeito da presença das antas no ambiente e entender as interações que elas estabelecem com os outros habitantes da floresta. Atualmente a malha de câmeras (cerca de 40), estão espalhadas pelas áreas de circulação das antas e próximas aos cercados de aclimatação. As equipes do REFAUNA e ANTologia fazem este acompanhamento. Um outro tipo de monitoramento se dá através de alunos que vêm à REGUA para trabalhar especificamente com armadilhas fotográficas, a fim de monitorar os grandes felinos da REGUA. Atualmente, temos o aluno de mestrado Hugo Anselmo, que veio da Universidade do Porto, e está muito empenhado em buscar respostas sobre o comportamento dos pumas, que habitam as partes mais altas e bem preservadas de floresta na REGUA e PETP. Ele está sendo acompanhado pelo seu orientador Nuno Monteiro desde Portugal, e tem como coorientador o pesquisador André Lanna, que realizou seu doutorado com muriquis do sul aqui na REGUA. Também temos o aluno Yan Gonçalves, da UFRJ, que estuda a distribuição dos felinos ao longo dos gradientes altitudinais nas trilhas da REGUA. As trilhas percorridas não são de fácil acesso, com trechos com muita subida chegando ao topo com 1.000 m de altitude. Mesmo com diversas dificuldades impostas pela natureza como as grandes distâncias percorridas e condições climáticas, os pesquisadores sempre ficam muito animados com os resultados e imagens incríveis da biodiversidade local! Imagem de Irara (Eira barbara ) captada em armadilha fotográfica - © Refauna

  • 4 | Bacias Hidrográficas

    VOLTAR A BASE DO CONHECIMENTO 4) Bacias Hidrográficas As Bacias Hidrográficas são como terras que ficam entre morros ou montanhas, onde a água da chuva se junta e corre toda para um rio principal e seus rios menores que dão nele. É um caminho natural que a água faz, sempre saindo dos pontos altos e indo para os lugares mais baixos, até chegar num rio maior, lago ou no mar. Elas são importantes porque ajudam a cuidar da água que a gente usa e também mantêm a vida das plantas e animais. Cada bacia tem um rio principal, nascentes (onde a água nasce), e as bordas são as partes mais altas que dividem uma bacia da outra. Quando tem mata nas cabeceiras (lá em cima nos morros), as árvores seguram a terra e a água da chuva entra devagar no chão. Com isso: A água vai descendo aos poucos e vai enchendo os rios devagar, mesmo tempo depois que para a chuva. Isso ajuda a manter o rio com água o ano inteiro, mesmo na seca; As raízes das árvores seguram a terra e evitam que ela seja levada pela enxurrada, não sujando o rio e evitando erosão; Com a água entrando no chão devagar, diminui o risco de enchente, porque a chuva não desce tudo de uma vez para o rio. Assim, também é garantida uma fonte de água que flui constantemente.

  • 1 | Biodiversidade

    Um dos principais objetivos da REGUA, desde sua criação, foi desenvolver um programa de sensibilização ambiental que envolvesse todas as comunidades inseridas na bacia do Rio Guapiaçu.    A ideia principal é despertar o desejo de conservação dos remanescentes da Mata Atlântica na região através do fomento do conhecimento e reconhecimento do seu inestimável valor biológico e dos seus serviços ambientais. VOLTAR A BASE DO CONHECIMENTO 1) Biodiversidade Biodiversidade: é a variedade de plantas, animais e outros seres vivos que existem na natureza. É importante porque cada ser tem um papel fundamental na manutenção do equilíbrio e dos ciclos que perpetuam a vida na Terra. Existem 3 tipos de Biodiversidade: Espécies diferentes: ocorrência de várias espécies em cada grupo (animais, vegetais, fungos, etc). Diferença dentro de uma mesma espécie: variedades de uma espécie (tipos de banana, por exemplo). Ecossistemas: diferentes características do ambiente (exemplos: florestas, rios, mares, desertos, cidades). Por que a biodiversidade é importante? Fornece matéria-prima, comida, água, madeira, mel e outros produtos. Ajuda a manter o clima e a água em equilíbrio. É essencial para a nossa saúde e para o planeta. Cumprimento da lei e de acordos internacionais, como a Convenção sobre a Diversidade Biológica, concebidas para proteger a biodiversidade a longo prazo. Ameaça à Biodiversidade: Desmatamento e aumento das áreas construídas: a expansão das cidades, a exaustão e empobrecimento do solo pelo uso intensivo (quando plantamos muito no mesmo lugar ou tiramos demais da natureza), reduzem as áreas para os animais silvestres, que podem até desaparecer para sempre; Mudanças climáticas: os padrões climáticos da Terra estão mudando, alterando as características de chuva, temperatura, duração do dia e das estações do ano, que impactam diretamente no crescimento e desenvolvimento de todos os seres vivos, que às vezes, não conseguem mais condições de vida adequadas naquele local; Espécies exóticas e/ou invasoras: algumas espécies, que vieram de outro lugar, podem afetar negativamente o crescimento das espécies locais, ou ter comportamento dominante e impedir que outras espécies se desenvolvam, reduzindo a biodiversidade.

  • Viveiro & Alagados | REGUA

    O viveiro da REGUA possui capacidade de produção de 100.000 mudas ao ano. Nele, a maioria das espécies têm suas sementes coletadas na região, em fragmentos de florestas maduras da reserva e do seu entorno, onde as melhores matrizes são selecionadas. VIVEIRO O viveiro da REGUA possui capacidade de produção de 100.000 mudas ao ano. Nele, a maioria das espécies têm suas sementes coletadas na região, em fragmentos de florestas maduras da reserva e do seu entorno, onde as melhores matrizes são selecionadas. Tal fato ressalta a importância do resgate genético para a conservação das espécies da flora, sobretudo aquelas consideradas raras e ameaçadas de extinção, como a garapa (Apuleia leiocarpa); o jequitibá-rosa (Cariniana legalis), considerada a maior espécie arbórea da Mata Atlântica; o cedro-rosa (Cedrela fissilis); a bapeba-imperial (Chrysophyllum imperiale); o jequitibá-açu (Couratari pyramidata), que ocorre apenas na Mata Atlântica do estado do Rio de Janeiro; o jacarandá-da-bahia (Dalbergia nigra); a palmeira-juçara (Euterpe edulis); o pau-brasil (Paubrasilia echinata); e a cupã (Pouteria butyrocarpa). Viveirista coletando sementes - © REGUA A nossa produção de mudas, além da qualidade genética da matéria prima (semente) possui o registro oficial obrigatório para qualquer produtor de mudas chamado Renasem(Registro Nacional de Sementes e Mudas). Esse registro é solicitado pelo Ministério da Agricultura e tem a finalidade de habilitar legalmente quem exerce atividade de produção de mudas e coleta de sementes. Esse registro é muito importante para transparência na oferta final do melhor e ”principal” produto da cadeia da restauração florestal, que é uma árvore de qualidade, com a garantia de sobrevivência e perpetuidade na natureza. *Nossas mudas são totalmente destinadas aos nossos programas de restauração, e por este motivo, não podemos realizar doações. Mudas na área de rustificação - © REGUA ALAGADOS Nos primeiros anos, os esforços foram voltados para a recuperação ambiental sobretudo da parte baixa da antiga Fazenda, na qual hoje compõe a área da sede da REGUA. Essas terras vivenciaram inúmeras transformações no século passado, desde o desmatamento em si, que começou junto com a ocupação da região, até o desvio de rios, formação de açudes e o consequente desaparecimento das áreas alagadas e de brejo, típicas da região. Nesse contexto, a REGUA conseguiu “dar o pontapé inicial” na restauração ambiental através da reversão da drenagem, para recriar as áreas alagadas que existiam originalmente e que são um habitat para diversas espécies. Hoje, os famosos “Alagados da REGUA”, além de abrigarem alta biodiversidade, são o cartão postal da Reserva. Recente artigo publicado na Nature Geoscience ( Zou et al 2022) demonstrou que uma pequena elevação no nível de água em áreas alagadas, como é o caso dos alagados da REGUA, é uma importante solução baseada na natureza para sequestrar carbono atmosférico e mitigar as mudanças climáticas em curso. Alternância do estado dos “Alagados da REGUA” Os estudos em limnologia têm revelado a saúde e a estabilidade bioquímica dos Alagados da REGUA, que vêm sendo estudados desde 2005 pelos pesquisadores da UERJ. Um dos estudos mais recentes, nos alerta sobre a alternância do estado dos nossos wetlands (lagos rasos em inglês), que têm apresentado águas mais turvas devido à presença de algas do tipo Euglena sanguinia, que podem produzir um tipo de toxina prejudicial aos peixes. Essa alga também impacta o desenvolvimento de uma macrófita submersa, a Egeria densa que tem um papel importante no equilíbrio dos ambientes aquáticos, pois além de produzir oxigênio – que é liberado na água, serve de alimento para muitas espécies de peixes, aves e mamíferos. Além disso, funciona como abrigo para microrganismos planctônicos – micro-crustáceos e alguns tipos de moluscos. Prof. Tim Bouton, departamento de limnologia - © REGUA Manejo dos Alagados Os alagados da REGUA, além de proporcionar uma vista deslumbrante para os visitantes da reserva e ser habitat para diversas espécies aquáticas como jacarés (Caiman latirostris), pato-do mato (Cairina moschata) capivaras (Hydrochoerus hydrochaeris), lontras( Lontra longicaudis), além de outras, são considerados uma restauração ecológica de habitat que integra a planície de inundação do rio Guapiaçu, e que em épocas pretéritas ficava alagada com bastante frequência, como é o entendimento do INEA. Sua consolidação como espelho d'água permanente é fruto de ações de recuperação e enriquecimento ambiental promovidas pela REGUA. Esses alagados são de extrema relevância para a biodiversidade local - proporcionando local de descanso, alimentação, e proteção/abrigo, contribuindo assim de maneira significativa para seu equilíbrio e para isso, precisam ser manejados periodicamente, a fim de se manter um espelho d'água íntegro e limpo. Com este objetivo a equipe da REGUA obteve licença de pesquisa do INEA, N° 037/2022, para retirar mecanicamente espécies exóticas de plantas aquáticas que vinham se proliferando de forma acelerada , o que compromete a estabilidade ecológica do corpo d'água, e usar o material retirado dos alagados como adubo orgânico para produção de mudas da reserva. O estudo foi considerado pioneiro na região, porque além de ser uma solução baseada na natureza, forneceu dados inéditos sobre o manejo de áreas alagadas na região, que pode servir de modelo para áreas similares e proporcionou uma utilização ecológica, das espécies exóticas invasoras dos lagos. Foto dos alagados da REGUA em 2022 - © REGUA Espelho d'agua na trilha amarela - © REGUA

  • 6 | Sistemas Agroflorestais

    VOLTAR A BASE DO CONHECIMENTO 6) Sistemas Agroflorestais Os sistemas agroflorestais funcionais são baseados em quatro pilares: 1 2 3 4 Cultivo de espécie(s) arbustivas e ou arbórea(s) cultivada(s) com espécie(s) agrícola(s) e ou a criação de animais; Respeitar a Cultura da Região: Importante a participação da população local com seus hábitos de cultivos e comercialização; Seguindo Rendimento Sustentável: Precisa gerar receitas líquidas (R$) e ajudar a conservar o solo e a paisagem; Ordenamento do Solo: Precisamos respeitar as exigências das culturas e procurar manejá-las de acordo com suas características. Com base nestes pilares, sistemas agroflorestais são conceituados como sistema de ordenamento do solo, segundo o princípio do rendimento sustentado, que permite aumentar a produção total e combinar simultaneamente, ou de maneira escalonada, os cultivos de espécies florestais com espécies agrícolas e ou criação de animais, aplicando as práticas compatíveis com a população local. Importante: Em sistemas agroflorestais sempre precisamos ter um componente principal e o(s) outro(s) deve(m) ser complementar(es). Agrofloresta , como o nome indica, é o cultivo de espécie(s) agrícola(s) dentro da floresta, prática pouco comum no Brasil. Exemplo de agrofloresta é o cultivo de cacau em capoeiras ralas e o cultivo de erva mate, também em capoeiras ralas. O cultivo de Euterpe edulis Mart. (palmito jussara) em capoeira não é agrofloresta, pois todos são espécies da floresta, e sim uma forma de enriquecimento, para atender interesses humanos. Classificação dos sistemas agroflorestais, quanto aos componentes: Sistemas Agrossilviculturais combinam espécie(s) arbustiva(s) e ou arbórea(s) com espécie(s) agrícola(s); Sistemas Silvipastoris combinam espécie(s) arbustiva(s) e ou arbórea(s) com pastagens e a criação de animais; Sistemas Agrossilvipastoris representam uma associação de espécie(s) arbustiva(s) e ou arbórea(s) com espécie(s) agrícola(s) e criação de animais. Agricultura e pecuária neste sistema pode ocorrer de maneira simultânea ou escalonada ao longo do tempo. As potenciais vantagens (depende do bom planejamento e principalmente manejo) dos sistemas agroflorestais em relação às áreas não combinadas (monoculturas) são: A diversidade de plantas combina diferentes espécies em vários estratos (árvores, arbustos, trepadeiras). As potenciais vantagens dos SAFs em relação ao monocultivo são: Produção de alimentos e/ou outros produtos vegetais em harmonia com a preservação florestal e ambiental; Benefícios ecológicos como o aumento da infiltração de água, a proteção de rios e nascentes, e favorecem o controle natural de pragas e doenças; Benefícios econômicos pela diversificação da produção, redução da dependência do agricultor de um único mercado e maior possibilidade de geração de renda. Na Mata Atlântica, os SAFs devem ser adaptados para promover a conservação e restauração desse bioma. Você já observou que ouvimos falar em sistema agroflorestal, e raramente vemos SAFs aqui na região do bioma mata atlântica. Quais são as principais dificuldades, e como tentar superar?

  • Agenda 21 | REGUA

    Agenda 21 A Agenda 21 foi oficialmente lançada na Eco 92 – Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento na cidade do Rio de Janeiro. A Agenda 21 tem como base o desenvolvimento sustentável que visa a viabilidade econômica, a preservação ambiental e a equidade social garantindo assim o bem-estar das presentes e futuras gerações. O Brasil elaborou a sua Agenda Nacional no ano 2002, e a partir desse momento o Ministério do Meio Ambiente começou a incentivar a elaboração das Agendas 21 regionais. No ano de 2003, Eleonora Pacheco, coordenadora do programa de Educação Ambiental da REGUA submeteu o projeto para a elaboração da Agenda 21 do município de Cachoeiras de Macacu ao Ministério do Meio Ambiente. A REGUA foi contemplada como proponente do projeto junto à Prefeitura de Cachoeiras de Macacu como parceira estratégica. A construção do diagnóstico socioambiental do Município constituiu-se num processo participativo efetivo. Em 2007, o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ) projetado pela Petrobrás no município de Itaboraí (município vizinho de Cachoeiras de Macacu) começou a ser construído. Já em 2010, a empresa Petrobrás sob âmbito da sua responsabilidade socioambiental (exigida pela legislação ambiental) construiu a Agenda 21 COMPERJ, que incluiu os 14 municípios diretamente atingidos por este empreendimento, entre eles Cachoeiras de Macacu. A Agenda 21 Cachoeiras de Macacu começou, assim, uma nova etapa na sua existência. Atualmente a REGUA é um membro ativo do Fórum da Agenda 21 de Cachoeiras de Macacu que por sua vez é membro do ComARC (Comitê das Agendas 21 na Região do Conleste) representado pelos municípios de Cachoeiras de Macacu, Casimiro de Abreu, Guapimirim, Itaborai, Magé, Maricá, Niteroi, Nova Friburgo, Rio Bonito, São Gonçalo, Saquarema, Silva Jardim, Tanguá e Teresópolis. INFORMAÇÕES

  • Restauração Florestal | REGUA

    A restauração florestal tem como objetivo recuperar a integridade ecológica dos ecossistemas, considerando os seus valores ambientais, econômicos e sociais. Em médio e longo prazo, deve haver o restabelecimento da estrutura, produtividade e diversidade, a fim de alcançar o máximo possível da semelhança com o que era a floresta originalmente. RESTAURAÇÃO FLORESTAL A restauração florestal tem como objetivo recuperar a integridade ecológica dos ecossistemas, considerando os seus valores ambientais, econômicos e sociais. Em médio e longo prazo, deve haver o restabelecimento da estrutura, produtividade e diversidade, a fim de alcançar o máximo possível da semelhança com o que era a floresta originalmente. Além da missão de preservar os remanescentes florestais de Mata Atlântica na bacia do rio Guapiaçu, a REGUA tem o compromisso de restaurar as paisagens naturais e promover a qualidade ambiental da região. Para aumentar a área protegida e ganhar escala na restauração, desde 2001 a REGUA vem adquirindo tanto fragmentos florestais remanescentes quanto áreas de pastagens degradadas para recuperação por meio de reflorestamento. A partir da conversão de áreas degradadas, as ilhas de fragmentos florestais aos poucos se conectam e criam-se grandes corredores ecológicos para garantir o fluxo genético das espécies encontradas apenas nesses habitats. Um dos principais objetivos da REGUA com a restauração florestal, além da manutenção da biodiversidade e preservação de espécies, é contribuir com a conservação da alta bacia hidrográfica Guapi-Macacu (que engloba os dois principais rios da região, Guapiaçu e Macacu), já que esta é uma importante unidade de abastecimento humano, responsável pelo fornecimento de água para milhões de pessoas que habitam parte da região Metropolitana do estado do Rio de Janeiro. Área do bosque da memória - © REGUA Sementes de árvores nativas são coletadas das matas na REGUA (© Barry Yates) Colaboradores da REGUA mostrando sementes coletadas da mata para estudantes - © REGUA Desde o ano de 2004, a instituição vem recuperando áreas degradadas de encostas e de baixadas, sobretudo restaurando ecossistemas florestais e lênticos originais em Áreas de Preservação Permanente - APP, como nascentes, beiras de rio e brejos. Mas isso só foi possível graças a importantes parcerias estabelecidas ao longo desse tempo, como a Petrobras, Brazilian Rain Forest Trust, World Land Trust, SOS Mata Atlântica, DOB Ecology, Saving Nature, Conservation International, Iniciativa Verde, Ecosia, WWF-Brasil, Instituto Internacional para Sustentabilidade (IIS), INEA e CEDAE. No ano de 2013, a REGUA foi reconhecida como Posto Avançado da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA), a maior reserva da biosfera em área florestada do planeta, contribuindo de forma eficaz para o estabelecimento de uma relação harmônica entre as sociedades humanas e o ambiente na área da Mata Atlântica. A REGUA também participa do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, juntamente com mais 100 instituições de diferentes setores da sociedade, da Rede Mata Atlântica (RMA), da Rede de RPPNs e da Associação dos Produtores de Sementes e Mudas do Estado do Rio de Janeiro (Pro Mudas Rio). Ainda no ano de 2013, a REGUA foi contemplada com o edital da Petrobras através do Programa Petrobras Socioambiental e, por meio do Projeto Guapiaçu, teve a oportunidade de ganhar escala nas suas ações de restauração ecológica. Esse projeto foi desenvolvido na REGUA no período de setembro de 2013 a março de 2022, e impulsionou a instituição a dobrar o número das suas áreas restauradas, além de reflorestar áreas de proprietários parceiros do entorno. Também realizou o levantamento de novas áreas para restauração e apoiou o projeto Refauna, com a reintrodução de antas (Tapirus terrestris), consideradas extinta no estado do Rio de Janeiro, que foram alocadas nas áreas restauradas mais antigas e permanecem sendo monitoradas. As ações de restauração florestal na REGUA são executadas pelas fases de implantação e pós-implantação do reflorestamento, ocorrendo em três etapas: preparação da área para o plantio, plantio das mudas e manutenção das áreas. Para garantir o sucesso no projeto, todas as ações são realizadas mediante planejamento prévio, levando-se em consideração as características ambientais das áreas que receberão a intervenção e indicando as espécies e os procedimentos técnicos adequados para o plantio, manutenção e proteção ao desenvolvimento das áreas implantadas. Em médio e longo prazo, deve haver o restabelecimento da estrutura, produtividade e diversidade, a fim de alcançar o máximo possível da semelhança com o que era a floresta originalmente. Para isso, é necessário considerar a alta biodiversidade e a variabilidade na estrutura e funcionamento dos processos ecológicos, que irão nos indicar os resultados e o sucesso da restauração. Viveirista Maurício com sementes - © REGUA Equipe de reflorestamento - © REGUA Viveiristas organizando mudas - © REGUA Equipe de reflorestamento em plena atividade - © REGUA Colaborador realizando semeadura direta - © REGUA Equipe de campo da REGUA - © REGUA Não obstante, do planejamento à execução dos plantios, a REGUA dispõe de uma equipe técnica experiente e altamente especializada, onde parte dessa equipe já trabalha na instituição desde os primeiros plantios, no ano de 2004, somando-se mais de 40 colaboradores, entre reflorestadores e viveiristas. Tal fato comprova que a cadeia produtiva da restauração florestal gera emprego e renda para uma determinada região, já que a mão de obra contratada é local, assim como a maior parte dos equipamentos e insumos utilizados são adquiridos de comerciantes da região. Também é de suma importância o investimento na capacitação da mão de obra, com a realização de palestras e treinamentos. A metodologia adotada para a implantação dos projetos é adaptada do guia técnico elaborado pelo Pacto Pela Restauração da Mata Atlântica , que utiliza quatro técnicas diferentes de restauração: 1 - Plantio Total: é a forma mais eficiente e mais utilizada na REGUA, mas também a de custo mais elevado. Consta da formação total de uma floresta e é normalmente implantada em áreas onde a cobertura florestal original foi totalmente substituída por alguma atividade agrícola ou agropastoril. 2 - Enriquecimento: técnica usada em áreas que já possuem alguma vegetação nativa e deve ser proposta para preencher espaços com falhas da regeneração natural, em locais que se encontram com baixa diversidade florística. 3 - Condução da Regeneração Natural: é realizada sobretudo em áreas de difícil acesso, que consiste em isolar e proteger a área de fatores de degradação, como o pisoteio de animais de grande porte, os riscos de incêndios e a propagação de plantas exóticas daninhas. Pode ser considerada uma técnica de baixo custo, pois, a partir dessa ação, a floresta pode se regenerar e crescer sozinha, junto aos cuidados necessários para o desenvolvimento das plantas, em longo prazo. 4 - Semeadura Direta: está sendo realizada de forma experimental na REGUA para análise de custo e eficiência. Consiste na inserção da semente diretamente no solo, onde não há a necessidade da formação prévia da muda e por essa razão, pode ser considerada uma técnica prática e de menor custo por não haver os gastos financeiros da etapa da produção da muda. A implantação e os cuidados ao estabelecimento das áreas restauradas se dão por meio de sucessivas operações. O preparo das áreas conta com a construção de estradas de acesso e medidas de proteção, como a instalação de cercas e de aceiros. O terreno é preparado com a retirada das plantas exóticas invasoras (plantas daninhas) do sistema através de roçadas e capinas, e com o controle da população de formigas cortadeiras. Para nós, é muito gratificante observar as primeiras florações e frutificações das mudas plantadas em cada área restaurada. Também é muito interessante observar nesses locais a chegada espontânea de novas plantas, colonizando a regeneração natural, e de animais, como insetos, aves, roedores e pequenos mamíferos. Estes indicadores-chave estão diretamente relacionados ao funcionamento do ecossistema e a efetividade e sucesso da restauração, garantindo assim a sustentabilidade dessas áreas. Assim, podemos dizer que o sucesso nos projetos de restauração ambiental da REGUA é resultado de duas décadas de muito trabalho, que implica no envolvimento de parceiros, nos esforços entre as partes envolvidas, na experiência da instituição e no bom funcionamento de toda a cadeia produtiva da restauração florestal. Áreas restauradas da REGUA desde 2004 © REGUA

  • Como fazer uma pesquisa na REGUA? | REGUA

    Atualmente, existe uma Ficha e um Protocolo de Pesquisa que podem ser baixados aqui. Todo o pesquisador/professor que queira submeter uma pesquisa ou atividade na REGUA deve preencher estes documentos, assim como o resumo do seu projeto de pesquisa, e enviar ao email da equipe de Coordenação de Pesquisa: COMO FAZER UMA PESQUISA NA REGUA? Atualmente, quem deseja realizar uma pesquisa na REGUA, deve preencher o formulário online e sinalizar seu interesse através do email da coordenação de pesquisa. O formulário traz consigo orientações gerais de boas práticas através do Manual do Pesquisador. A documentação pertinente para cada pesquisa está indicada nos campos de preenchimento formulário. Os pesquisadores são convidados a partilhar seus saberes acadêmicos com outros públicos. A REGUA conta com as equipes de educação ambiental e comunicação, que podem colaborar em atividade de extensão, educação ambiental ou divulgação científica. Possuímos um pequeno laboratório de apoio, e um auditório, que pode ser utilizado em cursos, disciplinas, seminários e afins. Contamos também com uma agenda de visitação para reservas de alojamentos. Orientamos a fazer os agendamentos com antecedência. Para estes e outros assuntos pertinentes à pesquisa acadêmica, entrar em contato através do email: pesquisa@regua.org.br Link formulário de cadastro de pesquisas: https://forms.gle/JDsPNTwwPHLtmH3PA FICHA DO PESQUISADOR MANUAL DO PESQUISADOR

  • Replântica | REGUA

    Um dos principais objetivos da REGUA, desde sua criação, foi desenvolver um programa de sensibilização ambiental que envolvesse todas as comunidades inseridas na bacia do Rio Guapiaçu.    A ideia principal é despertar o desejo de conservação dos remanescentes da Mata Atlântica na região através do fomento do conhecimento e reconhecimento do seu inestimável valor biológico e dos seus serviços ambientais. 1/1 Os cursos são ofertados para diferentes públicos interessados em aprender sobre temas relacionados à restauração da mata atlântica, aliada à conservação da biodiversidade, mitigação e adaptação às mudanças climáticas. Não é necessário ter conhecimento prévio para participar destas capacitações. A restauração de habitats florestais biodiversos e preservação de seus serviços ecossistêmicos em áreas rurais, especialmente na Bacia Guapi-Macacu é o tema central deste projeto. Os cursos abordam os serviços ecossistêmicos das florestas, com ênfase em segurança hídrica, as técnicas silviculturais para realizar restauração visando otimizar resultados e reduzir custos, aliada à conservação da biodiversidade e adaptadas às mudanças climáticas. Os participantes aprenderão práticas de recuperação florestal, podendo ser aplicadas inclusive em suas propriedades, e numa etapa posterior, poderão avaliar e documentar os esforços aplicados na restauração de suas áreas. Uma outra etapa importante é a de articulação e promoção de rede de contatos e possíveis parcerias, que incentivarão a troca de quem está interessado em restaurar a sua propriedade com quem pode fornecer o apoio necessário neste processo. ✅ Principais benefícios dos cursos: 🎓 Capacitação oferecida por corpo de professores e técnicos altamente qualificados; 🌱Oportunidade para conhecer as ações de restauração florestal e os serviços ecossistêmicos da REGUA; 🏅Certificado de participação do curso emitidos pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e pelo Institute for Natural Resources Technology and Management (ITT), da Universidade de Colônia, em parceria com a REGUA. ATENÇÃO: Os cursos começaram em 2024 e temos dado continuidade desde então; fiquem atentos às próximas datas, sempre consultem este site. PRÓXIMOS EVENTOS Confira a nossa agenda de 2026 atualizada até o momento. Serão seis cursos, destinados e com metodologias para públicos diferentes: PROJETO REPLÂNTICA O Institute for Natural Resources Technology and Management (ITT), da Universidade de Ciências Aplicadas de Colônia (TH Köln), em parceria com a Reserva Ecológica do Guapiaçu (REGUA) e participação da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), está desenvolvendo, com base na vasta experiência em restauração ecológica da REGUA, conhecimentos dos Instrutores e da comunidade local, o projeto REPLÂNTICA, um programa de capacitação em restauração florestal, aliada à Conservação da Biodiversidade e às mudanças climáticas. 1 2 3 4 5 6 Curso I: Mulheres no Campo 🗓️ 19, 20, 26, 27 e 28 de março Público-alvo: mulheres das comunidades locais. Curso II: Primeiro Setor 🗓️ 15 a 17 de abril Público-alvo: servidores públicos e representantes de instituições governamentais. Curso III: Terceiro Setor 🗓️ 6 a 8 de maio Público-alvo: representantes de ONGs, associações e coletivos. Curso IV: Proprietários Rurais 🗓️ 29 e 30 de maio Público-alvo: produtores e produtoras da região. Curso V: Estudantes Universitários 🗓️ 3 a 7 de agosto Público-alvo: estudantes de cursos ambientais de universidades públicas. Curso VI: Jovens das Comunidades Locais 🗓️ 19 de agosto a 7 de outubro (aulas às quartas e sextas-feiras) Público-alvo: jovens moradores de Cachoeiras de Macacu e entorno. O Projeto Replântica é uma iniciativa do Instituto de Tecnologia e Gestão de Recursos nos Trópicos e Subtrópicos (ITT/TH Köln), em parceria com a REGUA e com a participação da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Com base na experiência da REGUA e nos saberes de seus instrutores e da comunidade local, o projeto oferece capacitação em restauração ecológica, aliada à conservação da biodiversidade e ao enfrentamento das mudanças climáticas. 📌 Localidade dos cursos: Reserva Ecológica de Guapiaçu (Refeições inclusas) — cheque aqui como chegar. 🟢 Grade dos cursos a ser divulgada. 🗓 Inscrições: mais detalhes em breve. 📲 Informações: WhatsApp +55 (21) 98660-0007 — Carlos Henrique. ✔️ Novas informações via Instagram @reguabr ou WhatsApp +55 (21) 98660-0007 Nosso último evento de 2025: Sucesso no primeiro curso do Projeto Replântica em 2025 com foco no setor público Projeto Replântica Conclui 2024 com Lançamento da Rede Participativa para Restauração Ecológica 1 2 3 4 5 Quer conhecer mais sobre o projeto? Acesse a Newsletter Replântica !!! Última Newsletter Confira Todas Quer aprender mais? - Base de conhecimento A IKI possui uma plataforma que permite registrar queixas de forma independente sobre casos específicos ocorridos no âmbito dos projetos da IKI , como uso indevido de fundos públicos, crimes econômicos e outras formas de represália. Caso você perceba qualquer incidente desse tipo, acesse este link para reportá-lo: https://www.international-climate-initiative.com/en/about-iki/values-responsibility/independent-complaint-mechanism/

  • (Atualizando) Replântica | REGUA

    Um dos principais objetivos da REGUA, desde sua criação, foi desenvolver um programa de sensibilização ambiental que envolvesse todas as comunidades inseridas na bacia do Rio Guapiaçu.    A ideia principal é despertar o desejo de conservação dos remanescentes da Mata Atlântica na região através do fomento do conhecimento e reconhecimento do seu inestimável valor biológico e dos seus serviços ambientais. 1/1 Os cursos são ofertados para diferentes públicos interessados em aprender sobre temas relacionados à restauração da mata atlântica, aliada à conservação da biodiversidade, mitigação e adaptação às mudanças climáticas. Não é necessário ter conhecimento prévio para participar destas capacitações. A restauração de habitats florestais biodiversos e preservação de seus serviços ecossistêmicos em áreas rurais, especialmente na Bacia Guapi-Macacu é o tema central deste projeto. Os cursos abordam os serviços ecossistêmicos das florestas, com ênfase em segurança hídrica, as técnicas silviculturais para realizar restauração visando otimizar resultados e reduzir custos, aliada à conservação da biodiversidade e adaptadas às mudanças climáticas. Os participantes aprenderão práticas de recuperação florestal, podendo ser aplicadas inclusive em suas propriedades, e numa etapa posterior, poderão avaliar e documentar os esforços aplicados na restauração de suas áreas. Uma outra etapa importante é a de articulação e promoção de rede de contatos e possíveis parcerias, que incentivarão a troca de quem está interessado em restaurar a sua propriedade com quem pode fornecer o apoio necessário neste processo. ✅ Principais benefícios dos cursos: 🎓 Capacitação oferecida por corpo de professores e técnicos altamente qualificados; 🌱Oportunidade para conhecer as ações de restauração florestal e os serviços ecossistêmicos da REGUA; 🏅Certificado de participação do curso emitidos pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e pelo Institute for Natural Resources Technology and Management (ITT), da Universidade de Colônia, em parceria com a REGUA. ATENÇÃO: Os cursos começaram em 2024 e temos dado continuidade desde então; fiquem atentos às próximas datas, sempre consultem este site. PRÓXIMOS EVENTOS Confira a nossa agenda de 2026 atualizada até o momento. Serão seis cursos, destinados e com metodologias para públicos diferentes: 1 2 3 4 5 6 Curso I: Mulheres no Campo 🗓️ 19, 20, 26, 27 e 28 de março Público-alvo: mulheres das comunidades locais. Curso II: Primeiro Setor 🗓️ 15 a 17 de abril Público-alvo: servidores públicos e representantes de instituições governamentais. Curso III: Terceiro Setor 🗓️ 6 a 8 de maio Público-alvo: representantes de ONGs, associações e coletivos. Curso IV: Proprietários Rurais 🗓️ 29 e 30 de maio Público-alvo: produtores e produtoras da região. Curso V: Estudantes Universitários 🗓️ 3 a 7 de agosto Público-alvo: estudantes de cursos ambientais de universidades públicas. Curso VI: Jovens das Comunidades Locais 🗓️ 19 de agosto a 7 de outubro (aulas às quartas e sextas-feiras) Público-alvo: jovens moradores de Cachoeiras de Macacu e entorno. O Projeto Replântica é uma iniciativa do Instituto de Tecnologia e Gestão de Recursos nos Trópicos e Subtrópicos (ITT/TH Köln), em parceria com a REGUA e com a participação da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Com base na experiência da REGUA e nos saberes de seus instrutores e da comunidade local, o projeto oferece capacitação em restauração ecológica, aliada à conservação da biodiversidade e ao enfrentamento das mudanças climáticas. 📌 Localidade dos cursos: Reserva Ecológica de Guapiaçu (Refeições inclusas) — cheque aqui como chegar. 🟢 Grade dos cursos a ser divulgada. 🗓 Inscrições: mais detalhes em breve. 📲 Informações: WhatsApp +55 (21) 98660-0007 — Carlos Henrique. ✔️ Novas informações via Instagram @reguabr ou WhatsApp +55 (21) 98660-0007 Nosso último evento de 2025: PROJETO REPLÂNTICA O Institute for Natural Resources Technology and Management (ITT), da Universidade de Ciências Aplicadas de Colônia (TH Köln), em parceria com a Reserva Ecológica do Guapiaçu (REGUA) e participação da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), está desenvolvendo, com base na vasta experiência em restauração ecológica da REGUA, conhecimentos dos Instrutores e da comunidade local, o projeto REPLÂNTICA, um programa de capacitação em restauração florestal, aliada à Conservação da Biodiversidade e às mudanças climáticas. Sucesso no primeiro curso do Projeto Replântica em 2025 com foco no setor público Projeto Replântica Conclui 2024 com Lançamento da Rede Participativa para Restauração Ecológica 1 2 3 4 5 Quer conhecer mais sobre o projeto? Acesse a Newsletter Replântica !!! Última Newsletter Confira Todas Quer aprender mais? - Base de conhecimento A IKI possui uma plataforma que permite registrar queixas de forma independente sobre casos específicos ocorridos no âmbito dos projetos da IKI , como uso indevido de fundos públicos, crimes econômicos e outras formas de represália. Caso você perceba qualquer incidente desse tipo, acesse este link para reportá-lo: https://www.international-climate-initiative.com/en/about-iki/values-responsibility/independent-complaint-mechanism/

  • Bebê Natureza | REGUA

    O programa Bebê Natureza iniciou em agosto de 2022 e tem como objetivo o fortalecimento do vínculo da criança com a natureza. O Marco Legal da Primeira Infância, LEI Nº 13.257, DE 8 DE MARÇO DE 2016. BEBÊ NATUREZA O programa Bebê Natureza iniciou em agosto de 2022 e tem como objetivo o fortalecimento do vínculo da criança com a natureza. O Marco Legal da Primeira Infância, LEI Nº 13.257, DE 8 DE MARÇO DE 2016. é a premissa do programa que tem como seu público alvo, crianças de 0 a 6 anos, “ em atenção à especificidade e à relevância dos primeiros anos de vida no desenvolvimento infantil e no desenvolvimento do ser humano”. São realizados 6 encontros: primeiro encontro (Grávidas e puérperas), segundo encontro (crianças de 1 e 2 anos), terceiro encontro (crianças de 3 anos), quarto encontro (crianças de 4 anos), quinto encontro (crianças de 5 anos) e sexto encontro (crianças de 6 anos). Acervo - © REGUA Durante os encontros do programa os participantes vivenciam momentos de conexão com a natureza junto a equipe composta por profissionais da saúde e educação ambiental. Cada público possui cronogramas e atividades específicas que contribuem para o bem-estar das famílias, fortalecendo a importância do contato da primeira infância com a natureza para a qualidade de vida. Fazendo com que cada participante se reconheça como parte de um ciclo contínuo para uma melhor qualidade de vida. Acervo - © REGUA As ações do programa são inspiradas nas metodologias Sharing Nature e Reggio Emília que evidencia a diferença da subjetividade e reforça o valor de cada indivíduo. Priorizando um modelo educativo que dê conta de todas as particularidades dos Bebês Natureza e suas famílias, favorecendo os vínculos sociais e fortalecendo a “Vitamina N”, Natureza. Acervo - © REGUA

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