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- FAQ | REGUA
Perguntas frequentes FAQ REGUA Dúvidas, Sugestões e Reclamações? Por gentileza, enviar um e-mail para o contato@regua.org.br (contato@regua.org.br)ou acesse https://www.regua.org.br/contato.(https://www.regua.org.br/contato) Como chego na pousada (REGUA)? O aeroporto internacional mais próximo de nós é aeroporto do Galeão – Antônio Carlos Jobim (código IATA do aeroporto: GIG) na cidade do Rio de Janeiro, a cerca de 100 km de distância. Observe que muitas companhias aéreas internacionais não voam direto para o Rio de Janeiro, mas via São Paulo. Também existe o aeroporto de vôos nacionais no centro do Rio de Janeiro, o Santos Dumont. Do Rio de Janeiro existem três maneiras de chegar até nós: de carro alugado, ônibus público ou nosso serviço de transfer privado. O tempo de viagem é de aproximadamente 1 hora e meia. Veja nossa página de localização para mais detalhes e um mapa. Qual é a melhor época do ano para visitar e fazer observação de aves? Qualquer época do ano é boa, com diferentes épocas do ano oferecendo diferentes oportunidades de observação de pássaros. No sudeste do Brasil, de setembro a novembro é primavera, quando muitas aves estão se reproduzindo e muito mais vocais, tornando-as muito mais fáceis de serem avistadas. Entre abril e agosto as aves estão vocalizando menos, mas este é o tempo ápice para grandes bandos de espécies mistas. Esses bandos geralmente são tão grandes e contêm tantas espécies que você pode facilmente passar uma hora ou mais as identificando. As temperaturas nesta época do ano são mais amenas e, portanto, muitas aves também são bem ativas ao longo de todo o dia. O período da alta estação para observadores de pássaros se estende entre o final de julho a novembro. Como é o clima em geral? A maioria das trilhas da REGUA estão a uma altitude relativamente baixa, pelo que o clima é mais quente e úmido do que nas montanhas. Entre outubro e março a temperatura é quente e as chuvas são muito frequentes. Os meses de inverno de abril a setembro trazem um clima mais frio e seco, muitas vezes com períodos prolongados sem chuva. Quais são os requisitos de entrada no Brasil? Para visitar o Brasil por motivos de férias, a maioria dos países com acordos bilaterais não precisam de visto e podem permanecer no Brasil por até 90 dias. Se o seu passaporte tiver menos de 90 dias para expirar na data de sua chegada ao Brasil, você poderá ter sua entrada recusada. Da mesma forma, você pode ter sua entrada recusada se planeja viajar para outros países a partir do Brasil e seu passaporte tem menos de seis meses para expirar. Além disso, algumas companhias aéreas não permitem que você voe com menos de seis meses restantes em seu passaporte. Verifique com seu agente de viagens se tiver alguma dúvida. Observe que é lei brasileira que você carregue seu passaporte (ou uma fotocópia) com você o tempo todo, inclusive em todas as excursões fora da nossa Pousada. Quais inoculações eu preciso? Recomendamos que você entre em contato com seu médico ou uma clínica de Medicina de Viagens para obter orientação sobre quais vacinas você precisará. Uma boa fonte de informação para os visitantes do Reino Unido é o site do NHS National Services Scotland Fit for Travel. Observe que, se você estiver entrando no Brasil desde um país conhecido por ter febre amarela endêmica e não puder provar que foi vacinado, poderá ser impedido de entrar no Brasil. O vírus Zika foi registrado em torno da REGUA? O vírus Zika é transmitido principalmente por mosquitos e, para a maioria das pessoas, é uma infecção muito leve e não é prejudicial. No entanto, é mais grave para as mulheres grávidas, pois há evidências de que causa defeitos congênitos – em particular, cabeças anormalmente pequenas (microcefalia). O zika é encontrado em quase toda a América do Sul e Central, alguns estados do sul dos Estados Unidos, Índia, partes da África e sudeste da Ásia, incluindo Indonésia e Malásia. O conselho padrão para as pessoas que viajam para essas áreas é usar repelente de insetos e usar roupas folgadas que cubram os braços e as pernas. Até o momento (janeiro de 2019) não temos conhecimento de nenhum caso de Zika no município de Cachoeiras de Macacu onde a REGUA está localizada. Mais informações sobre o vírus Zika estão disponíveis na Organização Mundial da Saúde. Necessito fazer um seguro viagem? Aconselhamos vivamente aos hóspedes que façam uma apólice de seguro de viagem adequada para se proteger contra emergência médica, acidente pessoal, cancelamento, limitação de serviço, dinheiro, passaporte e bagagem. Observe que não podemos aconselhar sobre seguros de viagem. O que eu devo trazer? Outros itens essenciais para trazer incluem: Binóculos Câmera Botas/sapatos de caminhada de boa qualidade e resistentes Jaqueta impermeável leve Calças leves e de secagem rápida T-shirts ou camisas de secagem rápida de manga comprida e curta Um chapéu de aro ou um boné Repelente de insetos Protetor solar Uma pequena mochila (para caminhadas) Roupa de banho (para a piscina e cachoeiras ao longo das trilhas) Adaptador de plugue de dois pinos Uma pequena lanterna (para qualquer excursão noturna) Um pano de limpar lentes Uma garrafa de água Também pode ser muito úmido, então vale a pena trazer alguns pacotes de sílica gel (disponíveis em lojas de câmeras) para manter binóculos, câmeras e equipamentos elétricos livres de umidade. Que guias de campo você recomenda? Em 2015, a REGUA publicou o primeiro guia de campo para as aves da região da Serra dos Órgãos no sudeste do Brasil (ISBN-13: 9788591915705). Este guia fotográfico apresenta 875 imagens de mais de 500 espécies de aves que podem ser encontradas na REGUA e na Serra dos Órgãos. Cópias estão disponíveis no Reino Unido no Brazilian Atlantic Rainforest Trust ou em todo o mundo na NHBS. Pouco depois do lançamento deste primeiro livro, o guia de campo "Aves da Serra dos Órgãos e Adjacências" (ISBN: 978-85-919157-1-2), cuja repercussão foi bastante positiva entre o público geral e a crítica especializada, foi lançado. O presente trabalho tem como objetivo principal apresentar a quase totalidade das espécies de aves que ocorrem nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo por meio de pranchas fotográficas. O livro contém 161 pranchas, ilustrando 936 espécies com 1765 imagens.Este exemplar também está à venda na REGUA. O melhor guia de campo disponível atualmente cobrindo todas as aves do Brasil é A Field Guide to the Birds of Brazil, Ber van Perlo, 2009 (ISBN-13: 9780195301557). A NHBS no Reino Unido oferece entrega em todo o mundo e também doa à REGUA uma pequena comissão por cada cópia vendida. Para quem está alugando carro, o melhor mapa é o Mapa Rodoviário Brasileiro 2006 Rio de Janeiro (1:500.000), publicado pelo Guia Quatro Rodas. Este mapa cobre todo o estado do Rio de Janeiro, mostra os parques nacionais e também inclui bons mapas da cidade e um gráfico de distâncias. O mapa está disponível no Reino Unido em Stanfords, ou localmente no Brasil. Há serviço de lavanderia disponível na pousada? Sim, com exceção de roupas íntimas e meias. Há uma pequena taxa adicional. Observe que toda a roupa é seca no varal, portanto, os tempos de secagem variam dependendo do clima. As refeições vegetarianas estão disponíveis na Pousada? Sim, por favor indique as suas necessidades alimentares no momento da reserva. Há internet e telefone locais? A pousada dispõe de Wi-Fi gratuito para os hóspedes. Se houver a necessidade de realizar uma chamada nacional, por favor informar aos colaboradores da REGUA. Há energia para carregar minha câmera e laptop? Tomadas elétricas de 110 volts estão localizadas em todo as insalações e alojamentos para você usar. Também temos tomadas de 220 volts na área de jantar e no escritório da REGUA, se necessário. Os colaboradores falam inglês? Nicholas e Raquel Locke falam inglês e português (e Raquel fala espanhol), e nosso guia de pássaros Adilei fala um pouco de inglês básico. A maioria dos outros funcionários da REGUA fala apenas português. Nosso anfitrião voluntário e guias de pássaros também falam inglês. Existem lojas nas proximidades? Há algumas lojas, supermercados, uma farmácia e bares nas vilas vizinhas de Guapiaçu e Matumbo, onde você pode comprar bebidas, lanches, baterias e outros mantimentos. A cidade de cachoeiras de Macacu fica a meia hora de viagem de carro ou ônibus. Como faço uma reserva? Para fazer uma consulta ou uma reserva, entre em contato com Nicholas, Thomas ou Raquel Locke por e-mail (turismo@regua.org.br (mailto:turismo@regua.org.br)ou WhatsApp +55 21 98370-6712).
- Eventos | REGUA
A REGUA disponibiliza seu espaço para realização de eventos de um dia ou mais, desde que estejam relacionados à missão institucional da organização. Nossos espaços podem comportar até 120 pessoas, contamos com auditório, banheiros, estacionamentos, wifi, cozinha e espaço para refeição. EVENTOS Sucesso no primeiro curso do Projeto Replântica em 2025 com foco no setor público Projeto Replântica Conclui 2024 com Lançamento da Rede Participativa para Restauração Ecológica Encerramento do 6º Curso do Projeto Replântica em 2024 com Êxito Projeto REPLÂNTICA Realiza Curso para Proprietários Rurais de Cachoeiras de Macacu Estrelas da Terra II emociona público na REGUA com histórias inspiradoras sobre a conexão com o meio ambiente Reserva Ecológica de Guapiaçu participa do I Congresso Estadual Florestal do Rio de Janeiro Encerramento do Programa Jovem Guarda 2024 reúne alunos e familiares em evento na REGUA Projeto Replântica conclui 4º curso sobre Restauração Florestal com sucesso Alunos do Projeto Replântica visitam patrimônio histórico de Cachoeiras de Macacu em aula prática REGUA lança Projeto Replântica com participação internacional para Restauração Florestal Estudantes de universidades públicas do Rio de Janeiro Participam de Curso de Conservação Ambiental na REGUA - 3° Curso Replântica Reserva Ecológica de Guapiaçu sedia evento do Agosto Dourado em Cachoeiras de Macacu Curso Florescência termina com êxito, destacando o papel das mulheres na Restauração Florestal Curso Florescência inicia com Êxito, Enfatizando o papel das mulheres na Restauração Florestal Sucesso na 1° Capacitação em Restauração Florestal: Parceria Internacional promove onhecimento local e conservação ambiental REGUA participa do lançamento oficial do programa regenerativo “Pró-Águas Rio” "Viva a Mata" Celebra a Mata Atlântica e homenageia defensores ambientais Lançamento de Projeto para Recuperação da Mata Atlântica no Recôncavo da Guanabara Global Big Day 2024: Brasil Supera Mil Observadores e Registra 1,2 Mil Espécies em 24 Horas Evento "Esporte é Natureza" na Reserva Ecológica de Guapiaçu atrai Mais de 100 Participantes III Encontro Científico da Reserva Ecológica de Guapiaçu: Promove Ciência e a Conservação Ambiental III Encontro Científico da REGUA e I Workshop para o Plano de Pesquisa da REGUA: 8 a 10 de Maio de 2024 Workshop Sabores da Terra anima a REGUA 1° Bebê Natureza de 2024 REGUA participa de curso em educação ambiental no Jardim Botânico A REGUA disponibiliza seu espaço para realização de eventos de um dia ou mais, desde que estejam relacionados à missão institucional da organização. Nossos espaços podem comportar até 120 pessoas, contamos com auditório, banheiros, estacionamentos, wifi, cozinha e espaço para refeição.
- Bebê Natureza | REGUA
O programa Bebê Natureza iniciou em agosto de 2022 e tem como objetivo o fortalecimento do vínculo da criança com a natureza. O Marco Legal da Primeira Infância, LEI Nº 13.257, DE 8 DE MARÇO DE 2016. BEBÊ NATUREZA O programa Bebê Natureza iniciou em agosto de 2022 e tem como objetivo o fortalecimento do vínculo da criança com a natureza. O Marco Legal da Primeira Infância, LEI Nº 13.257, DE 8 DE MARÇO DE 2016. é a premissa do programa que tem como seu público alvo, crianças de 0 a 6 anos, “ em atenção à especificidade e à relevância dos primeiros anos de vida no desenvolvimento infantil e no desenvolvimento do ser humano”. São realizados 6 encontros: primeiro encontro (Grávidas e puérperas), segundo encontro (crianças de 1 e 2 anos), terceiro encontro (crianças de 3 anos), quarto encontro (crianças de 4 anos), quinto encontro (crianças de 5 anos) e sexto encontro (crianças de 6 anos). Acervo - © REGUA Durante os encontros do programa os participantes vivenciam momentos de conexão com a natureza junto a equipe composta por profissionais da saúde e educação ambiental. Cada público possui cronogramas e atividades específicas que contribuem para o bem-estar das famílias, fortalecendo a importância do contato da primeira infância com a natureza para a qualidade de vida. Fazendo com que cada participante se reconheça como parte de um ciclo contínuo para uma melhor qualidade de vida. Acervo - © REGUA As ações do programa são inspiradas nas metodologias Sharing Nature e Reggio Emília que evidencia a diferença da subjetividade e reforça o valor de cada indivíduo. Priorizando um modelo educativo que dê conta de todas as particularidades dos Bebês Natureza e suas famílias, favorecendo os vínculos sociais e fortalecendo a “Vitamina N”, Natureza. Acervo - © REGUA
- Birdwatching | REGUA
Contamos com uma pousada confortável e recebemos hóspedes de diferentes países, que em geral se interessam pela observação de aves, ou o birdwatching. Nossa sede, incluindo as áreas comuns e a pousada, têm fácil acesso a uma rede de trilhas e abrigos para a observação de aves. BIRDWATCHING Contamos com uma pousada confortável e recebemos hóspedes de diferentes países, que em geral se interessam pela observação de aves, ou o birdwatching. Nossa sede, incluindo as áreas comuns e a pousada, têm fácil acesso a uma rede de trilhas e abrigos para a observação de aves. Organizamos para os nossos hóspedes excursões para a observação de aves em locais fora da REGUA. Algumas das aves mais procuradas: Saudade-de-asa-cinza, a Garrincha-chorona, o Cuitelão, o Formigueiro-do-litoral, o Beija-flor-de-topete-verde, a Saudade, o Maracanã e o Colhereiro. Chibante (Laniisoma elegans) - © REGUA Na REGUA, já foram registradas 487 espécies de aves na REGUA, incluindo 62 endêmicas do Brasil, 118 endêmicas da Mata Atlântica, 12 espécies ameaçadas classificadas pela Lista Vermelha da IUCN e 29 espécies classificadas como Quase Ameaçadas. Mais de 220 espécies de aves já foram registradas nos famosos Alagados da REGUA. As especialidades da REGUA incluem o Chibante, o Patinho-de-asa-castanha, o Saí-de-pernas-pretas, o Narcejão, a Mãe-da-lua, a Sabiá-cica e o Arapapá. Outras aves endêmicas muito procuradas incluem o Gavião-pombo-pequeno, o Topetinho-vermelho, o Araçari-poca, a Choquinha-cinzenta, o Formigueiro-assobiador, o Cuspidor-de-máscara-preta, o Tangarazinho e a Araponga. Lista completa: Clique para acessar Saíra-lagarta (Tangara desmaresti ) - © REGUA Jovem tie-sangue (Ramphocelus bresilius ) - © REGUA Ariramba de cauda ruiva (Galbula ruficauda ) © REGUA Caburé miudinho (Glaucidium minutissimum ) - © REGUA Saíra-de-chapéu-preto (Nemosia pileata ) - © REGUA Tucanuçu (Ramphastos toco ) - © REGUA Beija-flor-rajado (Ramphodon naevius ) - © REGUA
- Planos de Cursos 2024 | Replântica
Um dos principais objetivos da REGUA, desde sua criação, foi desenvolver um programa de sensibilização ambiental que envolvesse todas as comunidades inseridas na bacia do Rio Guapiaçu. A ideia principal é despertar o desejo de conservação dos remanescentes da Mata Atlântica na região através do fomento do conhecimento e reconhecimento do seu inestimável valor biológico e dos seus serviços ambientais. Planos de Cursos 2024 Voltar Plano de Curso 1: Primeiro setor Plano de Curso 2: Mulheres no campo Plano de Curso 3: Estudantes universitários Plano de Curso 4: Comunidades locais Plano de Curso 5: Proprietários locais Plano de Curso 6: Terceiro setor
- Publicações | REGUA
Diversos projetos de pesquisas, atualmente, estão sendo realizados na REGUA. Podemos listar: PUBLICAÇÕES Pesquisas realizadas na forma de Doutorados, Mestrados e Iniciação Científica: Ambiente e Biodiversidade Biologia Molecular Luciana Ardenghi Fusinatto (2013) Diversidade genética em um grupo de anuros em miniatura endêmico da Mata Atlântica brasileira (Euparkerella Griffiths 1959) Doutorado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução. Orientador: Carlos Frederico Duarte da Rocha. link Ciclagem de Nutrientes Beatriz Moreira Ferreira (2024) Ciclagem de nutrientes em paisagens fragmentadas: a importância da qualidade da matriz. Doutorado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Eugenia Zandonà Cecília Lopes Silva (2021) Decomposição de folhiço em poças experimentais Iniciação Científica, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Ciências Biológicas, Orientador: Eugenia Zandonà Lohana Lopes Lameira (2021) Estoque de carbono acima do solo promovido por espécies arbóreas na Mata Atlântica. Iniciação Científica, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, Engenharia Agronômica, Orientador: Jerônimo Boelsums Barreto Sansevero Viviane Figueiredo Souza (2017) Mecanismos da ciclagem de nitrogênio e emissão de óxido nitroso (N2O) em solos de diferentes latitudes, Doutorado, Universidade Federal Fluminense, UFF, PPG Geociências (Geoquímica), Orientador: Alex Enrich Prast link Ecologia – Comunidades - Geral Julian Nicholas Willmer (2024) Biological communities near forest edges: patterns and processes, Doutorado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Jayme Augusto Prevedello Pedro Paulo da Silva Ferreira (2022) Papéis contrastantes dos diferentes componentes da composição funcional das comunidades ao determinar o funcionamento dos ecossistemas, Doutorado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Ecologia, Orientador: Andre Tavares Correa Dias Ecologia – Fauna - Aracnídeos Gabriel Assunção Oliveira (2021) Diversidade de aranhas (Arthropoda: Arachnida) na Reserva Ecológica de Guapiaçu (Cachoeiras de Macacu, Rio de Janeiro, Brasil), Mestrado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Zoologia Orientador: Jorge Luiz Nessimian link Hector Baruch Pereira Schinelli (2019) Diversidade de Aranhas (Arthropoda: Arachnida) na Reserva Ecológica de Guapiaçu (Cachoeiras de Macacu, Rio de Janeiro, Brasil) Iniciação Científica, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Bacharelado em Ciências Biológicas, Orientador: Renner Luiz Cerqueira Baptista Ecologia – Fauna – Aves Caio César Corrêa Missagia (2019) Investigando a especialização ecológica em sistemas de polinização ornitófilos: mutualistas e antagonistas florais em um contexto funcional. Doutorado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Maria Alice dos Santos Alves Cassio Jones de Oliveira Mendes (2021) Performance de polinização por beija-flores: comparação entre métodos, estratégias ecológicas de plantas e forrageamento de beija-flores, Doutorado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Maria Alice dos Santos Alves Eduardo Cansi Ramos (2016) O efeito de borda sobre a composição e riqueza de aves em remanescentes de Mata Atlântica, Mestrado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Ecologia, Orientador: Marcus Vinícius Vieira link Giovanni Lacé Marini (2023) Intensidade de interações em resposta à manipulação de recurso floral: a concentração do néctar influencia visitas predominantes por beija-flores Mestrado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução Orientador: Maria Alice dos Santos Alves Júlia Mendonça de Almeida (2022) Efeitos do roubo de néctar no forrageamento e no território de beija-flores: uma abordagem experimental, Mestrado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Maria Alice dos Santos Alves Julian Nicholas Willmer (2017) A influência de elementos da paisagem e da intensidade de cultivo sobre a comunidade de aves e o serviço ambiental de controle de pragas, Mestrado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ PPG Ecologia, Orientador: Jayme Augusto Prevedello link Luciana Barçante Ferreira (2013) Distribuição e deslocamento altitudinais de aves na Mata Atlântica, ênfase em beija-flores, Doutorado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ PPG, Ecologia e Evolução, Orientador: Maria Alice dos Santos Alves link Ecologia – Fauna – Bioacústica Hidde de Graaff (2017) A trait-based approach to understand the impact of fragmentation on acoustic biodiversity, Mestrado, Vrije Universiteit Amsterdam, VU, Orientador: Wouter Halfwerk e Maurio Almeida-Gomes Ecologia – Fauna – Coleópteros Ederson José de Oliveira Júnior (2022) Diversidade e taxonomia de curculionídeos (Insecta, Coleoptera) associados a macrófitas aquáticas na Reserva Ecológica de Guapiaçu (Cachoeiras de Macacu - RJ), Mestrado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Zoologia, Orientador: José Ricardo Miras Mermudes. Michele Leocádio Gaspar (2015) Diversidade de Cassidinae Gyllenhal, 1813 (Coleoptera: Chrysomelidae) na Reserva Ecológica de Guapiaçu (Cachoeiras de Macacu, RJ) e suas plantas hospedeiras, Mestrado, Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ, PPG Zoologia, Orientador: José Ricardo Miras Mermudes link Ecologia – Fauna – Herpetofauna Carla da Costa Siqueira (2012) Anfíbios de uma área de Mata Atlântica do Brasil: composição, distribuição altitudinal das espécies e influência dos fatores ambientais sobre os parâmetros da assembléia de anuros, Doutorado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Ecologia, Orientador: Carlos Frederico Duarte da Rocha David Geber de Lima (2019) Fatores que afetam populações e comunidades de anfíbios em ambientes ripários em uma Paisagem da Mata Atlântica no Rio de Janeiro, Mestrado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Ecologia Orientador: Mauricio de Almeida Gomes Henrique José de Oliveira (2022) Dieta da rã-das-pedras (Thoropa miliaris) (Anura: Cycloramphidae) na Serra do Mar e Serra da Mantiqueira, Sudeste do Brasil, Mestrado, Universidade Federal de Juiz de Fora, UFJF, PPG Biodiversidade e Conservação da Natureza, Orientador: Henrique Caldeira Costa, link João Gabriel Frade Pannunzio (2023 – em andamento) Efeito de árvores isoladas na dinâmica espaço-temporal de uma metacomunidade de anuros, Mestrado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Ecologia, Orientador: Marcus Vinícius Vieira João Luiz de Caires Souza (2022) Unindo ecologia de ecossistemas e ecologia de paisagens: uma abordagem experimental para entender a produção secundária de girinos em paisagens fragmentadas, Mestrado, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UNIRIO, PPG Ciências Biológicas (Biodiversidade Neotropical), Orientador: Eugenia Zandonà link Júlia Espinosa da Silva (2023 – em andamento) Aspectos de ecofisiologia de girinos, Iniciação Científica, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Ciências Biológicas Orientador: Eugenia Zandonà Logan Stockwell (2018) The subtle art of eavesdropping: How forest fragmentation alters selection pressures on the sexual signals of frogs, Mestrado, University of Amsterdam, UvA, Orientador: Wouter Halfwerk e Mauricio de Almeida Gomes Marlon Almeida dos Santos (2018) Relações de tamanho, massa e dieta no nicho alimentar em uma comunidade de anuros na Mata Atlântica, Doutorado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Carlos Frederico Duarte da Rocha, link Mauricio de Almeida Gomes (2012) Composição e abundância das espécies de anfíbios e répteis em uma paisagem fragmentada de Mata Atlântica no Estado do Rio de Janeiro, Doutorado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Carlos Frederico Duarte da Rocha, link Vitor Nelson Teixeira Borges Jr. (2014) Distribuição das assembleias de girinos associadas a riachos da Reserva Ecológica de Guapiaçu, Cachoeiras de Macacu, Rio de Janeiro, Brasil, Doutorado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Carlos Frederico Duarte da Rocha, link Ecologia – Fauna – Hymenoptera Corina Anahí Barrera (2016) Interações entre forídeos parasitóides (Diptera:Phoridae) e Acromyrmex niger (Hymenoptera: Formicidae) em uma paisagem fragmentada da Mata Atlântica (RJ), Mestrado, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro UFRRJ PPG Ciências Ambientais e Florestais, Orientador: Jarbas Marcal de Queiroz link Marina Vasconcelos de Oliveira (2017) Efeitos dos ninhos de Atta sexdens (Linnaeus, 1758) (Hymenoptera: Formicidae) sobre a estrutura da comunidade de artrópodes do solo na Mata Atlântica, Mestrado , Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, PPG Biologia Animal, Orientador: Jarbas Marçal de Queiroz link Paula Ferreira Grossi (2022) Estrutura de comunidade de formigas da serapilheira: a influência das espécies de árvores e técnicas de amostragem, Mestrado, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, PPG Biologia Animal, Orientador: Jarbas Marcal de Queiroz Ecologia – Fauna – Invertebrados (geral) Maria Eduarda Rocha Ximenes (2024 – em andamento) Efeito de árvores-isoladas nas comunidades de invertebrados em um sistema experimental de poças artificiais, Iniciação Científica, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Ciências Biológicas, Orientador: Eugenia Zandonà. Ecologia – Fauna – Lepidópteros Beatriz da Silva Monteiro Lima (2022 – em andamento) O indivíduo na paisagem: capacidade perceptual em borboletas tropicais, Doutorado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Ecologia, Orientador: Márcio Zikán Cardoso Brendha Alvares dos Santos (2022 – em andamento) Capacidade sensorial de diferentes espécies de borboletas tropicais, Mestrado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Ecologia, Orientador: Márcio Zikán Cardoso Bruna de Cássia Menezes Ramos (2018) Processos cognitivos em borboletas danaíneas e heliconíneas no contexto da alimentação, Doutorado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Ecologia, Orientador: Daniela Rodrigues link Marcio Luiz Gonçalves D Arrochella (2019) Conectividade potencial de fragmentos florestais e paisagens de Mata Atlântica a partir das trajetórias de voo de mariposas e modelagem atmosférica em Cachoeiras de Macacu – RJ, Doutorado, Universidade Federal Fluminense, UFF, PPG Geografia, Orientador: Jorge Luiz Fernandes de Oliveira link Pedro Paulo da Silva Ferreira (2017) História de vida e comportamento de duas espécies neotropicais de Danaini (Lepidoptera: Nymphalidae) em apocináceas nativas e exóticas, Mestrado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Ecologia, Orientador: Daniela Rodrigues, link Ecologia – Fauna – Mamíferos Boris Rios Uzeda (2017) Movement and dispersal of small mammals: predictive models based on biological traits, and Lévy walks by marsupials in a landscape of fragmented Atlantic Forest. Doutorado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Ecologia, Orientador: Marcus Vinícius Vieira Camila Sant’Anna dos Santos (2013) Quiropterofauna da Reserva Ecológica de Guapiaçu, Cachoeiras de Macacu, RJ: considerações sobre a composição e a diversidade e comparações com comunidades de morcegos de outras áreas de Mata Atlântica no Sudeste do Brasil, Mestrado, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UNIRIO, PPG Ciências Biológicas (Biodiversidade Neotropical), Orientador: Davor Vrcibradic, link Carolina Leão de Souza e Silva (2024) Temporal segregation, occupancy and detection dynamics of medium and large-sized mammals, alongside one ground-dwelling bird, in the Brazilian Atlantic Forest: a comprehensive study using camera-trap data, Mestrado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Ecologia, Orientador: Carlos Eduardo Viveiros Grelle Hermano Gomes Albuquerque (2010) Comunidade de pequenos mamíferos em uma paisagem município de Cachoeira de Macacu - RJ, Mestrado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Helena de Godoy Bergallo, link Hugo Daniel Freire Anselmo (2022 – em andamento) Ecologia comportamental e conservação de Puma concolor na Mata Atlântica do Brasil, Mestrado, Universidade do Porto, UP, Orientador: Nuno Miguel Pinto de Sousa Monteiro Israel Dias de Carvalho (2013) Caracterização da comunidade de mamíferos de médio e grande porte da Reserva Ecológica de Guapiaçu, Cachoeiras de Macacu, RJ, Mestrado, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, PPG Ciências Ambientais e Florestais, Orientador: Alexandra Pires Fernandez, link Manoel Comes Muanis (2017) Movimentos longos na matriz por Philander frenatus: dispersar para persistir, Doutorado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Ecologia, Orientador: Marcus Vinícius Vieira Priscila Stéfani Monteiro Alves (2020 – em andamento) A poluição invisível da matriz antropogênica: bioacumulação de Poluentes Orgânicos Persistentes em morcegos na Mata Atlântica, Doutorado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Helena de Godoy Bergallo Renan de França Souza (2013) Comunidade de Morcegos (Mammalia, Chiroptera) da Reserva Ecológica de Guapiaçu, Estado do Rio de Janeiro, Sudeste do Brasil, Iniciação Científica, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Ciências Biológicas, Orientador: Ricardo Tadeu Santori Renan de França Souza (2015) Diversidade de morcegos (Mammalia, Chiroptera) em um mosaico de usos de solo na Reserva Ecológica de Guapiaçu, RJ, Sudeste do Brasil, Mestrado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Mara Cíntia Kiefer link Renan de França Souza (2019) Variações temporais em uma taxocenose de morcegos (Mammalia, Chiroptera) na Reserva Ecológica de Guapiaçu, Cachoeiras de Macacu, RJ, Doutorado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Carlos Eduardo Lustosa Esbérard link Tiago Souto Martins Teixeira (2018) Bats in a fragmented world, Doutorado, Queen Mary University of London, QMUL, Orientador: Elizabeth Clare Yan Rodrigues de Oliveira (2022) Estudo ecológico de Felídeos (Mammalia: Carnívora) da REGUA, Parque dos Três Picos. Iniciação Científica, UniSãoJosé, Ciências Biológicas, Orientador: Andre Monnerat Lanna Ecologia – Fauna – Peixes Ellen Martins Camara (2015) Escalas Espaciais e Comunidades de Peixes de Riachos em Bacias Hidrográficas que Compartilham o Divisor de Águas, Região Serrana, RJ, Doutorado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Ecologia, Orientador: Erica Maria Pellegrini Caramaschi link Priscila Oliveira Cunha (2021) Fish as bags of macro and micronutrients: factors that influence fish excretion and body stoichiometry, Doutorado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG, Ecologia e Evolução, Orientador: Eugenia Zandonà Thiago Fonseca de Barros (2017) Estrutura populacional, estratégia reprodutiva e deslocamento de Rhamdioglanis transfasciatus Miranda Ribeiro, 1908, bagre endêmico de riachos costeiros de Mata Atlântica, Mestrado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Ecologia, Orientador: Erica Maria Pellegrini Caramaschi, link Victor de Brito (2018) Espécies de peixes como indicadores da qualidade da água em bacias costeiras do sudeste brasileiro, Mestrado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Zoologia, Orientador: Paulo Andreas Buckup Ecologia – Flora – Arbóreas e Arbustivas Alain Rodrigues Thirkell Wheatley (2019) Florística e fitossociologia do componente arbóreo em um trecho de Floresta Ombrófila Densa Submontana sob dois distintos históricos de uso na Região Sudeste do Brasil, Iniciação Científica, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UNIRIO, Ciências Ambientais Orientador: André Scarambone Zaú Kelly Cristina da Silva Gonçalves (2016) Efeito do Gradiente Altitudinal na Estrutura e Riqueza de Melastomataceae em um Trecho de Floresta Atlântica do Sudeste do Brasil, Doutorado, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, PPG Ciências Ambientais e Florestais, Orientador: André Felippe Nunes de Freitas, https://tede.ufrrj.br/jspui/handle/jspui/1377 Marcelle Barboza Pacheco Cardoso (2017 – em andamento) O papel de árvores isoladas sobre a regeneração natural e manutenção da biodiversidade em paisagens fragmentadas da Mata Atlântica, Doutorado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Ecologia, Orientador: Rui Cerqueira Silva Maria Izabel Duarte Garcia (2017) Florística e fitossociologia em remanescentes de Mata Atlântica no sudeste brasileiro: Reserva Ecológica de Guapiaçu e fragmentos florestais nas proximidades. Iniciação Científica, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UNIRIO, Bacharelado em Ciências Ambientais, Orientador: André Scarambone Zaú Marina Coimbra de Azevedo (2016) Débito de extinção e diversidade filogenética de espécies arbóreas: importância para o planejamento da conservação em uma paisagem fragmentada de Mata Atlântica, Mestrado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Ecologia, Orientador: Marcus Vinícius Vieira link Ricardo Finotti Leite (2010) Composição específica, estrutura e similaridade florística de fragmentos florestais sob diferentes graus de distúrbio (Guapi-Mirim-RJ), Doutorado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Ecologia, Orientador: Irene Ester Gonzalez Garay Ecologia – Flora – Epífitas Aline dos Santos Dias (2017) Composição e estrutura da comunidade epifítica ao longo de uma variação altitudinal em áreas de Mata Atlântica no Rio de Janeiro, Doutorado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Carlos Frederico Duarte da Rocha Mariana Monteiro de Almeida (2016) Florística e fenologia de Bromeliaceae na Reserva Ecológica de Guapiaçu, RJ, Mestrado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Ciências Biológicas (Botânica), Orientador: Andrea Ferreira da Costa Mariana Moreira da Silva Murakami (2019) Epífitas vasculares nas trilhas da Reserva Ecológica de Guapiaçu: estrutura da comunidade e proposta de trilha interpretativa para educação, Mestrado, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, PPG Práticas em Desenvolvimento Sustentável, Orientador: André Felippe Nunes de Freitas link Nadjara de Medeiros Corrêa (2021) Ecologia de epífitas vasculares sobre árvores isoladas em uma matriz agrícola na Bacia Guapi-Macacu, Doutorado, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, PPG Ciências Ambientais e Florestais, Orientador: André Felippe Nunes de Freitas Ecologia – Flora – Herbáceas Arthur Vinícius dos Santos Couto (2010) Padrões de habitats das espécies de Begonia (Begoniaceae) da Reserva Ecológica de Guapiaçu, Cachoeiras de Macacu, RJ, Brasil., Iniciação Científica, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, Engenharia Florestal, Orientador: Eliane de Lima Jacques Caio César Corrêa Missagia (2014) Ecologia da polinização de duas espécies simpátricas de Heliconia (L.) L. (Heliconiaceae) em área de Mata Atlântica, Mestrado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Maria Alice dos Santos Alves Ecologia – Flora – Palmeira s Aline Cavalcante de Souza (2014) Distribuição e abundância de Euterpe edulis ao longo de um gradiente atitudinal na Mata Atlântica, Doutorado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Ecologia, Orientador: Eduardo Arcoverde de Mattos Ecologia – Flora – Plantas aquáticas Arthur Rodrigues Lourenço (2019) Diversidade e conservação de Hydrocharitaceae no Brasil, Mestrado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Ciências Biológicas (Botânica), Orientador: Claudia Petean Bove link Ecologia de ecossistemas aquáticos Andréa Franco de Oliveira (2011) Planejamento ambiental da bacia hidrográfica do rio Guapi-Macacu: Estudo da paisagem e qualidade ecológica, Doutorado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Biociências, Orientador: Timothy Peter Moulton, link Beatriz Moreira Ferreira (2019) O efeito da cobertura vegetal na distribuição de um consumidor aquático na ciclagem de nutrientes, Mestrado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Eugenia Zandonà link Bruna Suelen da Silva (2021) Como remanescentes florestais influenciam o funcionamento e a diversidade em um córrego exposto à fragmentação da vegetação ripária?, Mestrado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Timothy Peter Moulton link Eduardo Francisco da Silva Junior (2017) Efeitos da cobertura vegetal ripária sobre o metabolismo e biodiversidade de córregos de Mata Atlântica na Bacia do Rio Guapiaçu, Doutorado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Timothy Peter Moulton, link Fausto Machado da Silva (2009) Estoque e variação de isótopos estáveis de carbono e nitrogênio em perifíton, material particulado e algas em gradiente de impacto antropogênico no sistema hidrográfico de Guapi-Macacu, Mestrado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Timothy Peter Moulton link João Luiz de Caires Souza (2022 – em andamento) Unindo Ecologia de Ecossistemas e Ecologia de Paisagens: Como a qualidade da matriz afeta o fluxo de energia e produção secundária em ambientes aquáticos, Doutorado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Eugenia Zandonà Matthias Rominger (2008) The quantity and sediment load of surface waters in Guapiaçu Basin and the consideration of the influence of land use patterns, Mestrado, Universität Leipzig, Geografia, Orientador: Jürgen Heinrich Monalisa da Silva Araújo (2015) Decomposição foliar e produção secundária como indicadores funcionais em um gradiente de impacto de cobertura do solo ripário em rios tropicais, Mestrado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Eugenia Zandonà link Orlando de Marques Vogelbacher (2019 – em andamento) A dinâmica da produtividade autotrófica e bacteriana no perifíton em córregos tropicais: o papel regulador de nutrientes, herbívoros e predadores, Doutorado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Eugenia Zandonà Tauany Aparecida da Silva Santa Rosa Rodrigues (2020 – em andamento) Efeito das ameaças globais à biodiversidade na estrutura e no funcionamento dos ecossistemas aquáticos continentais, Doutorado Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Ecologia, Orientador: Vinicius Fortes Farjalla Vinícius Neres de Lima (2009) Estudos de estruturas tróficas e de impactos antropogênicos de córregos do sistema hidrográfico Guapi-Macacu: isótopos estáveis Mestrado Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Timothy Peter Moulton, link Vinícius Neres de Lima (2013) Fluxo de carbono em teias tróficas e métricas de estrutura trófica da comunidade de rios florestados e impactados da bacia do rio Guapi- Macacu, Rio de Janeiro, Doutorado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Timothy Peter Moulton link Geomorfologia Marcelo Ambrósio Ferrassoli (2006) Geologia do Maciço Granítico dos Frades, Iniciação Científica, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Geologia, Orientador: Miguel Antonio Tupinamba Araujo Souza Inventário – Fauna Eder Cleyton Barbosa de França (2019) Guia de formigas (Hymenoptera: Formicidae) da Reserva Ecológica de Guapiaçu: Uma proposta para conservação de formigas da Mata Atlântica do Rio de Janeiro, Iniciação Científica, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, Bacharelado em Ciências Biológicas, Orientador: Jarbas Marcal de Queiroz Rayssa Santos de Almeida Pires (2021) Uma década de inventário de morcegos na Reserva Ecológica de Guapiaçu, Iniciação Científica, Centro Universitário Celso Lisboa, Ciências Biológicas, Orientador: Roberto Leonan Morim Novaes Inventário – Flora Marco Túlio Ferreira de Lima (2021) Levantamento florístico de arbustos e trepadeiras na Reserva Ecológica de Guapiaçu, Iniciação Científica, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Ciências Biológicas, Orientador: Cristiana Koschnitzke André Vidal Soares (2018) Plantas aquáticas da reserva ecológica Guapaçu (Regua), Cachoeiras de Macacu, RJ: Floristica de plantas aquáticas vasculares. Iniciação Científica, Faculdades Integradas Maria Thereza FAMATH, Ciências Biológicas, Orientador: Gisa Eneida Marques Machado Refaunação Christine Steiner Bernardo (2010) Reintrodução de mutuns-do sudeste Crax blumenbachii (Cracidade) na mata atlântica da Reserva Ecológica de Guapiaçu (Cachoeiras de Macacu, RJ, Brasil), Doutorado, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, PPG Zoologia, Orientador: Mauro Galetti Rodrigues link Caio Luiz Britto Gonçalves de Almeida (2022) Reintrodução de antas Tapirus terrestris na Mata Atlântica, Iniciação Científica, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, IFRJ, Ciências Biológicas, Orientador: Maron Galliez Gabriela de Castro Burattini (2020 – em andamento) Potencial da Tapirus terrestris em auxiliar na regeneração de áreas abertas da Reserva Ecológica Guapiaçu através da dispersão de sementes por diferentes habitats., Mestrado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Ecologia, Orientador: Fernando Antonio dos Santos Fernandez Hugo dos Santos de Moura (2024) Resposta funcional da assembleia de Scarabaeinae (Scarabaeidae, Coleoptera) à reintrodução da anta Tapirus terrestris na mata Iniciação Científica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, IFRJ Ciências Biológicas Orientador: Maron Galliez Júlia Bontempo Cardoso Emydio (2023) Ferramentas genéticas para apoio à reintrodução de antas Tapirus terrestris na Mata Atlântica do Rio de Janeiro, Mestrado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Haydée Andrade Cunha Júlia Bontempo Cardoso Emydio (2024) Diversidade genética, filogeografia e estruturação populacional em antas (Tapirus terrestris): implicações para a conservação in e ex-situ, Doutorado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Haydée Andrade Cunha Larissa Farias (2019) Uso do espaço por antas reintroduzidas na Mata Atlântica, Iniciação Científica, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, IFRJ, Ciências Biológicas, Orientador: Maron Galliez Lucas Rodrigues Martinez (2022) Besouros rola-bosta na Mata Atlântica: Restabelecendo interações ecológicas a partir da reintrodução da anta., Iniciação Científica, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, IFRJ, Ciências Biológicas, Orientador: Maron Galliez Lucas Rodrigues Martinez (2022) Besouros rola-bosta na Mata Atlântica e antas: Restabelecendo interações ecológicas a partir da reintrodução da anta., Iniciação Científica, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, IFRJ, Ciências Biológicas, Orientador: Maron Galliez Matheus Agles de Lima Ferreira (2023) Padrão de atividade da anta brasileira Tapirus terrestris reintroduzida na Mata Atlântica., Iniciação Científica, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, IFRJ, Ciências Biológicas, Orientador: Maron Galliez Philipe Rivera Fróes (2021) Após a Antropopausa: respostas da vida selvagem ao retorno das atividades humanas em unidades de conservação, Iniciação Científica, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro IFRJ, Ciências Biológicas, Orientador: Maron Galliez Rafaela Barboza Pacheco (2022) Potential effects of tapir reintroduction on the restoration of ecological interactions in a biodiversity hotspot, Mestrado, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, PPG Ciências Ambientais e Florestais, Orientador: Alexandra Pires Fernandez Stephanie Iorio Barroso (2022) Reintrodução de antas Tapirus terristris na Mata Atlântica, Iniciação Científica, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, IFRJ, Ciências Biológicas, Orientador: Maron Galliez Taxonomia e Sistemática – Fauna – Aracnídeos Pedro de Souza Castanheira (2020) Revisão Taxonômica das Espécies Cisandinas de Tetragnatha Latreille, 1804 (Arachnida: Araneae: Tetragnathidae), Doutorado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Zoologia Orientador: José Ricardo Miras Mermudes Taxonomia e Sistemática – Fauna – Hemípteros Nathalia Hiluy Pecly (2020) Revisão taxonômica e análise filogenética de Aulacizes Amyot & Serville, 1843 (Hemiptera: Cicadellidae: Cicadellinae: Proconiini), Doutorado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Zoologia, Orientador: Gabriel Luis Figueira Mejdalani Taxonomia e Sistemática – Fauna – Mamíferos Rayssa Santos de Almeida Pires (2022) Uso de bioacústica na delimitação de espécies e avaliação da diversidade de Myotis (Mammalia, Chiroptera) na Mata Atlântica, Mestrado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPB Biodiversidade e Biologia Evolutiva, Orientador: Roberto Leonan Morim Novaes Taxonomia e Sistemática – Fauna – Peixes Bruno Gorini de Araujo Passos Pacheco (2019) A evolução paralela de três espécies do gênero Phalloceros, Doutorado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Rosana Mazzoni Buchas link Restauração Ambiental Alagados Lorraine Garcia Silva dos Santos (2022 – em andamento) Efeitos da utilização de "wetland" construído sobre a qualidade da água e a comunidade de macroinvertebrados de efluentes de piscicultura, Mestrado, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, PPG Ecologia, Orientador: Vinicius Fortes Farjalla Lucas Almeida Braga Moulton (2012) Resistance to nutrients of a clear-water state in a tropical wetland dominated by submerged macrophyte Egeria densa: a mesocosm study, Iniciação Científica, Universith of New England, UNE, Environmental Science, Orientador: Darren Ryder Rafael Feijo de Lima (2012) Uso de imagens de satélite de alta resolução (GeoEye-1) para estimativa de acúmulo de carbono em alagados de Mata Atlântica em recuperação na Reserva Ecológica Guapiaçu (Cachoeiras de Macacu, Rio de Janeiro, Mestrado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ecologia e Evolução, Orientador: Timothy Peter Moulton link Avaliação e Monitoramento Aline Damasceno de Azevedo (2012) Composição Florística e Estoque de Carbono em Áreas de Recuperação da Mata Atlântica na Bacia do Rio Guapiaçu, Cachoeiras de Macacu, RJ, Mestrado, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, PPG Ciências Ambientais e Florestais, Orientador: Marcio Rocha Francelino link André Justen Silveira (2022 – em andamento) Avaliação da biometria de Kaya spp. por meio de VANT, Mestrado, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, PPG Ciências Ambientais e Florestais, Orientador: Sergio Miana de Faria Bianca Ferreira da Silva Laviski (2019 – em andamento) Análise temporal e espacial da dispersão de sementes em áreas sob restauração ecológica, Doutorado, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, PPG Biologia Animal, Orientador: Jarbas Marcal de Queiroz Carlos de Oliveira Meirelles (2022) Fitossociologia de estrato arbustivo-arbóreo regenerante em um trecho de Mata Atlântica da região sudeste do Brasil, Iniciação Científica, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UNIRIO, Ciências Ambientais, Orientador: André Scarambone Zaú Cleber Vinicius Vitorio da Silva (2016) Utilização de Insetos Deterioradores da Madeira na Avaliação da Restauração de Mata Atlântica, Mestrado, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, PPG Ciências Ambientais e Florestais, Orientador: Acacio Geraldo de Carvalho, link Gabriel Campos (2024) Drone technology for analyzing reforestation efforts in the Brazilian Atlantic Forest, Mestrado, Duke University, Duke Environmental Management, Orientador: Stuart Pimm link Hugo Cotrim Coutinho (2021) Ecologia, Conservação e Restauração ecológica de remanescentes da Mata Atlântica - ECOTROPICOS. Iniciação Científica, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UNIRIO, Ciências Ambientais, Orientador: André Scarambone Zaú Jhiorranni Freitas Souza (2023 – em andamento) Uso de imagens no monitoramento de plantas daninhas em área de Restauração Florestal do Bioma Mata Atlântica, Doutorado, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, PPG Fitotecnia, Orientador: Aroldo Ferreira Lopes Machado Luísa Abreu Genes (2019 – em andamento) How communities and plant-animal interactions reassemble through restoration and trophic rewilding, Doutorado, Stanford University, Orientador: Rodolfo Dirzo Mariana Sampaio Casimiro (2019) O uso de artrópodes terrestres na avaliação de áreas em processo de restauração ecológica, Mestrado, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, PPG Biologia Animal, Orientador: Jarbas Marcal de Queiroz, link Mauro César Cutrim de Abreu (2021) VANTS como ferramenta para análise da cobertura vegetal em um trecho de Mata Atlântica no Sudeste brasileiro, Iniciação Científica, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UNIRIO, Ciências Ambientais, Orientador: André Scarambone Zaú Manejo Florestal Fernanda da Cunha Gonçalves Ferreira (2019) Heterogeneidade do ambiente luminoso sob a copa de espécies arbóreas: implicações para a restauração ecológica da Floresta Atlântica., Iniciação Científica, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, Bacharelado em Ciências Biológicas, Orientador: Jerônimo Boelsums Barreto Sansevero Flávia da Silva Lemos (2022) Controle de plantas daninhas para formação de povoamentos visando restauração da Mata Atlântica. Iniciação Científica, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, Engenharia Florestal, Orientador: Paulo Sergio dos Santos Leles Gabriel Yukio Oki (2022) Comportamento de plantas herbáceas e crescimento de espécies arbóreas sob controle mecânico e de herbicidas pré-emergentes em área com dominância de Urochloa brizantha, Iniciação Científica, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, Engenharia Florestal, Orientador: Paulo Sergio dos Santos Leles João Elvis da Silva Santana (2019) Estratégias de controle e convivência de Urochloa spp. em restauração florestal, Mestrado, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, PPG Ciências Ambientais e Florestais, Orientador: Paulo Sergio dos Santos Leles link Juçara Garcia Ribeiro (2020) Dinâmica de plantas daninhas sob diferentes técnicas de manejo na restauração florestal, Mestrado, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, PPG Ciências Ambientais e Florestais, Orientador: Paulo Sergio dos Santos Leles, link Juçara Garcia Ribeiro (2020 – em andamento) Dinâmica de plantas herbáceas sob três estratégias de controle de plantas daninhas em restauração florestal, Doutorado, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, PPG Ciências Ambientais e Florestais, Orientador: Paulo Sergio dos Santos Leles Lucas Nunes Lopes (2020) Biossólido e fertilizante mineral como adubação de plantio de espécies da Mata Atlântica: crescimento inicial e seus efeitos no solo, Mestrado, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, PPG Ciências Ambientais e Florestais, Orientador: Paulo Sergio dos Santos Leles https://tede.ufrrj.br/jspui/handle/jspui/6232 Lucas Nunes Lopes (2020 – em andamento) Monitoramento ambiental sob três estratégias de controle de plantas daninhas em restauração florestal, Doutorado, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, PPG Ciências Ambientais e Florestais, Orientador: Paulo Sergio dos Santos Leles Monique Muniz Monteiro Dias (2018) Coroamento com papelão para o controle de braquiária na formação de povoamento visando restauração florestal, Iniciação Científica, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, Engenharia Florestal, Orientador: Paulo Sergio dos Santos Leles Thainá Alves dos Santos (2023) Topsoil florestal como fonte de microrganismos promotores de crescimento no reflorestamento de áreas degradadas, Doutorado, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, PPG Ciências Ambientais e Florestais, Orientador: Guilherme Montandon Chaer Yuji Ito Nunes (2023 – em andamento) Estratégias de Manejo de Plantas Daninhas em Áreas Visando a Restauração Florestal, Mestrado, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, PPG Fitotecnia, Orientador: Aroldo Ferreira Lopes Machado Sociobiodiversidade Biodiversidade e Saúde Daniel Cardoso Portela Câmara (2018) Diversidade e vigilância de Culicidae com ênfase na emergência de arboviroses em transecto urbano-silvestre, na Mata Atlântica do estado do Rio de Janeiro, Doutorado, Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, PPG Medicina Tropical, Orientador: Nildimar Honorio Rocha link Maycon Sebastiäo Alberto Santos Neves (2019) Espécies de mosquitos do gênero Sabethes Robineau-Desvoidy, 1827 (Insecta: Diptera: Culicidae) do Brasil: levantamento taxonômico e chaves de identificação dicotômica e interativa ilustradas, Mestrado, Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, PPG Vigilância e Controle de Vetores, Orientador: Rafael Maciel de Freitas link Diana Azeredo Rangel (2017) Tripanosomatídeos em morcegos de áreas florestais com diferentes níveis de antropização na Mata Atlântica do Rio de Janeiro, Mestrado, Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, PPG Biologia Parasitária, Orientador: André Luiz Rodrigues Roque link Desenvolvimento Territorial e Uso da Terra Julia Benkert (2009) Preliminary study on the influence of land use on precipitation infiltration in the Mata Atlântica in Rio de Janeiro, Brazil, Mestrado, Universität Leipzig, Geografia, Orientador: Jürgen Heinrich Rodrigo de Melo Campos (2007) O Parque Estadual dos Três Picos (PETP) e sua inserção no contexto de conservação da natureza do Estado do Rio de Janeiro, Iniciação Científica, Universidade Federal Fluminense, UFF, Bacharelado em Geografia, Orientador: Luiz Renato Vallejo Educação Gabriel Assunção Oliveira (2019) Percepções e práticas de ensino em uma reserva ambiental e sua comunidade do entorno: análise da relação reserva-comunidade a partir da educação ambiental crítica, Mestrado, Fundação Oswaldo Cruz, FIOCRUZ, PPG Ensino de Biociências e Saúde, Orientador: Rosane Moreira Silva de Meirelles link Márcio Mendes Bento da Silva (2021) Mata Atlântica: uma revisão sobre a percepção ambiental e a elaboração de um guia ilustrado de samambaias e licófitas, Mestrado, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, PPG Ensino de Ciências, Ambiente e Sociedade, Orientador: Marcelo Guerra Santos link Etnobiologia Iby Montenegro de Silva (2022 – em andamento) Animais, Humanos, Floresta: a experiência de restauração da Mata Atlântica através da reintrodução de antas na Reserva Ecológica de Guapiaçu (REGUA), Doutorado, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-Rio, PPG Ciências Sociais, Orientador: Felipe Sussekind Viveiros de Castro Paula Ferreira Grossi (2018) E se as árvores falassem? Ecologia e etnobiologia na Bacia do Rio Guapiaçu, Cachoeiras de Macacu, RJ, Mestrado, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, PPG Práticas em Desenvolvimento Sustentável, Orientador: André Felippe Nunes de Freitas link Serviços Ecossistêmicos Isabela Bandeira Trece (2023) Uso do InVEST na priorização de áreas para otimização de investimentos em serviços ecossistêmicos, Iniciação Científica, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, Engenharia Florestal, Orientador: Claudia Moster Marisa Raphaela Kunze (2020) Economic valuation of ecosystem Services in a restoration project in the Atlantic Forest of Rio de Janeiro: The Case of The Ecological Reserve of Guapiaçu (REGUA), Mestrado, TH Köln, Orientador: Udo Nehren Rodrigo Vieira Bogéa Soares (2024) Defining guidelines for forest restoration as an economic activity in the Atlantic Forest biome, Mestrado, Technische Hochschule Köln, TH Köln, Orientador: Udo Nehren Publicações: Estudos feitos diretamente na REGUA e entorno Artigos: AMBIENTE E BIODIVERSIDADE Alma, Andrea Marina; Farji-Brener, Alejandro G.; Elizalde, Luciana (2019) When and how obstacle size and the number of foragers affect clearing a foraging trail in leaf-cutting ants, Insectes Sociaux, v. 66, n. 2, p: 305-316 link Almeida‐Gomes, Mauricio; Gotelli, Nicholas J.; Rocha, Carlos Frederico Duarte; Vieira, Marcus Vinícius; Prevedello, Jayme Augusto (2022) Random placement models explain species richness and dissimilarity of frog assemblages within Atlantic Forest fragments, Journal of Animal Ecology, v. 91, n. 3, p: 618-629 link Almeida-Gomes, Mauricio; Rocha, Carlos Frederico D. 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Climate Change Adaptation in Latin America, p: 3-17 link Documentos, resumos de congresso ou encartes: AMBIENTE E BIODIVERSIDADE Seoane, Carlos Eduardo Sícoli 2007 Efeitos da Fragmentação Florestal sobre o Sistema de Reprodução e a Imigração de Sementes em Remanescentes Populacionais de Euterpe edulis Martius Embrapa SOCIOBIODIVERSIDADE Instituto BioAtlântica 2009 Plano de Manejo da Apa da Bacia do Macacu Instituto BioAtlântica Uzêda, Mariella Carmadelli; Tavares, Patricia Dias; Rocha, Fernando Igne; Alves, Rodrigo Condé 2017 Paisagens agrícolas multifuncionais: intensificação ecológica e segurança alimentar, Embrapa
- 11 | Cadastro Ambiental Rural (CAR)
VOLTAR A BASE DO CONHECIMENTO 11) Cadastro Ambiental Rural - CAR O CAR é um registro obrigatório para quem tem propriedade rural, como sítios ou fazendas. É um documento digital onde o dono da terra informa onde fica sua propriedade no mapa, o tamanho da área, onde tem matas, rios, plantações, pastos, e onde estão as áreas que precisam ser preservadas (como beiras de rio e nascentes). O Código Florestal (Lei 12.651 de 25 de maio de 2012) é a lei federal que diz como o dono de terra deve cuidar do meio ambiente dentro da sua propriedade rural. O CAR é o sistema criado para que o governo saiba se a sua propriedade está cumprindo essa lei. É importante para o proprietário rural porque é o primeiro passo para ficar “legal” com o meio ambiente e poder entrar em programas do governo, conseguir crédito rural, vender produtos com certificação, entre outros, a fim de evitar também, problemas com fiscalização e multas. Paisagem rural em Varre-Sai Foto: Dietmar Sattler As áreas que precisam ser preservadas de acordo com o Código Florestal: Área de Preservação Permanente (APP) é um pedaço de terra que deve permanecer com a vegetação protegida , dentro da sua propriedade. Como o nome sugere, a APP não deve ser utilizada ou destruída. Mesmo que a APP já não tenha vegetação, continua a estar protegida e deve ser recuperada! Áreas de Preservação Permanente de acordo com a Lei 12.651 de 25 de maio de 2012. A Reserva Legal (RL) é uma parte da sua propriedade rural que deve ficar com vegetação nativa (mata). Mesmo sendo sua terra, não se pode desmatar tudo - tem que deixar uma parte "em pé", para proteger a natureza. Na Mata Atlântica, a Reserva Legal corresponde a 20% da área total da propriedade. Mesmo assim pode ser usada com cuidado, desde que seja sem destruir a vegetação e sem acabar com a mata. É permitido, por exemplo: Fazer agrofloresta; Criar abelhas, colher frutas nativas; Coletar produtos não madeireiros (frutos, sementes, cipó, resinas) sem acabar com tudo de uma vez; Extrair madeira legalmente, com plano autorizado. Como fazer o próprio CAR? Você junta os documentos da propriedade (como escritura, matrícula); Entra no sistema do CAR (pode ser com ajuda de um técnico); Desenha o mapa da sua propriedade (isso pode ser feito por agrônomos, técnicos ambientais ou no sindicato rural); Informa o que tem na área (mata, pasto, rios, APP, RL); Envia o cadastro e espera a análise do órgão ambiental (no RJ é o INEA). Não se paga nada para se cadastrar no CAR . Mas, se você precisar de ajuda técnica para desenhar o mapa ou preencher o sistema, pode pagar um profissional ou buscar ajuda com sindicatos, associações ou órgãos do governo. O INEA e a SEAS fazem "mutirões do CAR" reuniões em lugares como Magé e Guapimirim, onde técnicos ajudam o proprietário a fazer ou corrigir o cadastro no sistema. Você recebe orientação e cartilha com dicas sobre recuperação e uso do Programa de Regularização Ambiental (PRA). Fique de olho em convites do INEA, SEAS ou prefeitura. Normalmente divulgam por rádio, redes sociais e sindicatos. Se não vier mutirão no seu município, entre em contato com o INEA (e-mail car@inea.rj.gov.br ) para saber onde é possível resolver. Programa de Regularização Ambiental (PRA) Se a sua propriedade foi desmatada em área de APP ou Reserva Legal, o PRA é um programa do governo para ajudar você a se regularizar. Você se compromete a recuperar o que foi desmatado e, em troca, fica livre de multas, ganha prazo para se ajustar e ainda pode participar de programas de apoio. É uma forma de corrigir o que foi feito errado e colocar a propriedade em dia com a lei, e não correr risco de não poder fazer financiamento como o PRONAF, devido a propriedade rural não estar adequada ambientalmente.
- Reintrodução de Fauna | REGUA
A reintrodução de animais na natureza ajuda no restabelecimento da interação animal-planta e nos processos ecológicos, contribuindo para o desenvolvimento de um ecossistema saudável e equilibrado. Os processos ecológicos fundamentais dos ecossistemas são o ciclo da água, o ciclo biogeoquímico (ou nutriente), o fluxo energético e a dinâmica dos ecossistemas, que contribuem para a permanência da biodiversidade a longo prazo. REINTRODUÇÃO DE FAUNA A reintrodução de animais na natureza ajuda no restabelecimento da interação animal-planta e nos processos ecológicos, contribuindo para o desenvolvimento de um ecossistema saudável e equilibrado. Os processos ecológicos fundamentais dos ecossistemas são o ciclo da água, o ciclo biogeoquímico (ou nutriente), o fluxo energético e a dinâmica dos ecossistemas, que contribuem para a permanência da biodiversidade a longo prazo. A REGUA contou com alguns programas de reintrodução de fauna localmente extintas, onde apenas um continua vigente devido à possibilidade de financiamento (reintrodução das antas). Mutum-do-sudeste (Crax blumenbachi ) - © REGUA Em 2005, o projeto de reintrodução do Mutum-do-sudeste recebeu a aprovação do IBAMA e as primeiras 20 aves, vindas do criadouro Instituto Crax de Belo Horizonte, passaram por uma quarentena no viveiro de aclimatação da Trilha verde, sendo soltas na REGUA em agosto de 2006. Todas as aves liberadas foram equipadas com transmissores de rádio para serem monitorados por Christine Steiner, da UNESP, como parte de um estudo de doutorado. Em 2007, mais 20 indivíduos foram liberados. Em 2010, tendo em conta a alarmante situação de conservação da jacutinga e as constantes pressões ao habitat da espécie, teve início o “Programa de Conservação de Aves Cinegéticas da Mata Atlântica: Reintrodução e Monitoramento de Jacutingas (Aburria jacutinga)” e.g. Projeto Jacutinga . O programa foi uma exigência do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio/APA Mananciais do Rio Paraíba do Sul com a finalidade de atender parte do passivo ambiental referente à licença de instalação do gasoduto Caraguatatuba-Taubaté (GASTAU) construído pela Petrobras. Jacutinga (Aburria jacutinga ) - © REGUA A Fase I (2010-2013) do programa confirmou a raridade da jacutinga na Região da Serra do Mar e a necessidade de um reforço populacional urgente a fim de evitar a extinção local da espécie, considerada Criticamente Ameaçada (CR) de extinção pela lista de animais ameaçados no estado de São Paulo e Em Perigo (EN) de acordo com a lista Nacional de dezembro de 2014. No estado do Rio de Janeiro a espécie está extinta, tendo sido avistada pela última vez em 1978 no Itatiaia e em 1980 na Serra dos Órgãos; o que levou à extensão do programa de reintrodução da ave para a Reserva Ecológica de Guapiaçu (REGUA). Aula sobre o programa de reintrodução de antas na REGUA com a educadora Joana Macedo (© Vitor Marigo). Jacutinga no galho - © REGUA A Fase I (2010-2013) do programa confirmou a raridade da jacutinga na Região da Serra do Mar e a necessidade de um reforço populacional urgente a fim de evitar a extinção local da espécie, considerada Criticamente Ameaçada (CR) de extinção pela lista de animais ameaçados no estado de São Paulo e Em Perigo (EN) de acordo com a lista Nacional de dezembro de 2014. No estado do Rio de Janeiro a espécie está extinta, tendo sido avistada pela última vez em 1978 no Itatiaia e em 1980 na Serra dos Órgãos; o que levou à extensão do programa de reintrodução da ave para a Reserva Ecológica de Guapiaçu (REGUA). A Fase II (iniciada em 2014 e com duração prevista para cinco anos) visa a reintrodução e monitoramento de jacutingas na região da Serra da Mantiqueira em São Francisco Xavier na Serra da Mantiqueira, em áreas próximas ao Parque Estadual da Serra do Mar – Núcleo Caraguatatuba/São Paulo e na REGUA/Cachoeiras de Macacu, estado do Rio de Janeiro . Paralelamente, será estabelecido um protocolo de reintrodução e monitoramento destas aves de forma a poder ser replicado em outros locais onde a espécie está localmente extinta. Dois indivíduos da espécie mutum-do-sudeste - © REGUA As jacutingas Thaty, Lily, Coffee e Carmen oriundas de cativeiro (3 da UENF e 1 do Parque das Aves) ficaram cerca de 6 meses no viveiro de reabilitação do Projeto Jacutinga em São Francisco Xavier para treinamentos de reconhecimento de predadores (aves de rapina, felinos e cães), teste alimentar, de voo e observações comportamentais. Após serem consideradas aptas para soltura foram transferidas para o viveiro de ambientação na REGUA onde passarão um mês de aclimatação antes da soltura. Após a reintrodução serão monitoradas através de transmissores de localização via rádio, busca ativa e pela participação da comunidade local incentivando a prática de observação de aves. As jacutingas no viveiro de reabilitação - © REGUA O projeto realizou a primeira soltura em junho de 2016 e até o momento foram 12 jacutingas soltas na Serra da Mantiqueira e 06 na Serra do Mar, totalizando 18 indivíduos. Este projeto foi realizado pela SAVE Brasil e patrocinado pela Fundação Grupo Boticário no RJ e pela Petrobras em SP. Este projeto não teve continuidade por falta de financiamento. Mutum-do-sudeste ( Crax blumenbachi ) - © REGUA A reintrodução de antas (Tapirus terrestris) na Reserva Ecológica de Guapiaçu (REGUA), uma espécie localmente extinta no Estado do Rio de Janeiro há muitos anos, teve início em 2017 com a chegada de três animais. Essa reintrodução faz parte do plantel de projetos promovidos e levados a cabo pelo REFAUNA e neste caso está sendo coordenado também pelo Laboratório de Ecologia e Manejo de Animais Silvestres do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (LEMAS-IFRJ ). A fragmentação e a perda de habitat ao longo do tempo impactaram negativamente populações de médios e grandes mamíferos. A caça excessiva levou várias espécies de mamíferos a uma redução populacional significativa e à extinção de espécies. Chegada de uma nova anta (Tapirus terrestris ) para área de aclimatação - © Vitor Marigo Anta se alimentando na área de aclimatação - © REGUA Junto com a reintrodução desses animais, estão sendo conduzidas pesquisas acerca de sua capacidade de dispersão de sementes, ecologia espacial e outras interações ecológicas. Atualmente temos 12 antas vivendo nas florestas da REGUA, sendo que quatro nasceram em vida livre. Os animais se adaptaram muito bem ao novo ambiente e os moradores do entorno da REGUA apoiam este programa. Este programa também tem o apoio do Projeto Guapiaçu e do projeto ANTologia, que tem o apoio do Instituto de Ação Socioambiental (Asa) e financiamento de Furnas Energia. O objetivo é estabelecer uma população viável, que com o tempo se disperse para o Parque Estadual dos Três Picos e outras áreas florestadas adjacentes, colonizando também o Mosaico da Mata Atlântica Central Fluminense. O monitoramento das antas é conduzido pelo REFAUNA e projeto ANTologia.
- Sugestão de Itinerário | REGUA
A REGUA é um excelente destino para a observação da natureza e aves. Temos um grande número de aves registradas aqui, se comparados a outro local da Mata Atlântica. A maioria dos visitantes que vem à Reserva permanece próximo à nossa sede e área comum, com acesso a algumas trilhas, como a Trilha Amarela, Marrom e Roxa/São José. SUGESTÃO DE ITINERÁRIO A REGUA é um excelente destino para a observação da natureza e aves. Temos um grande número de aves registradas aqui, se comparados a outro local da Mata Atlântica. A maioria dos visitantes que vem à Reserva permanece próximo à nossa sede e área comum, com acesso a algumas trilhas, como a Trilha Amarela, Marrom e Roxa/São José. Sendo assim, é possível visitar a REGUA durante o dia e percorrer estas três trilhas, que são sinalizadas em todo o seu trajeto, sem a necessidade da condução de um guia. O passeio na Trilha dos Alagados é gratuito durante a semana e finais de semana. Porém, deve-se checar a disponibilidade aos finais de semana. Também é possível fazer a Trilha da Cachoeira da REGUA, local afastado da sede da REGUA, mas que pode ser acessado de carro até o início da trilha, pagando-se uma taxa de R$ 150,00 ao guia que irá acompanhar o grupo. Uma vez que os carros são deixados no começo da trilha, o visitante anda por 3km dentro da mata até alcançar a cachoeira. Esta trilha pode ser feita durante a semana e aos finais de semana, e o valor pode ser dividido entre um grupo de até 10 pessoas. O agendamento é imprescindível, pois se trata de uma área intangível do PETP destinada à visitação controlada e pesquisa. Manter a trilha saudável, respeitando sua capacidade de carga é essencial para manter o equilíbrio da floresta e proteção de grandes mamíferos que habitam esta área, como os muriquis, pumas e antas, além de toda a fauna e flora associada. Roupas e calçados apropriados para a trilha devem ser usados, além do uso de garrafinha d’água. O ponto de encontro é na sede da REGUA e a tolerância de espera do guia é de 30 minutos! Alagados da REGUA - © REGUA Alagados/Trilha Amarela Terreno: Ambiente alagado tipo “wetlands” e floresta secundária restaurada Cor da Sinalização: Amarela (a cada 50 metros) Ponto de partida: Ao lado da sede Dificuldade: Fácil - A trilha é plana e larga. Forma lama após a chuva Comprimento: 2.8 quilômetros (Circular) Duração: De 1 à 2 horas Altitude: 35 - 50 metros O que é bom levar: Água potável, chapéu, protetor solar e binóculo. Acesso: Durante todo o dia para visitantes e 24 horas para os hóspedes da pousada. Os Alagados da REGUA são uma das nossas histórias de conservação de sucesso. A área era composta por espécies de florestas paludosas (Plantas dependentes de solo encharcado e grande volume de água), contando com Samambaias, trepadeiras, bromélias e orquídeas. Entretanto, durante os anos de 1980, o pântano foi drenado e as plantas removidas para dar espaço para trabalhos agropecuários, como pastos com gados e campos agrícolas. Em 2005, a REGUA começou a criar um novo pântano no local, convertendo os campos em um mosaico de lagos, canais, canaviais, gramas molhadas e árvores próprias para o terreno. Desde então, a área testemunhou um enorme aumento de biodiversidade. Mais de 220 espécies de aves foram catalogadas no pântano (que leva o nome de “Alagados”). Os alagados também são um excelente lugar para observar os pássaros voando durante o fim da manhã. Os répteis, como o endêmico Jacaré-do-papo-amarelo, retornaram naturalmente para a área junto com mamíferos, como capivaras, pacas, lontras, guaxins e predadores, como as onças. É recomendável visitas durante a manhã, com o horário de partida sugerido sendo às 07:00, durante a manhã, e 14:30, durante à tarde. Os alagados estão situados em uma baixa altitude e possuem um clima quente e úmido. É recomendável trazer consigo água potável, algum tipo de chapéu e protetor solar para evitar possíveis problemas como desidratação e exposição ao sol. Alagados da REGUA - © REGUA Abrigo da Amanda com vista para os alagados - © REGUA Trilha marrom - © REGUA Trilha Marrom Terreno: Área restaurada, com uma floresta secundária se regenerando naturalmente e alguns córregos pelo caminho. Cor da sinalização: Marrom (a cada 50 metros) Ponto de partida: Ao lado da sede da REGUA Dificuldade: Fácil - A trilha se estreita em alguns lugares. Forma lama após a chuva. Comprimento: 2.5 quilômetros. A trilha é linear e termina na placa 1400km dos alagados (Trilha amarela). Duração: 1 - 2.5 horas. Altitude: 35 - 50 metros O que é bom levar: Água potável, chapéu, protetor solar, repelente de insetos e binóculo. Acesso: Durante todo o dia para visitantes e 24 horas para os hóspedes da pousada. Em 2004, a REGUA começou a replantar grande parte do terreno próximo ao alojamento com árvores nativas. Esta trilha passa por essas áreas, que estão sendo colonizadas por uma rica diversidade de vida selvagem. À medida que as árvores amadurecem e a jovem floresta aqui se estabelece, as espécies de aves de campo aberto, como o tico-tico-do-campo e o caminheiro-zumbidor, foram substituídas por espécies de floresta, incluindo a pariri, o tiriba-de-testa-vermelha e a juruva-verde, assim como espécies associadas a matas e florestas abertas, como a pararu-azul e a choca-de-sooretama. A ameaçada de extinção saí-de-pernas-pretas agora é encontrada regularmente ao longo desta trilha durante o inverno, e até mesmo a espécie que é mais difícil de ser avistada, o chibante, está começando a aparecer por aqui. Esta trilha também é um local oportuno para encontrar os machos de rendeira desempenhando a performance de acasalamento. Recomendamos uma visita de meio dia a esta trilha pela manhã, com partida sugerida para as 06:00. A trilha está situada em uma altitude muito baixa e possui um clima quente e úmido. Desidratação e exposição ao sol são os maiores riscos, portanto, certifique-se de levar bastante água potável, juntamente com um chapéu e protetor solar.Uma de nossas torres de observação, a Torre São José, fica a uma curta distância dessa trilha e vale a pena visitar só pela vista do vale do Guapiaçu. A trilha para a torre pode proporcionar avistamentos de espécies de aves encontradas em interiores de florestas mais maduras, como o estalador, o surucuá-variado, o pintadinho e o capitão-de-saíra. Reserve pelo menos uma hora extra para visitar a torre, e mais tempo se a atividade das aves estiver alta. Trilha marrom - © REGUA Cachoeira da REGUA - © REGUA Trilha da Cachoeira/Trilha Verde Terreno: Floresta secundária restaurada Cor da sinalização: Verde (a cada 50 metros) Ponto de partida: Casa de pesquisa Dificuldade: Fácil - A trilha é plana e larga. Forma lama após a chuva. Comprimento: 3.9 Quilômetros (Linear) Duração: de até 2 horas de ida Altitude: Entre 170 a 600 metros. O que levar: Água potável, sapatos apropriados, lanche, chapéu, protetor solar, repelente de insetos, binóculo e capa de chuva. Acesso: Com agendamento e guia para visitantes e aberto para os hóspedes da pousada, também com guia. Recomenda-se começar esta trilha bem cedo, pois é uma distância considerável. Esta trilha cênica e relativamente fácil passa por uma floresta secundária bem estabelecida, entrando em uma floresta ombrófila densa, que foi seletivamente explorada no passado, com uma bela cachoeira.Recomendamos um dia inteiro de observação de aves nesta trilha, com início sugerido às 06:30, e levando lanche para comer na cachoeira. Esta parte da reserva tem acesso permitido apenas para pesquisas e caminhadas guiadas previamente agendadas. Manter a trilha tranquila e limpa, respeitando sua vida selvagem e biodiversidade, é essencial para manter o equilíbrio da floresta e proteger as aves, mamíferos e outros animais que habitam esta área, como o muriqui-do-sul, a onça-parda e a anta-brasileira.Cuidado, as rochas ao redor da cachoeira são extremamente escorregadias – por favor, tome cuidado.Visitantes: A reserva antecipada é essencial em qualquer dia da semana. Há uma taxa de R$150 para um grupo de até 10 pessoas. Este valor deve ser pago ao guia na chegada. O ponto de encontro é na sede da REGUA e o tempo de espera do guia é de no máximo 30 minutos! Cachoeira da REGUA - © Vitor Marigo Floresta nativa no percurso da trilha vermelha - © REGUA Trilha Vermelha Terreno: Floresta Nativa Cor da sinalização: Vermelha Ponto de partida: Casa da pesquisa Dificuldade: Difícil Comprimento: 8 Quilômetros Duração: 7 horas Altitude: 990 metros O que é bom levar: Água potável, sapatos apropriados, lanche, chapéu, protetor solar, repelente de insetos, binóculo e capa de chuva. Acesso: Com agendamento e guia para visitantes e aberto para os hóspedes da pousada. Recomenda-se começar esta trilha bem cedo, pois é bastante longa. Esta trilha fantástica passa através de uma floresta nativa e o cenário é estonteante. A trilha é longa e bastante estreita em alguns pontos. Ela varia entre 400 a 990 metros de altura. A grande abundância de aves e a chance de encontrar os muriquis fazem o esforço ser altamente recompensador. Para esse percurso é necessário sair bem cedo e um dia inteiro de caminhada. O transporte para a entrada da trilha e o almoço estão incluídos no preço de acomodação, entretanto, um guia da reserva deverá acompanhar o hóspede ou grupo. Topo da montanha da trilha vermelha - © REGUA Trilha para a casa Anibal - © REGUA Casa Anibal/4x4 Terreno: Floresta úmida restaurada Cor da sinalização: Sem sinalização Ponto de partida: Quebra-pau Dificuldade: Média Comprimento Altitude: 350m Duração: Uma manhã inteira. Horário da partida: Flexível (Sugerimos às 07:00) Duração: De 2 a 4 horas O que levar: Binóculos, câmera, protetor solar, chapéu, repelente de inseto, água potável, botas de caminhada resistentes e uma jaqueta a prova d’agua. Acesso: Deixar o carro na estrada, no local conhecido como Quebra-pau, e começar o trajeto. A trilha passa por uma área alagada e uma jovem floresta, uma área restaurada em 2010. A trilha começa a ficar inclinada e o acesso por carro só pode ser feito por caminhonete tracionada, do tipo 4x4. Na parte superior, existe uma floresta bem estabelecida e o final do trajeto é a antiga ruína da casa do Aníbal, a uma atitude de 352 metros. Josh e Hugo percorrendo a trilha 4x4 - © REGUA Cachoeira da REGUA - © Vitor Marigo Trilhas Aqui na REGUA nós possuímos uma extensa rede de trilhas que conseguem nos levar para as as partes mais bem preservadas da Mata Atlântica, passando pelas planícies restauradas dos alagados até rios e cachoeiras que até pouco anos atrás estavam intocados. Todas as nossas trilhas oferecem magníficas oportunidades de Birdwatching (Observação de aves) bem como a possibilidade de avistamento de mamíferos, borboletas, sapos, répteis, orquídeas, bromélias, helicônias e muitas outras espécies de árvores. Nossas trilhas turísticas mais utilizadas são muito bem sinalizadas com placas coloridas a cada 50 metros e passam por manutenção regularmente. Existem dois pontos de partida principais para as trilhas, um no grande mapa que fica ao lado da sede da REGUA e o outro na casa de pesquisa ao extremo norte da reserva. Os hóspedes da pousada recebem transporte gratuito para todas as entradas das trilhas. A partir da doação do casal Kate e Peter Tobias, orquidófilos que visitaram a REGUA com alguns membros da OrquidaRio, começamos a construir em 2019, o que viria a ser o Jardim da Mata Atlântica, na sede da REGUA. Estrutura metálica, telas, pedras e troncos de árvores foram os principais materiais utilizados para dar forma a este novo espaço, que foi idealizado e concretizado para servir como uma ferramenta de educação ambiental, apresentando um pequeno mostruário da diversidade de epífitas encontradas nas áreas melhor preservadas da REGUA, aos visitantes. Quando entramos na pandemia do novo corona virus (começo do ano 2020), Raquel Locke, vice-presidente da REGUA, junto aos guarda-parques Rildo da Rosa, Messias Gomes e Matheus Cardoso começaram a fazer o "resgate" de epífitas (orquídeas e bromélias) encontradas no chão das trilhas, após chuvas pesadas que resultaram na queda tanto de galhos, assim como de árvores centenárias cobertas com essas plantas. Bromélias e orquídeas utilizam outras plantas maiores apenas como suporte, sem que ocorra parasitismo. As plantas epifitas retiram os nutrientes diretamente da umidade atmosférica. As plantas epífitas possuem um relevante papel ecológico nas florestas, fornecendo diversos recursos tais como alimento e abrigo para diferentes grupos de animais. Jardim da Mata Atlântica - © REGUA
- BART | REGUA
A associação é gerida por seus membros, que por sua vez são divididos em 5 classes diferentes. Os integrantes se encontram na assembleia geral anualmente e tem a responsabilidade de eleger os dirigentes dos conselhos administrativo e fiscal, aprovar mudanças de estatutos, nomear membros honorários e Benemérito, e receber e aprovar relatórios dos conselhos administrativo e fiscal. BART A REGUA foi criada como uma associação brasileira em junho de 2001, e é gerida por seus membros, que por sua vez são divididos em 5 diferentes categorias. Os membros do conselho se encontram na assembleia geral anualmente e tem a responsabilidade de aprovar mudanças de estatutos e de receber e aprovar relatórios dos conselhos administrativo e fiscal. Os membros também possuem a responsabilidade de nomear os membros Honorários e Benemérito, de eleger os dirigentes dos conselhos administrativo e fiscal, e de dissolver a associação e a distribuição de seus ativos, se assim for necessário. Decisões tomadas nas assembleias gerais devem possuir dois terços (⅔) por cento dos votos para que sejam aprovadas. A REGUA conta com uma pousada que atrai visitantes de várias partes do mundo. A receita gerada pela pousada cobre aproximadamente 70% das despesas operacionais da organização. A REGUA também recebe fundos e doações de diversas organizações e entidades que financiam atividades de restauração florestal, pagamento de colaboradores, custos de manutenção e aquisição de novas propriedades. Desde sua criação, a REGUA tem recebido o apoio financeiro e operacional do BART (Brazilian Atlantic Rainforest Trust), com sede no Reino Unido. Existem 5 tipos de membros: 1- Diretoria: Nicholas Locke, Raquel Locke e Fábio Lagoas Nicholas Locke Presidente É o presidente da REGUA e apoiou a criação do projeto desde 1996, juntamente com sua esposa Raquel. Nicholas nasceu e foi criado no Reino Unido. Depois de se graduar no Reino Unido dirigiu se ao Brasil para um aprendizado técnico com seu tio no Guapiaçu, onde seus avós tinham uma fazenda. Ele construiu uma fazenda de grande porte e sucesso, casado com Raquel, tiveram dois filhos, Thomas e Micaela onde foram educados e criados no Guapiaçu. A sua visão ajudou e inovou a REGUA. A sua dedicação full time ao projeto a ajudou em sua expansão. Seu total comprometimento e a sua energia contagiante levou o projeto, o sucesso que hoje vemos. Através de fortes relações locais Nicholas iniciou a compra de muitas outras áreas-chaves de terra. Embora Nicholas pode na maior parte de seu tempo ser encontrado no escritório, na frente de um computador, ele tem muitos outros interesses, incluindo caminhadas na floresta, motocicletas da sua juventude, jazz e o seu principal hobby é a gastronomia, onde faz ótimas pizzas caseiras. É a Vice-Presidente da REGUA. Nascida em Santa Fé, Argentina, onde sua família possuía uma grande fazenda. Raquel e Nicholas se conheceram através de amigos da família, em Copacabana e logo se casaram. Ela o ajudava enquanto educava os seus dois filhos, Thomas e Micaela. Fundamental na criação da Associação Comunitária do Guapiaçu, Raquel tem sido de grande valor para ganhar a confiança e apoio para a criação e desenvolvimento da REGUA. Ela está fortemente envolvida no desenvolvimento dos setores de ensino e pesquisa do projeto. Tem sido fundamental na construção de relacionamentos de sucesso tanto com a comunidade local e órgãos do governo. O amor da Raquel a natureza a levou para a área. Ela adora andar nas florestas da REGUA. O seu conhecimento sobre as árvores é vasto e ela adora caminhar nas áreas recém-plantadas e assisti-las a se desenvolver. É um de seus passatempos favoritos, também como ouvir músicas argentinas, ser patriota com o vinho Malbec do seu país e ir à igreja. Raquel Locke Vice-Presidente Fábio Lagoas Diretor Financeiro É o diretor administrativo tesoureiro e apoia as ações da organização desde 2010. Sua família é muito antiga e respeitada na região, tendo sido grandes apoiadores do projeto desde o início. O Fábio cresceu no Bairro de Santo Amaro, próximo à REGUA, sempre apreciando a zona rural e as áreas verdes do entorno. Quando terminou a escola primária, se mudou para o interior de Nova Friburgo para estudar e cursar o ensino médio e técnico em agronomia, que é a sua grande paixão. Uma vez de volta ao município de Cachoeiras de Macacu, passou a administrar uma propriedade vizinha, e tendo uma relação muito próxima e de confiança com os membros da direção da REGUA, foi convidado para assumir o posto de tesoureiro da organização. Fábio tem uma família linda e se dedica muito à ela, atualmente se dividindo entre Santo Amaro e a cidade de Cachoeiras de Macacu. Ele também se interessa muito por todos os assuntos relacionados a carros. 2- Honorários: Stuart Housden, Alan Martin, Gustavo Pedro de Paula e Mário Porto Mário Porto Stuart Housden Alan Martin Gustavo Pedro de Paula Mário Porto 3- Conselheiros fiscais: Élcio Monteiro Leal, Elton Joni da Silva Nogueira e Korlan Nogueira 4- Equipe: Ana Carolina Moreira e Thomas Lawrence Locke Ana Carolina Moreira Thomas Lawrence Locke 5- Bene Meritus: André Zaú André Zaú
- 8 | Turismo Rural
VOLTAR A BASE DO CONHECIMENTO 8) Turismo Rural O turismo rural acontece quando pessoas da cidade visitam o campo para descansar, passear, aprender sobre a vida no interior e viver experiências diferentes. Na prática, o turista vai para a zona rural para: Conhecer a vida na área rural. Comer comida caseira feita no fogão a lenha. Ver plantios e criação de animais. Participar de atividades como ordenha de vaca, colher frutas ou andar a cavalo. Turismo rural é uma forma de ganhar um receita extra na propriedade sem precisar plantar mais ou criar mais gado. Você pode ganhar dinheiro com o turismo, sem precisar desmatar, muito pelo contrário: o turista aprecia um ambiente natural! Poderão oferecer o seguinte: Hospedagem simples (como cama e café). Alimentação rural. Passeios guiados. Venda de produtos da roça (como doces, queijos, mel, artesanato). Para se formar em agente de turismo rural, a pessoa pode fazer cursos gratuitos oferecidos pelo SENAR (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural), SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), prefeituras, universidades públicas, ONGs ou programas de desenvolvimento rural. É muito recomendável aprender na prática, com apoio de técnicos ou em parceria com projetos já existentes. Ter conhecimento do lugar onde se vive - isso é muito valorizado! O que é preciso ter em conta ao demarcar trilhas para ecoturismo? Propósito da trilha: Antes de tudo, é preciso definir se a trilha será para observar a natureza, para lazer, educação ambiental, esportes ou para valorizar a cultura e história do local. O objetivo da trilha vai orientar todo o seu planejamento. Levantamento dos atrativos naturais: Identifique pontos interessantes no caminho, como cachoeiras, mirantes, árvores diferentes e marcas de animais. O percurso deve destacar os melhores aspectos do ambiente, tornando o passeio atraente e educativo. Traçado seguro e sustentável: O caminho da trilha deve evitar terrenos perigosos, áreas frágeis ou com risco de erosão, e respeitar a vegetação nativa. Ele deve ser fixado em locais íngremes com escadas ou pedras e estar sempre seguro. O traçado deve ser pensado para não causar danos à natureza, aproveitando solos estáveis e diferentes paisagens naturais. Sinalização e Informação: As trilhas precisam de placas e marcas visíveis para que os visitantes não se percam, saibam como se comportar e conheçam as regras do local. Painéis informativos explicam ao caminhante as particularidades do local ou fornecem informações específicas.
