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- Eventos | REGUA
A REGUA disponibiliza seu espaço para realização de eventos de um dia ou mais, desde que estejam relacionados à missão institucional da organização. Nossos espaços podem comportar até 120 pessoas, contamos com auditório, banheiros, estacionamentos, wifi, cozinha e espaço para refeição. EVENTOS Sucesso no primeiro curso do Projeto Replântica em 2025 com foco no setor público Projeto Replântica Conclui 2024 com Lançamento da Rede Participativa para Restauração Ecológica Encerramento do 6º Curso do Projeto Replântica em 2024 com Êxito Projeto REPLÂNTICA Realiza Curso para Proprietários Rurais de Cachoeiras de Macacu Estrelas da Terra II emociona público na REGUA com histórias inspiradoras sobre a conexão com o meio ambiente Reserva Ecológica de Guapiaçu participa do I Congresso Estadual Florestal do Rio de Janeiro Encerramento do Programa Jovem Guarda 2024 reúne alunos e familiares em evento na REGUA Projeto Replântica conclui 4º curso sobre Restauração Florestal com sucesso Alunos do Projeto Replântica visitam patrimônio histórico de Cachoeiras de Macacu em aula prática REGUA lança Projeto Replântica com participação internacional para Restauração Florestal Estudantes de universidades públicas do Rio de Janeiro Participam de Curso de Conservação Ambiental na REGUA - 3° Curso Replântica Reserva Ecológica de Guapiaçu sedia evento do Agosto Dourado em Cachoeiras de Macacu Curso Florescência termina com êxito, destacando o papel das mulheres na Restauração Florestal Curso Florescência inicia com Êxito, Enfatizando o papel das mulheres na Restauração Florestal Sucesso na 1° Capacitação em Restauração Florestal: Parceria Internacional promove onhecimento local e conservação ambiental REGUA participa do lançamento oficial do programa regenerativo “Pró-Águas Rio” "Viva a Mata" Celebra a Mata Atlântica e homenageia defensores ambientais Lançamento de Projeto para Recuperação da Mata Atlântica no Recôncavo da Guanabara Global Big Day 2024: Brasil Supera Mil Observadores e Registra 1,2 Mil Espécies em 24 Horas Evento "Esporte é Natureza" na Reserva Ecológica de Guapiaçu atrai Mais de 100 Participantes III Encontro Científico da Reserva Ecológica de Guapiaçu: Promove Ciência e a Conservação Ambiental III Encontro Científico da REGUA e I Workshop para o Plano de Pesquisa da REGUA: 8 a 10 de Maio de 2024 Workshop Sabores da Terra anima a REGUA 1° Bebê Natureza de 2024 REGUA participa de curso em educação ambiental no Jardim Botânico A REGUA disponibiliza seu espaço para realização de eventos de um dia ou mais, desde que estejam relacionados à missão institucional da organização. Nossos espaços podem comportar até 120 pessoas, contamos com auditório, banheiros, estacionamentos, wifi, cozinha e espaço para refeição.
- Parceiros | REGUA
A Reserva Ecológica de Guapiaçu (REGUA) vem cultivando parcerias públicas e privadas nesta desafiadora tarefa de conservação e ao longo da sua história. PARCEIROS A Reserva Ecológica de Guapiaçu (REGUA) tem cultivado parcerias públicas e privadas nesta desafiadora tarefa de conservação ao longo de sua história. Nosso sucesso se deve à ajuda e apoio financeiro de uma ampla gama de indivíduos, organizações de caridade e patrocinadores comerciais, a quem estendemos nossos agradecimentos. Seria impraticável para nós listar todos os que nos ajudaram, mas mostramos abaixo os contribuidores mais significativos. Parceiros Financiadores Brazilian Atlantic Forest Trust (BART) World Land Trust (WLT) Rainforest Trust DOB Ecology Saving Nature WWF-Brasil Instituto Internacional para Sustentabilidade (IIS) Caminhos da Mata Atlântica Mitsubishi Corporation (MC) Parceiros na Execução dos Programas da REGUA INEA Parque Estadual dos Três Picos Prefeitura Municipal de Cachoeiras de Macacu AMBEV REFAUNA UFRJ IFRJ UERJ UFRRJ FioCruz Earthwatch Institute Instituto de Ação Socioambiental (ASA) DAP - Inteligência Territorial Redes e Articulações que a REGUA Participa Pacto pela Restauração Rede Mata Atlântica (RMA) Mosaico de Unidades de Conservação da Mata Atlântica Central Fluminense Rede de RPPNs Associação dos Produtores de Sementes e Mudas do Estado do Rio de Janeiro (Pro Mudas Rio). Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Pesquisas em Ecológicas de Longa Duração (PELD) Conselho Municipal de Turismo (COMTUR) Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural (CMDR) Conselho Consultivo do Parque Estadual dos Três Picos Conselho Consultivo da Apa da Bacia do Rio Macacu Conselho do Plano Diretor de Cachoeiras de Macacu (CONCIDADE) Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) Associação Cachoeirense de Defesa Animal (ACDA) Secretaria Municipal do Ambiente de Guapimirim Parcerias Locais Fazenda Casulo Orgânico Pi Tropical Produção Comércio Bebidas e Alimentos Cooperativa de Eletrificação Rural Cachoeiras e Itaboraí (CERCI) Tudo Legal Indústria e Comércio Videverde Compostagem Concessionária Rota 116 K1 Telecom Multimídia Action Shop Tratamento de Resíduos Querência Negócios Imobiliários Instituto Vital Brazil Fazenda do Francês Fazenda São José Guia Macacu Let`s Fly Água Mineral Cascataí Associação Vale do Macacu Importantes Instituições que já nos Apoiaram Petrobras Socioambiental SOS Mata Atlântica Conservation International The Rufford Foundation Bromley Trust Iniciativa Verde American Bird Conservancy Saving species / US NHBS Ecosia San Diego Orchid Society IUCN Netherlands Chester Zoo Puro Fairtrade Coffee Biaza SAVE Brasil Grupo Schincariol Brasil-Kirin Ministério do Meio Ambiente IBAMA Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA)
- Speciality Birds | REGUA
Contamos com uma pousada confortável e recebemos hóspedes de diferentes países, que em geral se interessam pela observação de aves, ou o birdwatching. Nossa sede, incluindo as áreas comuns e a pousada, têm fácil acesso a uma rede de trilhas e abrigos para a observação de aves. REGUA SPECIALITIES In addition to the endemic species that make the Atlantic Forest so special, there are several birds that can be considered to be REGUA specialities – species that are perhaps easier to find at REGUA than anywhere else. Shrike-like Cotinga (© Leonardo Pimentel) Shrike-like Cotinga Laniisoma elegans Shrike-like Cotinga, Elegant Mourner, or Brazilian Laniisoma (depending on the classification used) is arguably REGUA’s best known speciality. The lowland forest at REGUA is probably the most reliable place in the world for this rare and seldom seen bird. Restricted to primary and well established secondary forest, the nominate race elegans, occurs only in south-east Brazil’s Atlantic Forest, and although forming the largest population, is classified as Vulnerable by the IUCN (smaller populations comprising three even rarer subspecies occur along the Andes). It is thought that adults spend the austral winter at lower elevations, moving higher up to breed. Territorial males are frequently found on the Elfin Forest Trail during the spring and early summer. In the winter months the most reliable spots are the lower stretch of the Waterfall Trail (posts 400 – 2000) and the São José Trail (especially near the canopy tower), where immature birds are often encountered. Russet-winged Spadebill Platyrinchus leucoryphus This Atlantic Forest endemic, classified it as Vulnerable, is almost entirely restricted to south-east Brazil, but also found in eastern Paraguay and occasionally in extreme north-east Argentina. Russet-winged Spadebill occurs in very low densities in primary forest, a very rare habitat, and very occasionally in well established secondary forest.Since 2007 birds have regularly been sighted at REGUA, and two pairs have been ringed. The Elfin Forest, Grey and Waterfall Trails are the best places to try. Early morning during the breeding season is best. Russet-winged Spadebill (© Lee Dingain) Black-legged Dacnis (© Lee Dingain) Black-legged Dacnis Dacnis nigripes A Near-threatened and highly sought-after endemic of Brazil’s Atlantic Forest, described by Ridgely and Tudor in 1989 as “rarely seen”. Historically Black-legged Dacnis were recorded only very rarely at REGUA, and Intervales State Park in São Paulo state was the only reasonably reliable site. Then in March 2009 a pair with young were found in the reforested areas at the wetland, and increasing numbers have been found wintering around the wetland each year since. In June 2012, 20-30 birds were estimated to be present around the wetland, including a flock of 13 birds. January to May is the best time of year, when flocks can also often be seen in the lodge garden. Outside of this period birds are occasionally encountered along the forest trails, especially on flowering trees, suggesting that some breed at REGUA. Giant Snipe Gallinago undulata The world’s largest snipe and 20% bigger than a Eurasian Woodcock Scolopax rusticola, but the nocturnal habits and unobtrusive behaviour of this uncommon bird make them extremely difficult to see. Not considered globally threatened although they remain under pressure from hunting. The bulk of the population (of the larger race G. u. gigantea) lies mainly in south-east Brazil with smaller populations elsewhere. Before the reforestation around the REGUA wetland, Giant Snipe were not infrequently seen at the wetland, usually in flight at dusk, and the calls of displaying birds could be heard from the lodge. But our guide Adilei Carvalho da Cunha has spent countless hours at night exploring surrounding pasture and has identified several reliable feeding areas. To have a chance of seeing these birds guests must join an organised night-excursion, which often produce incredible close views of birds on the ground. Giant Snipe (© Leonardo Pimentel) Salvadori’s Antwren (© Leonardo Pimentel) Salvadori’s Antwren Myrmotherula minor Restricted to the Atlantic Forest of Brazil (old records from Peru are no longer considered acceptable), Salvadori’s Antwren is a very rare bird with a tiny range. They are a lowland species generally found in primary or well established secondary forest up to 300 m, but occasionally higher. With almost all of it’s lowland forest habitat either cleared or severely degraded it is considered Vulnerble. Favoured areas at REGUA that provide most sightings include the Elfin Forest Trail (especially around post 1700), the Grey Trail and Waterfall Trail, where they are often seen in mixed species flocks. White-bellied Tanager Tangara brasiliensis Often considered conspecific with the Turquoise Tanager Tangara mexicana of Amazonia, but recently split by the American Ornithologists’ Union, White-bellied Tanager inhabits semi-open habitats including forest edge, forest clearings and also well established secondary forest.Good places to look for them include the first 300 m of the Waterfall Trail (especially around Casa Pesquisa at the very start of the trail, and also in the trees around the old saw mill along the track leading to the start of the trail). White-bellied Tanager (© Lee Dingain) Black-banded Owl (© Nicholas Locke) Black-banded Owl Strix huhula Distributed widely across South America, the Atlantic Forest race, albomarginata differs from the nominate race in being darker with more prominent white barring. Black-banded Owl is not uncommon at REGUA. Roosting birds are occasionally found during the day along the forest trails, but the easiest way to see them is by joining one of our night-birding excursions, where a pair is frequently seen. Blue-bellied Parrot Triclaria malachitacea This shy bird is endemic to both Brazil and the Atlantic Forest. It is classified by the IUCN as Near-threatened, as the population is declining due to habitat loss and, to a lesser degree, trapping for the cage-bird trade. Blue-bellied Parrot inhabit mid altitude forest up to about 1000 m. There are good numbers at REGUA but they are wary and not easy to see and best found by listening for their unusual and almost thrush-like song. The Elfin Forest Trail (especially the first 900 m), the Grey Trail and the Waterfall Trail (around the junction with the Elfin Forest Trail at post 2350) are the most reliable areas to try. Most sightings are of birds flushed while walking along the trails, but with a lot patience can sometimes be found perched quietly within the canopy. Blue-bellied Parrot (© Adilei Carvalho da Cunha) Masked Duck (© Adilei Carvalho da Cunha) Masked Duck Nomonyx dominica Masked Duck is the smallest and least known of the Oxyurini tribe or ‘stifftails’. They are widespread, ranging from Mexico and the Caribbean in the north, to north-east Argentina in the south, but generally uncommon to rare and wanders widely. Masked Duck favour freshwater lakes and marshes that have a lot of emergent vegetation, and this, together with their secretive and rather grebe-like habits, make them difficult to find. Masked Duck appeared at the wetlands soon after first area was flooded in 2005. Numbers continued to increase and within a few years it was not unusual to count double figures during September and October, with birds of various ages and both sexes present. However, Masked Duck sightings have become much scarcer of late, with periods of weeks with no sightings and any flocks peaking at just a few individuals. Perhaps the maturing vegetation is making them harder to spot?
- Plano de Manejo | REGUA
O Plano de Manejo das RPPN I,II & III da REGUA foi publicado no D.O.U. em 2020, após uma criteriosa revisão pelo INEA. Nele, além de estabelecer o zoneamento da reserva e seu planejamento, objetivos de gestão e programas de gestão são apresentados. Um diagnóstico do meio biótico e abiótico é apresentado, além do histórico da criação das RPPNs. PLANO DE MANEJO O Plano de Manejo das RPPN I,II & III da REGUA foi publicado no D.O.U. em 2020, após uma criteriosa revisão pelo INEA. Nele, além de estabelecer o zoneamento da reserva e seu planejamento, objetivos de gestão e programas de gestão são apresentados. Um diagnóstico do meio biótico e abiótico é apresentado, além do histórico da criação das RPPNs. INFORMAÇÕES LINK PARA PLANO DE MANEJO Se quiser ter acesso ao documento completo, com os anexos e dados brutos, favor entrar em contato com a equipe Aula sobre o programa de reintrodução de antas na REGUA com a educadora Joana Macedo (© Vitor Marigo).
- Alojamento | REGUA
Alojamento Os alojamentos dos Voluntários e Pesquisadores estão localizados ao lado dos alagados da REGUA, com vistas magníficas da reserva em dias ensolarados / casas 1, 2 e 3 (© Rachel Walls). A REGUA disponibiliza dois tipos de alojamentos para os pesquisadores e alunos de Disciplinas e Cursos Universitários ou Profissionalizantes. Alojamentos do Centro de Visitantes Localizado na sede, originalmente destinados aos Voluntários, que inclui: Ducha quente e fria; Ventilador de teto ou móvel; Cama de solteiro única ou tipo beliche. São cinco casas num total de 38 leitos disponíveis e seis banheiros com ducha, mais dois externos sem ducha. A estadia nestas casas requer o pagamento de diárias cujo preço varia de acordo com o tipo de cursos e usuários, bem como do número e tipo de refeições desejadas. Casas 4, 5 e 6 – Alojamento compartilhado (© Micaela Locke). Casa da Pesquisa Fica a aproximadamente seis quilômetros do Centro de Visitantes, no início da Trilha Verde. A casa tem capacidade para 15 pessoas e está equipada com: 03 quartos com camas de beliche; 01 cozinha (Fogão / Geladeira / Utensílios de cozinha e gás); 01 banheiro para Ducha quente/fria e outro com vaso sanitário; 01 tanque externo e um alpendre/varanda com mesa de trabalho e bancos. A utilização desta casa requer o pagamento de uma taxa simbólica de contribuição para cobrir os gastos com o gás e a limpeza da mesma, que também deve manter-se organizada pelos próprios estudantes. Além disso, é muito usada por quem prefere estar mais próximo das principais trilhas onde serão conduzidas as pesquisas, por quem prefere cozinhar e/ou ter completa autonomia durante sua estadia na REGUA. Existem dois supermercados locais e é possivel pernoitar na Casa da Pesquisa e requerer refeições no Centro de Visitantes, que serão pagas a vulso, independente de diária.
- Artigos Científicos | REGUA
Aqui estão listados os artigos científicos que a REGUA contribuiu para o seu desenvolvimento direta, ou indiretamente. Os artigos estão divididos em suas respectivas áreas de estudo. GEOMORFOLOGIA HIDROLOGIA PENEDO-JULIEN, S.; A. KÜNNE, R. BARDY PRADO & L. RIBBE. 2019. A Tool to Assess Land Use Impacts on Surface Water Quality: Case Study from the Guapi-Macacu River Basin in Rio de Janeiro. In: Nehren, U., Schlüter, S., Raedig, C., Sattler, D., Hissa, H. (Eds.): Strategies and tools for a sustainable rural Rio de Janeiro. Springer Series on Environmental Management. Springer, Cham: pp 295-309. doi.org/10.1007/978-3-319-89644-1_19 SENSORIAMENTO REMOTO NAEGELI DE TORRES, F.; R. RICHTER & E. C. C. FIDALGO, 2019. Multicriteria Site Prioritization for Land Rehabilitation in the Guapi-Macacu Watershed, Rio de Janeiro. pp.405-421 In: Nehren U., S. Schlϋter, C. Raedig, D. Sattle, H. Hissa (eds) Strategies and Tools for a Sustainable Rural Rio de Janeiro. Springer Series on Environmental Management. Springer, Cham. doi.org/10.1007/978-3-319-89644-1_26 NAEGELI DE TORRES, F.; R. RICHTER & M. VOHLAND. 2019. A multisensoral approach for high-resolution land cover and pasture degradation mapping in the humid tropics: A case study of the fragmented landscape of Rio de Janeiro. International Journal of Applied Earth Observation and Geoinformation 78(5):189-201. doi.org/10.1016/j.jag.2019.01.011 BOTÂNICA BRAGA, M. R. A. 2008. Orquidófilos trabalhando pela Conservação da Mata Atlântica. Orquidário 22(1): 19-29. www.orquidario.org/revista/framerevis.htm BRAZ, M. I. G.; R. M. FERREIRA, R. Q. PORTELA & E. A. DE MATTOS. 2016. Ample germination ability under wide-ranging environmental conditions in a common understory tropical palm. Plant Species Biology 31: 211–218. doi.org/10.1111/1442-1984.12104 BRAZ, M. I. G.; R. Q. PORTELA, L. H. MENEZES et al. 2014. Germination niche breadth differs in two co-occurring palms of the Atlantic Rainforest. Nat Conser. 12: 124-128. doi.org/10.1016/j.ncon.2014.09.003 FINOTTI, R.; B. C. KURTZ, R. CERQUEIRA & I. GARAY. 2012. Variação na estrutura diamétrica, composição florística e características sucessionais de fragmentos florestais da bacia do rio Guapiaçu (Guapimirim / Cachoeiras de Macacu, RJ, Brasil). Acta bot. Bras., 26: 453-464. doi.org/10.1590/S0102-33062012000200022 LOPES, C. M.; D. BAÊTA, T. SASSO, A. VANZETTI, K. R. ZAMUDIO, P. TABERLET & C. F. B. HADDAD, 2020. Power and limitations of environmental DNA metabarcoding for surveying leaf litter eukaryotic communities. Environmental DNA, 3: 528– 540. doi.org/10.1002/edn3.142 PORTELA, R. Q.; A. S. PIRES, M. I. G. BRAZ & E. A. Mattos. 2017. Species richness and density evaluation for plants with aggregated distributions: fixed vs. variable area methods. Journ. Plant Ecol., 10: 765-770. doi.org/10.1093/jpe/rtw085 SEOANE, C. E. S. 2007. Efeitos da Fragmentação Florestal sobre o Sistema de Reprodução e a Imigração de Sementes em Remanescentes Populacionais de Euterpe edulis Martius. Documentos (Embrapa Florestas) CD-ROM 1: 152 SEOANE, C. E. S.; P. Y. KAGEYAMA, A. RIBEIRO et al. 2006. Efeitos da fragmentação florestal sobre a imigração de sementes e a estrutura genética temporal de populações de Euterpe edulis Mart.. Revista do Instituto Florestal (São Paulo); 17 (1): 25-43. https://core.ac.uk/display/15428111 THIER, O. & J. WESENBERG. 2016. Floristic composition and edge-induced homogenization in tree Communities in the fragmented Atlantic rainforest of Rio De Janeiro, Brazil. Tropical Conservation Science, 9(2): 852-876. doi.org/10.1177/194008291600900217) ECOLOGIA ALMEIDA-GOMES, M; J. A. PREVEDELLO, D. L. SCARPA & J. P. METZGER. 2016. Teaching landscape ecology: the importance of field oriented, inquiry-based approaches. Landscape Ecol. 31: 929–937. doi.org/ 10.1007/s10980-016-0338-1 ALTIVO, F.; & P. RODRIGUES, F. 2017. Funcionalidade ecológica da restauração de áreas degradadas no Bioma Mata Atlântica, Rio de JANEIRO. Brazilian Journal of Environmental Sciences (Online), 43: 17-31. https://doi.org/10.5327/Z2176-947820170175 AZEVEDO, A. D.; R. CAMARA, M. R. FRANCELINO, M. PEREIRA & P. S. S. LELES. 2018. Estoque de Carbono em áreas de restauração floretal da Mata Atlântica. FLORESTA, Curitiba. 48: 183- 194. doi.org/10.5380/rf.v48 i2.54447 CABREIRA, W. V.; M. G. PEREIRA, V. M. M. MENDONÇA, R. P. MOREIRA et. al. 2021. Effect of strategies for controlling spontaneous plants on the quality of soil organic matter and soil fertility. Revista Ciência Agronômica, 52: e20196697. http://www.ccarevista.ufc.br/seer/index.php/ccarevista/article/view/6697/19 76 LINDNER, A. & D. SATTLER. 2011. Biomass estimations in forests of different disturbance history in the Atlantic Forest of Rio de Janeiro, Brazil. New Forests, 43: 287-301. doi.org/10.1007/s11056-011-9281-9 MISSAGIA, C. C. C. & M. A. S. 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Anais Academia Brasileira de Ciências 85(2): 497-518. doi.org/10.1590/S0001-37652013000200004 NERES-LIMA, V.; F. MACHADO-SILVA, D. F. BAPTISTA et al. 2017. Allochthonous and autochthonous carbon flows in food webs of tropical forest streams. Freshwater Biol.62:1012–1023. doi.org/10.1111/fwb.12921 SATTLER, D.; L. T. MURRAY, A. KIRCHNER & A. LINDNER. 2014. Influence of soil and topography on aboveground biomass accumulation and carbon stocks of afforested pastures in South Eastern Brazil. Ecological Engineering 73: 126-131. doi.org/10.1016/j.ecoleng.2014.09.003 SATTLER, D. & A. LINDNER. 2009. On the influence of Climate Seasonality on leaf area index and canopy openness of a fragmented tropical montane forest in Rio de Janeiro, BRAZIL pp.245-258 in Gaese at al.ed: Biodiversity and land use systems in the fragmented Mata Atlântica of Rio de Janeiro. 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Culicidae Community Composition and Temporal Dynamics in Guapiaçu Ecological Reserve, Cachoeiras de Macacu, Rio de Janeiro, Brazil. PLoS. ONE 10(3): e0122268. doi.org/10.1371/journal.pone.0122268 BAPTISTA, R. L. C.; P. DE S. CASTANHEIRA, G. A. OLIVEIRA & A. W. DO PRADO, 2020. Descriptions of three new species of jumping-spiders, genus Arnoliseus (Araneae, Salticidae), from Rio de Janeiro state, Brazil, with comments on their genital morphology and a key to species. Zoosystematics and Evolution. 96: 73-90. doi.org/10.3897/zse.96.46509 BIZARRO, J. M. S & A. SOARES, 2013. Semomesia geminus (Fabricius, 1793) (Lepidoptera: Riodinidae: Mesosemiini): First records for Rio de Janeiro and Pernambuco states, range extension […] . Check List 8(3): 548-550. www.checklist.org.br/getpdf?NGD211-11 CHELMICK, D. G. 2000. The Dragonflies of Brazil. A Key to the Larvae. Macromia Ed. 66p. DE SOUZA CASTANHEIRA, P. & R. L. C. BAPTISTA, 2020 . Notes on slender species of the long-jawed spider genus Tetragnatha (Araneae, Tetragnathidae) with description of three new species. ZOOTAXA (ONLINE) 4768: 43-75. doi.org/10.11646/zootaxa.4768.1.4 ELIZALDE, L. & J. M QUEIROZ, 2013. Parasitoids of Acromyrmex (Hymenoptera: Formicidae) Leaf-Cutting Ants in Continuous and Fragmented Atlantic Forest. Sociobiology 60(4): 397-404. doi.org/10.13102/sociobiology.v60i4.397-404 FERREIRA, P. P. S. & D. RODRIGUES, 2015. Sabotaging Behavior and Decision-Making in Larvae of the Queen Butterfly Danaus gilippus. J Insect Behav. 28: 460–472 doi.org/10.1007/s10905-015-9514-4 MARTIN, A.; A. SOARES & J. M. S. BIZARRO, 2011. A Guide to the Hawkmoths of the Serra dos Orgaos. REGUA Publications, printed by Information Press, Eynsham, Osford UK, 143pp, 171 figs + 37pl. MATTOS, I & J. R. M. MERMUDES, 2016. First survey of the Passalidae (Coleoptera, Scarabaeoidea) species from Reserva Ecológica de Guapiaçu (REGUA), Cachoeiras de Macacu, RJ, Brazil. 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Mid- and late Holocene fluvial dynamics in the tropical Guapi-Macacu catchment, Southeast Brazil: The role of climate change and human impact. Palaeogeography, Palaeoclimatology, Palaeoecology 426: 308-318. doi.org/10.1016/j.palaeo.2015.03.015 NEHREN, U.; A. KIRCHNER & J. HEINRICH. 2016. What do yellowish-brown soils and stone layers tell us about Late Quaternary landscape evolution and soil development in the humid tropics? A field study in the Serra dos Órgãos, Southeast Brazil. Catena 137: 173-190. doi.org/10.1016/j.catena.2015.09.016
- Nossa Pousada | REGUA
A pousada foi inaugurada em 2004 e conta com dez quartos suítes, um ambiente familiar e descontraído. Nosso objetivo é fornecer acomodação de alta qualidade para os clientes que tem vontade de conhecer a Mata Atlântica. Nossa pousada A pousada foi inaugurada em 2004 e conta com dez quartos suítes, um ambiente familiar e descontraído. O nosso objetivo é fornecer acomodação de alta qualidade para os clientes que tem vontade de conhecer a Mata Atlântica. Estamos situados em meio a um cenário exuberante entre zonas úmidas de mata nativa e restauradas, e as montanhas das Serra dos Órgãos, parte do maior complexo de montanhas chamado Serra do Mar, do sudeste do Brasil. Os hóspedes têm acesso total às nossas trilhas e também oferecemos excursões para outros ecossistemas da Mata Atlântica, com a intenção de buscar e avistar outras espécies de avifauna não encontradas na REGUA. A pousada não possui fins lucrativos e toda a renda gerada é destinada ao nosso trabalho de conservação. A pousada (© Lee Dingain) Facilidades A pousada está muito bem equipada, com quartos com ar condicionado, uma sala espaçosa e confortável, uma grande sala de jantar, uma extensa biblioteca que contam com livros de história natural, piscina, água proveniente de um sistema de aquecimento solar e Wi-Fi. Gastronomia Todas as refeições estão incluídas na diária: café da manhã, almoço e jantar. Todos os pratos servidos são preparados pelas nossas cozinheiras com ingredientes locais, e que podem ser diferenciados de acordo com as necessidades (por favor, informe-nos quando for feita a reserva). Providenciamos lanche para as viagens (caso decida passar o dia todo fora). O café-da-manhã pode ser servido nas primeiras horas da manhã, para aqueles que desejam começar bem cedo as suas atividades. Sala de jantar e biblioteca (© Sue Healey) Biblioteca A pousada possui uma extensa biblioteca de história natural com uma uma grande variedade de livros e revistas sobre aves, com foco na América do Sul. Temos um check-list com todas as aves aqui encontradas, folhetos das trilhas, das borboletas e mariposas. A vista espetacular do jardim (© Lee Dingain) Jardim Nosso jardim oferece uma vista privilegiada para a observação de aves, permitindo que a fotografia seja praticada da varanda e do mirante, que se encontra em frente à nossa pousada. Comedores atraem barulhentos grupos de euphonias, chlorophonias e saíras, incluindo o tiê-sangue, o tiê-galo, o sanhaçu-de-encontro-amarelo, a saíra-amarela e a saíra-galega. Nos bebedouros dos beija-flores, o beija-flor-tesoura espanta o balança-rabo-de-bico-torto, o rabo-branco-rubro, o beija-flor-roxo, o beija-flor-preto, o beija-flor-de-fronte-violeta e o beija-flor-de-garganta-verde. Em torno do jardim, o saí-de-pernas-pretas, o jacupemba, o saí-andorinha, a tiriba-de-testa-vermelha, o caburé, a ariramba-de-cauda-ruiva, o gavião-bombachinha, o tucano-de-bico-preto, o pica-pau-de-cabeça-amarela, a choca-listrada e o garrinchão-de-bico-grande estão entre a grande variedade de aves encontradas frequentemente. À noite, o murucututu-de-barriga-amarela, a corujinha-do-mato e o bacurau também podem ser vistos. Mamíferos, incluindo a paca, o tatu e ocasionalmente os cachorros-do-mato também visitam o nosso jardim. Ultimamente temos tido a visita das antas que foram reintroduzidas na REGUA a partir de 2017. Mirante A nossa torre de observação de dois andares, na borda do jardim da pousada, é um excelente lugar para assistir ao pôr-do-sol sobre os alagados e as montanhas da Serra dos Órgãos, com uma caipirinha na mão. No período da manhã, o mirante também é um bom local para fotografar aves nas árvores. O mirante que está localizado em frente à pousada (© Sue Healey) Parede de mariposas (Acervo REGUA) Parede de mariposas Em outubro de 2013 construímos a primeira parede para mariposas em nosso jardim – um muro de cimento iluminada com uma lâmpada de vapor de mercúrio e uma lâmpada fluorescente, uma de cada lado da parede. Muitos hóspedes nos visitam com o interesse em fotografar e estudar as mariposas que visitam esta parede especial. É possível fotografar espécies raras e quem sabe aparece uma nova espécie? Neste caso, é possível adicionar à nossa lista de espécies. Lavanderia Oferecemos serviço de lavandaria. Este serviço não inclui as roupas íntimas, no entanto, providenciamos sabão em pó e de coco, à pedido. Nossa região é muito úmida, e por isso, as roupas secam de acordo com as condições meteorológicas. Quarto (Acervo REGUA) Animais domésticos A fim de zelar pela vida selvagem na reserva, não são permitidos animais de estimação. Reservas e consultas Para fazer uma reserva ou se existir qualquer dúvida, por favor nos contate .
- Programa de Voluntariado | REGUA
Nosso programa de voluntários iniciou-se em 2006. Como voluntário, você não terá apenas uma incrível e satisfatória experiência em um lindo ambiente, mas estará contribuindo genuinamente para a conservação da Mata Atlântica. PROGRAMA DE VOLUNTARIADO Nosso programa de voluntários iniciou-se em 2006. Como voluntário, você não terá apenas uma incrível e satisfatória experiência em um lindo ambiente, mas estará contribuindo genuinamente para a conservação da Mata Atlântica. Nós esperamos oferecer aos voluntários uma ótima experiência em um projeto de conservação da melhor qualidade. Projeto esse, que está protegendo um dos ecossistemas mais ameaçados do mundo, a Mata Atlântica. Você terá a oportunidade de trabalhar em contato com os funcionários da REGUA, incluindo membros das comunidades locais, em um raro e lindo meio ambiente, que é casa de uma uma gama de espécies únicas. Voluntários ingleses, Saffy e Ollye - © REGUA Acomodações confortáveis e compactas, e alimentos típicos da região e de ótima qualidade são ofertados. Os voluntários podem usufruir de diversas instalações, incluindo Wi-fi, sala de aula, laboratório, cozinha e sala de jantar. Nosso programa de voluntários é sem fins lucrativos, tendo sua taxa cobrindo apenas os custos das despesas gerais. Nosso programa funciona tendo em mente os seguintes princípios: Os voluntários contribuem para a realização dos objetivos da REGUA; Os voluntários não substituem nossa mão-de-obra local; Os voluntários recebem uma experiência gratificante. Quem pode se Voluntariar? Nossas oportunidades de voluntariado estão disponíveis para as pessoas com 18 anos ou mais, de ambos os sexos e de qualquer nacionalidade. Os voluntários devem saber se comunicar em português ou Inglês, sendo fluente em pelo menos um desses dois idiomas. Além disso, devem ter um bom condicionamento físico, ter muita motivação, ser responsável e apto para trabalhar sem uma supervisão constante. Você precisará ter a habilidade de se adaptar a novos ambientes e culturas, visto que você terá que trabalhar em conjunto com os colaboradores locais, e em um clima quente e úmido. Nossa oferta é ideal para aqueles que buscam uma pausa na carreira, uma mudança de rotina, para quem está em período sabático ou até mesmo para os aposentados. Voluntários Americanos e português, Evan, Alaina e Edgar - © REGUA Quais ofertas estão disponíveis? Anualmente, nós recebemos voluntários para a seguintes posições: Assistente do guía de aves da REGUA; Guía da natureza; Jardineiro assistente; Voluntário Geral; Outras oportunidades de voluntariado podem estar disponíveis de tempos em tempos. Quais são os compromissos mínimos? Os compromissos mínimos variam para cada posição. O guia de aves assistente, o guia da natureza e o jardineiro assistente têm um compromisso mínimo de dois meses. O voluntário geral tem um compromisso mínimo de um mês. Essas escalas de tempo foram definidas para proporcionar um tempo de familiarização dos voluntários com os funcionários, e a possibilidade de adaptação ao novo ambiente. Evan plantando uma muda nativa na área "Solar da REGUA" - © REGUA Qual é o custo do voluntariado? O programa de voluntariado inicia-se após o fim de fevereiro (depois da época de carnaval) até o final de novembro, evitando o período mais quente e úmido do ano. Entretanto, cada cargo de voluntariado disponível possui uma época em que é mais requisitado. Entrar em contato com a equipe responsável pelo programa de voluntariado no Reino Unido e Brasil: rawbaking@gmail.com Quantas horas os voluntários trabalham? A carga horária de trabalho dos voluntários normalmente é das 08:00 até às 16:00, de segunda à sexta, com os fins de semana livres. Entretanto, os cargos de guía de aves assistente e de guía da natureza são frequentemente requisitados para trabalhar a parte destes horários, dependendo das necessidades dos visitantes da pousada ou de outros turistas. Voluntários trabalhando no viveiro - © REGUA Voluntários trabalhando no viveiro - © REGUA Eu preciso de seguro-viagem? Sim, um seguro de viagem válido, que inclui cobertura médica, é essencial para seu tempo conosco. Quais vacinas eu devo tomar? Você deve consultar um médico ou uma clínica de viagem local com as informações atualizadas a respeito das vacinas requisitadas para sua viagem para o Brasil. Resumo dos requerimentos mínimos: Idade: 18 anos ou mais Idiomas: Português ou inglês Tempo mínimo: 1 ou 2 meses dependendo do cargo Custo: consultar Seguro de viagem: Cobertura médica essencial Como me inscrever? Se você possui o interesse de se voluntariar na REGUA, preencha o nosso formulário de inscrição e o envie por e-mail para a nossa coordenadora de voluntariado, Rachel Walls.
- 7 | Monitoramento de Fauna
VOLTAR A BASE DO CONHECIMENTO 7) Monitoramento de Fauna A Importância da fauna na restauração florestal: Os animais ajudam muito as plantas e as florestas a funcionar bem. Vários bichos, como abelhas, pássaros ou morcegos, levam o pólen de uma flor para outra, fazendo com que as plantas produzam frutos. Outros animais carregam as sementes e deixam elas em outros lugares, o que faz nascerem novas plantas por todo lado. Mesmo quando os bichos comem ou pisam nas plantas, isso é importante. Eles evitam que uma só espécie de planta vire a dona do lugar, deixando espaço para muitos tipos diferentes crescerem juntos. Além disso, quando os animais fazem suas necessidades (as fezes), eles colocam nutrientes no solo, deixando a terra mais rica e boa para novas plantas crescerem. Tudo isso ajuda a manter a floresta cheia de vida e com muita variedade de espécies. A atração da fauna para áreas em restauração: Como os animais são muito importantes para que a natureza funcione direito, é essencial que eles estejam presentes nas áreas que estão sendo recuperadas. Para atrair esses bichos para os locais em restauração, podemos plantar árvores e arbustos que dão frutos pequenos e gostosos, como as grumixamas, que servem de alimento para eles. Também dá para usar poleiros e ninhos artificiais, que atraem pássaros para descansar ou fazer seus ninhos e ter filhotes. Mas isso só funciona se já existem animais vivendo perto da área restaurada. Quando as espécies de animais desaparecem desse lugar e não voltam por conta própria, é possível trazer esses bichos de novo para o local, num processo chamado reintrodução de fauna. Como saber se a fauna está utilizando as áreas restauradas? Quando vemos que os animais estão voltando para uma área restaurada, isso mostra que o processo de recuperação está dando certo. Para confirmar isso, é feito o monitoramento da fauna, que serve para descobrir quais espécies estão usando o lugar e com que frequência. O monitoramento pode ser feito de formas diferentes. Existem métodos diretos, em que a gente observa os animais, e métodos indiretos, em que olhamos os rastros que eles deixam, como pegadas, fezes ou ninhos. A escolha do método depende do que se quer estudar e do grupo de animais escolhido. Se a ideia é só saber quais espécies aparecem, podem ser usadas câmeras automáticas, chamadas de armadilhas fotográficas. Elas têm sensores de calor e movimento e tiram fotos toda vez que um animal passa perto. Se o objetivo é estimar a quantidade de animais que usam uma área, é comum capturá-los e marcá-los, normalmente com anilhas ou brincos numerados, e soltar de volta depois. Para aves e morcegos, usam-se redes bem finas (redes de neblina), colocadas entre a vegetação para pegar os bichos em voo. Mamíferos (animais com pelos) podem ser capturados em armadilhas de metal com alguma isca de comida. Quando os animais entram, a porta se fecha, permitindo que sejam marcados e soltos novamente. Assim, é possível acompanhar de perto como a fauna está utilizando a área restaurada.
- Suggested intinerary | REGUA
Contamos com uma pousada confortável e recebemos hóspedes de diferentes países, que em geral se interessam pela observação de aves, ou o birdwatching. Nossa sede, incluindo as áreas comuns e a pousada, têm fácil acesso a uma rede de trilhas e abrigos para a observação de aves. SUGGESTED INTINERARY REGUA is located in Atlantic Forest of south-east Brazil in the Serra dos Órgãos mountains, part of the wider Serra do Mar range that runs parallel to the Atlantic coastline. The forest here ranges in altitudinal from sea level to over 2,200 m a.s.l and includes a variety of forest types including the Atlantic Rain Forest found in the lowlands and on the seaward slopes – a tropical moist broadleaf forest, dry Atlantic Semi-deciduous forest of the interior slope, mangroves and sand-loving restinga along the coast. The Serra dos Órgãos retains a relatively large amount of forest cover, and this, together with other habitats such as salt lagoons, wetlands, low intensity farmland and coasts make this an extremely bird-rich area. In addition, the Atlantic Forest has long been isolated from other forests, which has led to extremely high levels of endemism. Our suggested birding itinerary covers most of the Atlantic Forest habitats found in the Serra dos Órgãos in just a few days and is not uncommon to see over 300 species. It is also possible to include a visit to the Atlantic Forest as part of longer trip taking in the Pantanal and the Amazon Rainforest. Day 1: Arrive Rio de Janeiro and transfer to REGUA Most flights arrive in the afternoon or evening therefore arrival at the lodge is usually very late evening (sandwiches and juice are prepared for late arrivals). Day 2: Wetland and replanted lowland forest The wetland is one of REGUA’s resounding conservation success stories. Once a native swampy Tabebuia forest with large tree ferns and epiphytic plants including philodendrons, bromeliads and orchids, this area was drained and cleared in the 1980s for agriculture. In 2005, after purchasing the site, REGUA created a new wetland habitat here, converting the fields to a mosaic of lakes, channels, reedbeds, wet grass, Tabebuia cassinoides stands and lowland forest. Over 220 bird species have been recorded and this is an excellent place to familiarise yourself with South American bird families. There are two trails, each 3 km long and colour-marked every 50 m. The trails can be walked with or without a guide (self-guide birding leaflets are available). Brown Trail This trail passes through the surrounding replanted forest with access to an observation tower. This trail is best early morning. Target species include Shrike-like Cotinga, Southern Antpipit, Unicoloured Antwren, White-flanked Antwren, Green-backed Becard, Blue Ground-Dove, Ruddy Quail-Dove, Sooretama Slaty-Antshrike, Scaled Antbird, Grey-hooded Attila, Long-billed Wren, Black Hawk-Eagle, Blond-crested Woodpecker, Tropical Screech-Owl, Yellow-throated Woodpecker and Eye-ringed Tody-Tyrant. Yellow Trail This trail follows the edge of the wetland with access to two hides. This trail is best early morning or from mid-afternoon to dusk. Target species include Black-legged Dacnis, Boat-billed Heron, Rufescent Tiger-Heron, Limpkin, Masked Duck, Sungrebe, Anhinga, Capped Heron, Grey-necked Wood-Rail, Slaty-breasted Wood-Rail, Rufous-sided Crake, Blackish Rail, Lesser Swallow-tailed Swift, White-chinned Sapphire, Common Potoo, Ringed Kingfisher, Amazon Kingfisher, Green Kingfisher, Greater Ani, Wing-banded Hornero, Channel-billed Toucan, Lemon-chested Greenlet, Black-capped Donacobius, Chestnut-capped Blackbird and Yellow-backed Tanager. The wetland is also good for raptors overhead including Black-and-white Hawk-Eagle. Day 3: Lowland rain forest and evening spotlighting for Giant Snipe Green Trail A day birding this excellent 2.5 km trail, colour-marked every 50 m, through well-established secondary lowland forest to an elevation of # m a.s.l. where there is a beautiful secluded waterfall that makes a great lunch stop. This trail gives access to older forest than the Brown Trail and many of REGUA’s specialities are present here. You can bird the trail with or without a guide, although hiring a guide is strongly recommended. Target species include White-necked Hawk, Saw-billed Hermit, Rufous-capped Motmot, Buff-bellied Puffbird, Crescent-chested Puffbird, Spot-billed Toucanet, Spot-backed Antshrike, Spot-breasted Antvireo, Scaled Antbird, Black-cheeked Gnateater, Variegated Antpitta, Slaty Bristlefront, Rufous-capped Antthrush, Rufous-breasted Leaftosser, Bare-throated Bellbird, Pin-tailed Manakin, Shrike-like Cotinga, Russet-winged Spadebill, Blue-bellied Parrot, Eared Pygmy-Tyrant, Turquoise (White-bellied) Tanager, White-thighed Swallow and Sharp-tailed Streamcreeper. Spotlighting for Giant Snipe In the evening, join our guided spotlighting excursion to look for Giant Snipe, with a chance of also seeing Scissor-tailed Nightjar, Short-tailed Nighthawk, Spot-tailed Nightjar, Common Potoo, American Barn Owl and Ash-throated Crake Day 4: Montane forest at Pico da Caledônia A full day off-reserve birding high altitude forest at one of the highest peaks of the Serra dos Órgãos mountains, reaching 2,219 m a.s.l. A morning visit to the peak is followed by lunch further down the mountain and then an afternoon birding a scenic trail in search of high altitude endemics. Target species include Grey-winged Cotinga, Itatiaia Thistletail, Green-crowned Plovercrest, Large-tailed Antshrike, Rufous-tailed Antbird, Dusky-tailed Antbird, Rufous Gnateater, Mouse-coloured Tapaculo, Swallow-tailed Cotinga, Black-and-gold Cotinga, Diademed Tanager, Bay-chested Warbling-Finch and Red-legged Seriema. Day 5: Restinga and coastal lagoons at Cabo Frio Another full day excursion off-reserve, this time visiting the restinga – coastal forest growing on sandy soils, mangroves and salt lagoons near the coastal city of Cabo Frio, in search of bird species restricted to these special habitats. This excursion provides a break from forest birding to look for waders, terns, gulls, other water birds, and during the winter months sometimes even Magellanic Penguin! Target species include Restinga Antwren, White-cheeked Pintail, Magellanic Penguin (seasonal), Pinnated Bittern, Roseate Spoonbill, Hook-billed Kite, Snail Kite, Mangrove Rail, American Oystercatcher, White-backed Stilt, Grey-hooded Gull, Cabot’s (Cayenne) Tern, Plain-breasted Ground-Dove, Minute Hermit, White-tailed Goldenthroat, Rusty-backed Antwren, Wren-like Rushbird, Tawny-crowned Pygmy-Tyrant, Mouse-coloured Tyrannulet, Crested Doradito, Unicolored Blackbird, Black-backed Tanager, Bicoloured Conebill, Rusty-collared Seedeater and Copper Seedeater. Day 6: Rain forest at Waldenoor and evening spotlighting for owls, potoos and nightjars The area of land dubbed ‘Waldenoor’ after a previous landowner, was purchased in 2007 to protect two large forest fragments either side that were already part of REGUA. The forest here is remote and has never been clear felled with only selected hardwoods removed, making for some excellent birding in fantastic scenery, with towering ridges of rainforest over 1,000 m high all around. This area is also one of the best areas for raptors at REGUA. The short trail starts at 260 m a.s.l. and climbs to 360 m a.s.l. but has not yet been developed for tourism and therefore a guide is essential. Target species include Mantled Hawk, White-tailed Hawk, Black Hawk-Eagle, Black-and-white Hawk-Eagle, Frilled Coquette, Saw-billed Hermit, White-eared Puffbird, (Greater) Crescent-chested Puffbird, Yellow-fronted Woodpecker, Plain Parakeet, Tufted Antshrike, Black-cheeked Gnateater, Variegated Antpitta, Slaty Bristlefront, Scaled Woodcreeper, Swallow-tailed (Blue) Manakin, Sharpbill, Green-backed Becard, Cliff Flycatcher, Rough-legged Tyrannulet, (Southern) Tropical Pewee, Red-cowled Cardinal and Yellow-green Grosbeak. Spotlighting for owls, potoos and nightjars In the evening, join our guided spotlighting excursion to look for nocturnal birds including Black-banded Owl, Tawny-browed Owl, Mottled Owl, Black-capped Screech-Owl, Tropical Screech-Owl, Long-tailed Potoo and Common Potoo. Day 7: Atlantic Semi-deciduous forest at Sumidouro The final off-reserve excursion visiting the Atlantic Semi-deciduous forest, a seasonally dry forest type on the interior slope of the Serra dos Órgãos near the towns of Sumidouro and Carmo. Very little of the Atlantic Semi-deciduous forest remains and sadly today the landscape is one of open pasture with only tiny scattered remnants of forest. These forest patches are the haunt of the Vulnerable Three-toed Jacamar, our main target species today, but there are plenty of stops to look for species more common on the interior slope as well as open country species uncommon or absent at REGUA. Target species include Three-toed Jacamar, Blue-winged Macaw, Campo Troupial, Serra Antwren, Rio de Janeiro Antbird, Black-necked Aracari, Narrow-billed Woodcreeper, Tawny-headed Swallow, Crested Black-Tyrant, Firewood-gatherer, Ultramarine Grosbeak, Grey Monjita, Grey-eyed Greenlet, Curl-crested Jay, Planalto Hermit, Glittering-bellied Emerald, Sapphire-spangled Emerald, White-tailed Hawk, White-eared Puffbird, Toco Toucan, Red-legged Seriema, American Kestrel, White-eyed Parakeet, Rufous-fronted Thornbird, Hangnest Tody-Tyrant, White-rumped Monjita, Streamer-tailed Tyrant, Long-tailed Tyrant, Swainson’s Flycatcher, Brown-crested Flycatcher, Pileated Finch, Magpie Tanager, Gilt-edged Tanager, Crested Oropendola, Yellow-rumped Marshbird and Hooded Siskin. Day 8: Wetland and departure Some relaxation time before departure, with another opportunity to walk the Yellow or Brown Trails, visit the hides, or perhaps spend some time watching the bird feeders in the lodge garden or relax at the lodge observation tower. We can suggest birdwatching itineraries for longer or shorter stays at REGUA. If you have any questions regarding your own itinerary then please contact us.
- Guias de Campo | REGUA
A REGUA publicou três guias de campo sobre a fauna da reserva e da região montanhosa da Serra dos Órgãos. Todos estão disponíveis para compra por encomenda via email, na Pousada e também na livraria Technical Books do Rio de Janeiro. GUIAS DE CAMPO A REGUA publicou três guias de campo sobre a fauna da reserva e da região montanhosa da Serra dos Órgãos. Todos estão disponíveis para compra por encomenda via email , na Pousada e também na livraria Technical Books do Rio de Janeiro. Aves da Serra do Mar e Adjacências (ESGOTADO!) Daniel Mello, Gabriel Mello e Francisco Mallet-Rodrigues ISBN: 978-85-919157-0-5 O primeiro guia de campo para as aves da região da Serra dos Órgãos no Sudeste do Brasil. O livro contém 875 imagens de mais de 500 espécies de aves que ocorrem na Serra dos Órgãos e arredores, e inclui mapas de distribuição e textos descritivos tanto em Português como em Inglês. Esta publicação está esgotada, porém um novo guia de identificação foi lançado: “Aves do Sudeste do Brasil”. Aves do Sudeste do Brasil Daniel Mello, Gabriel Mello, Francisco Mallet-Rodrigues e Luciano Lima ISBN: 978-85-919157-1-2 R$ 200,00 na sede da REGUA A Região Sudeste do Brasil abriga três importantes domínios naturais: Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga. Isso nos ajuda a entender a grande diversidade de ecossistemas e a incrível variedade de espécies de aves presentes nessa porção do território nacional. Esta publicação apresenta a quase totalidade das espécies de aves que ocorrem nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. O livro contém 161 pranchas, ilustrando 936 espécies de aves com 1765 imagens. Para fazer o pedido no Reino Unido, por favor envie um cheque nominal à “Brazilian Atlantic Rainforest Trust”, com o seu nome e endereço, para Alan Martin, Alureds Oast, Northiam, East Sussex, TN31 6JJ. Guia das Borboletas da Serra dos Órgãos, sudeste do Brasil Jorge Bizarro e Alan Martin ISBN: 978-0-9568291-2-2 O primeiro guia de observação das borboletas da Reserva Ecológica de Guapiaçu e da Serra dos Órgãos, localizadas no sudeste do Brasil. Este guia contém 803 espécies (exceto a subfamília Hesperiinae, em inglês conhecidas como “Grass skippers”) com descrições, comparações com espécies semelhantes, distribuição global e observações sobre ecologia, comportamento e plantas hospedeiras. Todas, exceto três das espécies, são ilustradas com mais de 1.300 fotos de espécimes vivos. Há também textos introdutórios para cada família, subfamília e tribo. Se você estiver no Reino Unido e quiser encomendar seu livro, envie um cheque destinado ao ‘Brazilian Atlantic Rainforest Trust’ com seu nome e endereço para Alan Martin – Alureds Oast, Northiam, East Sussex, TN31 6JJ, Inglaterra. Os lucros da venda deste livro serão revertidos para a REGUA em apoio ao nosso trabalho de conservação. Guia dos Anisoptera e Zygoptera da Serra dos Órgãos. Sudeste do Brasil Tom Kompier ISBN: 978-0-9568291-1-5 R$120.00 cópias disponíveis na sede da REGUA O primeiro guia de campo abrangente dos Odonata (libélulas e donzelinhas) da Reserva Ecológica de Guapiaçu e da Serra dos Órgãos no sudeste do Brasil. Mais de 560 fotos coloridas impressionantes e 125 ilustrações adicionais de todas as 204 espécies conhecidas deste hotspot de biodiversidade incrível. Para fazer o pedido no Reino Unido, por favor envie um cheque nominal à “Brazilian Atlantic Rainforest Trust” com o seu nome e endereço para Alan Martin, Alureds Oast, Northiam, East Sussex, TN31 6JJ, England. Para encomendar fora do Reino Unido entre em contato com Tom Kompier em kompierintokyo@yahoo.com . Os lucros deste livro se destinam à REGUA em apoio do nosso trabalho de conservação. Guia dos Sphingidae da Serra dos Órgãos, Sudeste do Brasil Alan Martin, Alexandre Soares e Jorge Bizarro ISBN-13: 9780956829108 R$60.00 (+R$10.00 se enviar por correio) disponível na sede da REGUA O primeiro guia completo para todas as 110 espécies de esfingídeos que ocorrem na região da Serra dos Órgãos. Para cada espécie há um texto detalhado que inclui a nomenclatura taxonômica, distribuição e período de voo, junto com características chave para identificação. Com 37 pranchas em côr que ilustram todas as espécies com as faces dorsal e ventral, tanto para machos como para fêmeas, incluindo ainda mais de 120 fotos coloridas que mostram muitos dos esfingídeos em suas posições de repouso naturais. Usando tanto as ilustrações, como as fotos e texto qualquer observador atento, sem conhecimento prévio do grupo, estará capacitado para identificar facilmente qualquer uma das espécies descritas. Muitas das espécies abrangidas possuem ampla distribuição em toda a região neotropical, e este livro deve, portanto, apelar não só aos interessados nos esfingídeos do Brasil, mas também a um público bem mais amplo Para fazer o pedido no Reino Unido, por favor envie um cheque nominal à “Brazilian Atlantic Rainforest Trust” com o seu nome e endereço para Alan Martin, Alureds Oast, Northiam, East Sussex, TN31 6JJ, England. Os lucros deste livro irão para REGUA, para apoiar o nosso trabalho de conservação.
- Quem Somos | REGUA
A Reserva Ecológica de Guapiaçu (REGUA) nasceu do anseio da família Locke de proteger os remanescentes florestais da sua propriedade rural no município de Cachoeiras de Macacu, estado do Rio de Janeiro. A fazenda do Carmo (que foi transformada em REGUA) foi adquirida pelo bisavô de Nicholas Locke (atual gestor da REGUA), Hilmar Werner, no ano 1907, tornando-se marco de referência estadual na produção agropecuária inovadora, comercialização de madeiras nobres e produção de cachaça artesanal. QUEM SOMOS A Reserva Ecológica de Guapiaçu (REGUA) nasceu do anseio da família Locke de proteger os remanescentes florestais da sua propriedade rural no município de Cachoeiras de Macacu, estado do Rio de Janeiro. A fazenda do Carmo (que foi transformada em REGUA) foi adquirida pelo bisavô de Nicholas Locke (atual gestor da REGUA), Hilmar Werner, no ano 1907, tornando-se marco de referência estadual na produção agropecuária inovadora, comercialização de madeiras nobres e produção de cachaça artesanal. Cabe mencionar também, o expressivo contingente de pessoas saindo do regime de escravidão que, procurando sustento por todo o estado, encontraram na Fazenda do Carmo um local de trabalho e abrigo. Paisagem de área degradada fruto da extração de madeira da antiga Fazenda do Carmo - © REGUA Hilmar Werner foi um dos pioneiros na instalação da indústria têxtil na cidade de Petrópolis, no estado do Rio de Janeiro. Sua reconhecida paixão pela propriedade adquirida em Guapiaçu se traduziu em importantes investimentos no acesso terrestre a esta área, que contava com extensas planícies alagadiças. O nome Fazenda do Carmo remete aos monges Carmelitas que saíram do Rio de Janeiro em meados do século XVIII, atravessando a Baía de Guanabara e subindo o rio Guapiaçu até o último ponto de navegabilidade, onde se instalaram para começar seu projeto de evangelização até a sua saída no final do século XIX. Nos anos 1970, a Fazenda do Carmo foi dividida entre Olga, Nora e Gerda, filhas do Hilmar Werner, que passaram a ter suas áreas administradas pelos seus respectivos herdeiros. Em 1995, com o intuito de começar um trabalho conservacionista, foi requerido um levantamento de Avifauna, em termos de bioindicadores, a dois especialistas oriundos do Reino Unido. Após dois anos de pesquisa, a apresentação de uma lista de 400 espécies deu o pontapé inicial para o desenvolvimento do projeto REGUA. Em 2001, foi formada a ONG ambientalista Associação Reserva Ecológica de Guapiaçu (REGUA) com a missão institucional de conservar e proteger a Mata Atlântica da bacia do Rio Guapiaçu. Primeiro projeto de reflorestamento na REGUA em 2006. Reconstrução de antigo ambiente alagado - © REGUA Anta (Tapirus terrestris) - © A cervo Projeto Guapiaçu Com o objetivo de alcançar a sustentabilidade financeira, a REGUA também conta uma pousada muito procurada por amantes da natureza e observadores de aves do mundo inteiro, já que 485 espécies de aves são descritas nesta região. A REGUA também oferece hospedagem e alimentação com valores mais acessíveis para alunos de universidades e participantes de cursos e workshops voltados para a área de biologia e áreas afins. Atualmente, 20 instituições de ensino superior têm parceria com a Reserva e mais de 120 artigos científicos já foram publicados. Diversos programas são desenvolvidos para que a REGUA alcance este objetivo, dentre eles a restauração de habitats degradados, o controle à caça e exploração predatória de recursos naturais, através do patrulhamento diário dos guarda-parques nas florestas, o incentivo à pesquisa científica, o apoio à reintrodução de espécies das fauna e da flora extintas localmente, com destaque para o Mutum-do-Sudeste (Crax blumenbachii)), a Jacutinga (Aburria jacutinga) e a Anta (Tapirus terrestris), com o apoio de diferentes instituições de pesquisa, e o trabalho de educação ambiental com as comunidades vizinhas. Pousada da REGUA © REGUA Foto Jovens-Guarda - © REGUA Foto visita escolar - © REGUA Voltado para a educação ambiental, a REGUA criou em 2004 o programa “Jovem-guarda”, com o intuito de sensibilizar e modificar a percepção dos jovens do entorno sobre as questões ligadas à conservação da Mata Atlântica. Crianças e jovens de 10-15 anos, moradores das comunidades locais de Areal, Estreito, Guapiaçu, Matumbo e Santo Amaro, matriculadas nas escolas do Ensino Fundamental, são o público-alvo deste programa e os encontros acontecem uma vez por semana, das 14:00h às 16:00h, sob a tutela da Coordenação de Educação Ambiental. Temas básicos como a importância da reciclagem, a reintrodução de espécies, a apresentação da rica flora e fauna local, o programa de restauração florestal, bem como a caça predatória são abordados neste programa. Aulas de expressão artística também são desenvolvidas a fim de potencializar o aprendizado do referido conteúdo. Atividades práticas, tais como a coleta e análise da qualidade de água dos Alagados da REGUA, visita ao Viveiro e visitas às comunidades para a entrega de um informativo denominado Boletim Verde também são frequentes. Notamos que estas ações têm reforçado a importância de proteger a nossa região. Não podemos deixar de mencionar que a REGUA também recebe muitas escolas, públicas e privadas do município para o fortalecimento do aprendizado por meio da experiência de campo. Um marco para a história da REGUA diz respeito ao Projeto Guapiaçu, um programa apoiado pela Petrobras Socioambiental, que foi desenvolvido na REGUA no período de 2013 a 2022, e que impulsionou a instituição no ganho de escala nas ações que já vinha desenvolvendo, bem como ajudou a desenvolver novas ações. Assim, além de dobrar o número das suas áreas restauradas, o Projeto Guapiaçu criou o programa integrado de educação ambiental, fortaleceu a relação com a comunidade local através da mobilização social, reflorestou áreas de proprietários parceiros no entorno da Reserva, realizou o levantamento de novas áreas para restauração e apoiou o projeto Refauna, com a reintrodução de antas. Atualmente, contamos com outras importantes parcerias, que se dão através da WWF-Brasil, que já restaurou 20 hectares entre 2021 e 2022 e tem o objetivo de restaurar mais 30 hectares nos próximos anos, e com o Instituto Internacional para Sustentabilidade (IIS), que irá fomentar atividades de enriquecimento com espécies arbóreas e apoiará atividades de monitoramento de fauna em áreas já restauradas na RPPN REGUA. Equipe de reflorestadores da WWF - © REGUA Equipe de reflorestadores da WWF - © REGUA Mudas expostas no viveiro - © REGUA A REGUA é hoje uma das maiores restauradoras de ecossistemas florestais do estado do Rio de Janeiro. Destaca-se neste cenário com 470 hectares de áreas restauradas e 700 mil mudas plantadas, com uma diversidade de mais de 500 espécies. O viveiro da REGUA possui capacidade de produção de 100.000 mudas ao ano. Nele, a maioria das espécies têm suas sementes coletadas na região, o que ressalta a importância do resgate genético para a conservação das mesmas, sobretudo aquelas consideradas raras e ameaçadas de extinção. Um dos principais objetivos da REGUA com a restauração florestal, além da manutenção da biodiversidade e preservação de espécies, é contribuir com a conservação da alta bacia hidrográfica Guapi-Macacu (que engloba os dois principais rios da região, Guapiaçu e Macacu), já que esta é uma importante unidade de abastecimento humano, responsável pelo fornecimento de água a milhões de pessoas que habitam parte da região Metropolitana do estado do Rio de Janeiro. No ano de 2014, a REGUA foi aceita como Posto Avançado da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA), a maior reserva da biosfera em área florestada do planeta, contribuindo de forma eficaz para o estabelecimento de uma relação harmônica entre as sociedades humanas e o ambiente na área da Mata Atlântica. A REGUA também participa do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, juntamente com mais 100 instituições de diferentes setores da sociedade, da Rede Mata Atlântica (RMA), da Rede de RPPNs e da Associação dos Produtores de Sementes e Mudas do Estado do Rio de Janeiro (Pro Mudas Rio). Unidades regionais do Pacto da Mata Atlântica - © REGUA Foto dos Alagados da REGUA - © REGUA A REGUA teve o seu Plano de Manejo aprovado em 2021 e se orgulha de sua trajetória. O seu reconhecimento se dá através do trabalho conjunto de colaboradores motivados e comprometidos que integram a sua equipe. A REGUA contou e conta com importantes parceiros como a Petrobras, o Brazilian Rain Forest Trust, o World Land Trust, a WWF-Brasil, a SOS Mata Atlântica, o DOB Ecology, a Saving Nature, a Conservation International, a Iniciativa Verde, a Ecosia, o IIS, o INEA, o Projeto Refauna, a ASA, a AMBEV, o Parque Estadual dos Três Picos, entre outras, e diversas instituições de pesquisas do estado do Rio de Janeiro. Atualmente, a REGUA tem como presidente Nicholas Locke, bisneto de Hilmar Werner e vice-presidente Raquel Locke, sua esposa. A REGUA vem cultivando parcerias públicas e privadas nesta desafiadora tarefa de conservação e ao longo da sua história, tem adquirido propriedades rurais para integrar à Reserva para assim serem transformadas em RPPNs. Nicholas e Raquel - © REGUA 2001 A ONG Associação REGUA adquire seu CNPJ no 2° Cartório de Cachoeiras de Macacu. Início dos trabalhos de Educação Ambiental nas escolas de entorno e programa Jovem Guarda em parceria com a Associação Mico-Leao-Dourado e apoio financeiro da CI ( Conservação Internacional). 2005-2008 Projeto de Reintrodução do Mutum-do-Sudeste (Crax blumenbachii) em parceria com a Crax Brasil, Universidade de São Carlos e financiamento da Wetlands Trust (Reino Unido). 2013 O INEA chancela a criação da 1a RPPN da REGUA (302 h) pelo Instituto IBIO com apoio da SOS Mata Atlântica. 2017-2019 Renovação do patrocínio Petrobras Socioambiental. Inicia-se o projeto de Reintrodução de Antas através do Refauna, e reintrodução de Jacutingas através da SAVE Brasil. O INEA chancela a criação da 3a RPPN da REGUA na área conhecida como "João Paulo". 2024 Início do Projeto Replântica em parceria com a Universidade de Colônia (TH Koln) / Parceria Mitsubishi Corporation para atividades de educação ambiental. 2002 São contratados os primeiros guardas florestais. Primeira aquisição de terras para integrar o patrimônio da REGUA. Criação do Parque Estadual Três Picos (PETP) sobrepondo áreas da REGUA. 2008 Participação no evento Avistar que atrai observadores de aves para a Baixada Fluminense. 2013-2016 Patrocínio da Petrobras Socioambiental ampliando a escala da restauração florestal e educação ambiental, sendo esta expandida para todo o município de Cachoeiras de Macacu. 2020-2022 Terceira fase do Projeto Guapiaçu. Suspensão das atividades devido ao Covid. 2003 Aquisição da Fazenda São José com edificações adequadas para concentrar as atividades conservacionistas e atrair o público-alvo de observadores de aves. 2010 SOS Mata Atlântica financia a restauração florestal em áreas degradadas da REGUA. Com as reformas na infraestrutura da sede, REGUA começa a receber grupos de estudantes universitários e pesquisadores. 2014 REGUA recebe reconhecimento de Posto Avançado da Reserva da Biosfera Mata Atlântica. 2021 Aprovação do Plano de Manejo da REGUA. O INEA chancela a criação da 4° e 5° RPPN da REGUA. Parceria técnica-financeira com a WWF para a restauração de 20 hectares. 2004 Começo do projeto de restauração das áreas alagadas na Fazendas São José. Instituto Biomas elabora um levantamento faunístico evidenciando o bom estado de conservação da floresta. 2011 Iniciativa Verde financia a restauração florestal em áreas degradadas da REGUA. 2015 O INEA chancela a criação da 2a RPPN da REGUA (35,2 h) no bairro de Santa Maria. 1° OFF ( Observatório Florestal Fluminense) organizado pelo INEA e REGUA atraindo reflorestadores e um público interessado na restauração. 2022 Parceria com o Instituto Internacional para a Sustentabilidade (IIS) para o enriquecimento de uma área de 22 hectares e renovação da parceria técnico-financeira com a WWF. 2005 Convênio com MMA para a elaboração da Agenda 21 de Cachoeiras de Macacu. 2012 O sucesso da restauração florestal permite o financiamento do Mosaico Central Fluminense para ampliação do viveiro da REGUA. 2016 A Aliança para Clima, Comunidade e Biodiversidade aprova o reflorestamento de 100 hectares na culminância do projeto Guapiaçu Grande Vida (GGV), patrocinado pala Petrobrás. 2023 Início da parceria / patrocínio da Mitsubishi Corporation para as atividades de educação ambiental. 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