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Resultados da pesquisa

137 resultados encontrados com uma busca vazia

  • 37 - Eueides isabella dianassa

    Esta é Eueides isabella dianassa, da família Nymphalidae, subfamília Heliconiinae. Esta espé cie voa durante o ano todo, talvez duas gerações, mas é vista com mais facilidade nos meses secos do inverno. Vive cerca de 2 a 3 meses e tende a permanecer perto da planta hospedeira das larvas (maracujás/ passifloras) que se alimentam das folhas. A fêmea é ligeiramente maior do que o macho e coloca ovos isolados na parte inferior das folhas. As larvas, neste caso as lagartas, alimentam-se das folhas raspando a mesma face inferior enquanto são pequenas, depois as comem pelas bordas. Quando chega na quinta idade (troca de ‘pele’ 4 vezes para continuar crescendo depois que esta estica) ao invés de trocar a pele, abandona a planta e procura um local abrigado (uma parede, um parapeito de janela, uma madeira seca, tronco de árvore) onde forma a pupa ou crisálida, ficando assim umas de 4 a 6 semanas até emergir a borboleta adulta. Em uma tarde ensolarada de inverno foi registrado o momento de cópula entre indivíduos desta espécie. Os machos voam no que faz lembrar o desenho de um “8” ao redor do sexo feminino liberando feromônios. A fêmea, receptiva, estava com seu abdômen imóvel esperando o macho curvar as suas asas em torno de seu abdômen, e assim fazer contato e copular. Foi interessante observar que em torno da fêmea voavam 3 machos, e neste caso, a fêmea copula com apenas um. Data: 19/08/20

  • 38 - Uma atualização sobre a restauração florestal na REGUA (Agosto de 2020).

    As atividades de restauração ecológica seguem com todos os cuidados e medidas preventivas de saúde aos trabalhadores durante este período de quarentena. Até o momento já reflorestamos 18 hectares na área da REGUA, com o plantio de aproximadamente 30.000 mudas de 113 espécies diferentes. A manutenção das áreas do projeto plantadas nos anos de 2017 e 2019 também estão sendo realizadas. Além disso, estamos nos preparando para plantar mais 14 hectares em áreas de parceiros das comunidades do entorno da REGUA. Assim, nossos parceiros produtores rurais, terão a oportunidade de recuperar as suas Áreas de Preservação Permanente (APP), principalmente as produtoras de água como nascentes e as matas ciliares (beiras de rios). Para isso, um banco de áreas para restauração está sendo criado, com a parceria entre os proprietários de novas áreas e a REGUA. Data: 04/08/20

  • 39 - As Orquídeas da REGUA

    O projeto “Levantamento e Distribuição das Orquídeas da Reserva Ecológica de Guapiaçú” foi desenvolvido pela OrquidaRio Orquidófilos Associados, entre novembro de 2006 e setembro de 2007. Ao longo das trilhas registramos e mapeamos 107 espécies de orquídeas, distribuídas em 51 gêneros. Destas, 44 espécies são ocorrências novas para o Munic. de Cachoeiras de Macacu. Muitas das espécies que ocorrem na REGUA podem ser encontradas em outras áreas preservadas da Serra dos Órgãos, sendo que algumas delas tem uma distribuição mais ampla. Os objetivos desta pesquisa foram: conhecer e mapear as orquídeas que ocorrem na REGUA; fornecer informações para que as orquídeas possam ser usadas como material adicional para o programa local de educação ambiental; divulgar a flora de orquídeas da área para que sejam incluídas e apreciadas como parte das atrações ecoturísticas da REGUA. Posteriormente a lista de orquídeas que ocorrem na REGUA cresceu muito, com a adição de várias micro-orquídeas identificadas por Helmut Seehawer, grande conhecedor da nossa flora. Algumas das espécies encontradas durante o trabalho foram reproduzidas no laboratório do Orquidário Quinta do Lago, em Itaipava e, após alguns anos, algumas foram reintroduzidas na reserva por sócios da OrquidaRio. Agora, com a construção da estufa, muitas das espécies que ocorrem nas matas da REGUA farão parte desta coleção que pretende mostrar aos visitantes os encantos e variedades da grande família Orchidaceae. Maria do Rosário de Almeida Braga. OrquidaRio Orquidófilos Associados. Data: 27/07/20

  • 41 - Trovoada-de-Bertoni

    Aguas Compridas é uma área da Reserva que foi reflorestada em 2012 com um financiamento do World Land Trust. Na semana passada, nosso guia de aves Adilei, escutou o canto da Trovoada-de-Bertoni Drymophila rubricollis nessa área. Esta ave é um endemismo da Mata Atlântica, sendo normalmente encontrada em elevações mais altas, entre 900 – 2000 metros acima do nível do mar. Como este pedaço de terra está a cerca de 95 metros acima do nível do mar, Adilei ficou surpreso ao ouvir a espécie lá. Por volta das 8h, Adilei saiu de sua casa como de costume com seu par de binóculos confiáveis. Ele ouviu o chamado e acabou encontrando o pássaro neste pequeno pedaço de matagal secundário. Ele estava cantando de forma vibrante mas, infelizmente sem obter nenhuma resposta. Apenas este solitário pássaro macho foi avistado. Estaria simplesmente perdido, ou talvez chamando uma fêmea? Talvez tenha sido forçado a descer, pois está extraordinariamente frio no momento, mesmo para esta nossa temporada de inverno. Será interessante ver se é escutado novamente. Infelizmente Adilei não tinha sua câmera com ele nesta ocasião, então aqui está uma foto de um outro indivíduo distinto que eu tirei recentemente, para destacar o quão deslumbrante este pássaro é. Data: 21/06/20

  • 42 - Duas novas aranhas papa-moscas descritas da REGUA

    Como parte de sua pesquisa em andamento relativa ao inventario das aranhas e outros aracnídeos da REGUA, o Dr. Renner Baptista e seus alunos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) acabam de descrever duas novas aranhas saltadoras (Salticidae), popularmente conhecidas como ‘papa-moscas’, da reserva: Arnoliseus hastatus e Arnoliseus falcatus. Ambas as espécies pertencem ao gênero Arnoliseus, englobando especies de aranhas-saltadoras brasileiras descritas apenas em 2002. Até ao momento, essas duas novas espécies são conhecidas somente na REGUA. Essas adições elevam o número total de aranhas registradas na REGUA para umas surpreendentes 425 espécies, e Renner enfatiza que a riqueza de espécies na REGUA ainda está subindo rapidamente! Um ‘check-list’ (ou listagem) das espécies da REGUA será disponibilizada em nosso site brevemente. Para ler o artigo que descreve as novas espécies, clique aqui. Data: 29/05/20

  • 43 - Projeto socioambiental da Petrobras em Guapiaçu III (2020-2022)

    A REGUA tem o prazer de anunciar que a Petrobras Socioambiental renovou o financiamento do GGV ou o agora renomeado ‘Projeto Guapiaçu III’. O projeto continua com seus objetivos em restauração e educação. Além de fortalecer o ecossistema da Mata Atlântica na REGUA através do plantio de árvores e continuar apoiando a educação, um novo elemento será o apoio oficial ao programa de reintrodução da Anta em curso na reserva. Restauração florestal: Um misto de plantio de árvores e regeneração natural em 100 hectares ocorrerá na bacia hidrográfica de Guapiaçu, bem como o monitoramento de 260 hectares financiados pela Petrobras com o objetivo de medir o seqüestro de carbono. As árvores nativas são plantadas usando uma mescla de espécies pioneiras, secundárias e clímax. Além disso, este projeto identificará e selecionará mais 190 hectares dentro da bacia hidrográfica como parte de um banco de dados de restauração. Educação ambiental: as escolas primárias e secundárias continuarão a visitar a REGUA na “trilha Grande Vida”, que vai desde o início da trilha amarela até a ponte de madeira. Os primeiros 400 metros da trilha foram adaptados para receber visitantes portadores de deficiência física. Cartazes autoexplicativos ao longo da trilha descrevem alguns processos florestais e alguns dos trabalhos de conservação realizados no REGUA. A equipe do projeto visitará jardins de infância nos municípios de Cachoeiras de Macacu e Itaboraí. O GGV continuará com o programa de monitoramento da qualidade da água, envolvendo 80 alunos do ensino médio treinados pela equipe para monitorar a qualidade da água dos rios Guapiaçu, Macacu e Caceribu em determinados locais de amostragem ao longo de cada rio (áreas urbanas a montante e a jusante) para fornecer dados sobre as características físicas dos rios e características químicas. A equipe também estudará indicadores biológicos da qualidade da água. Programa de apoio à reintrodução da anta: Guapiaçú III O projeto socioambiental da Petrobras patrocinará o transporte e o equipamento de telemetria bem como o programa de promoção e extensão comunitária na área. Outras seis antas serão liberadas na REGUA a partir de junho de 2020. Data: 28/05/20

  • 44 - 80 espécies da família dos Esfingídeos já foram catalogadas na REGUA

    Já foram registradas 110 espécies de mariposas na Serra dos Órgãos e apenas mais 4 no estado do Rio de Janeiro. A visita recente feita por Alan Martin em março de 2020, contribuiu para o registro do octogésimo Esfingídeo na área da REGUA. Trata-se da espécie Aellopos ceculus, com hábitos diurnos, parecida com a espécie europeia Macroglossum stellatarum. Ela foi encontrada colocando ovos a alguns metros da pousada. Outras 14 espécies foram encontradas e fotografadas em áreas de altitude perto da REGUA, e por este motivo, é muito importante que novas expedições a essas áreas mais elevadas sejam feitas, a fim de que mais espécies sejam adicionadas à lista de mariposas da REGUA. Data: 23/04/20

  • 45 - O Novo livro da REGUA: Guia de observação das Borboletas da Serra dos Órgãos

    Em 2015, Alan Martin e Jorge Bizarro começaram a trabalhar em um guia de observação de borboletas para dar continuidade às demais publicações específicas da área da REGUA (mariposas, libélulas e pássaros). O que começou como um projeto de três anos acabou levando cinco anos, em parte porque o número de espécies registradas na área é maior do que foi previsto e também porque foi muito difícil obter fotos de algumas espécies mais raras. O livro está prestes a ser impresso e abrange 803 espécies (exceto a subfamília Hesperiinae, em inglês conhecidas como “Grass skippers”) com descrições, comparações com espécies semelhantes, distribuição global e informações sobre ecologia, comportamento e plantas hospedeiras. Todas, exceto três das espécies, são ilustradas com mais de 1.300 fotos de espécimes vivos. As demais foram fotografadas a partir de exemplares de museus e de coleções particulares. Há também textos introdutórios para cada família, subfamília e tribo. O livro será distribuído pela NHBS, porém no Reino Unido é aconselhável encomendar o livro ao Alan Martin a um preço reduzido de £30,00 mais £5,00 da postagem. Todos os lucros da venda do livro serão revertidos para a REGUA. Data: 21/04/20

  • 46 - Ecdise

    A caninana Spilotes pullatus, uma espécie semi-arborícola, que se alimenta de pequenos roedores, anfíbios, lagartos e até outras serpentes é facilmente encontrada em florestas, em áreas mais abertas como pastos e trilhas, e inclusive, pode se aproximar de habitações humanas em busca de alimento. Apesar de ser uma espécie de grande porte, podendo alcançar até 3 metros, é muito ágil e não peçonhenta, com coloração amarela e preta. Recentemente, foi encontrada a pele deixada após a muda, também chamada de ecdise, de uma caninana, que em indivíduos adultos, ocorre em média, uma vez por ano. Esse processo é realizado quando a camada mais superficial da pele, que é formada por queratina, é trocada por uma nova. Essa troca pode ocorrer durante seu crescimento ou quando a camada mais externa é danificada. A ecdise dura em torno de 5 a 7 dias e durante esse período a serpente fica mais vulnerável aos predadores pois sua visão fica prejudicada devido ao acúmulo de fluidos entre a pele nova e antiga. Data: 20/04/20

  • 47 - Panelas

    Um dos pesquisadores que está atualmente conduzindo seu trabalho de campo na REGUA, Rodrigo Fonseca, vem estudando a percepção e colonização dos habitats reprodutivos (poças, alagados, riachos, etc) pelos anfíbios anuros e quais elementos da paisagem (árvores e arbustos) favorecem essa dinâmica. Seu trabalho inclui saídas de campo noturnas, onde realiza amostragem de poças e uma técnica de marcação e recaptura de indivíduos. Ele é aluno de mestrado do Programa de Pós-graduação em Ecologia da UFRJ. Durante suas atividades, comumente encontra o sapo-martelo Boana faber, espécie que tem como característica formar pequenos ninhos chamados de “panelas” onde os machos vocalizam para atrair as fêmeas, que por sua vez, avaliam as condições das panelas e assim, decidem se irão utilizar aquele ninho. Se a fêmea escolher o ninho, o macho realiza o abraço nupcial, também chamado de amplexo, onde juntos liberam os gametas na água que gerarão em torno de 3.000 ovos dentro do ninho. Data: 15/04/20

  • 48 - Primeira anta selvagem nascida na REGUA

    Trazemos a vocês a notícia do nascimento de uma anta Tapirus terrestris, ao ar livre, sem ter sido em cativeiro, fato que não ocorria há mais de 100 anos. Essa história começa em 2016 quando o Professor Fernando Fernandez da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) elaborou um plano de soltura de antas, uma espécie extinta no estado do Rio de Janeiro há mais de 100 anos, na REGUA durante um período de 3 a 4 anos. O local estratégico pensado, uma das áreas reflorestadas em 2005 pela REGUA e financiada pelo World Land Trust, tinha conexão com o Parque dos Três Picos, onde se encontra o terceiro maior remanescente de Mata Atlântica do mundo. Após algum tempo de diálogo com as autoridades do Parque, citando os benefícios da dispersão de sementes realizada pelas antas, o aval foi dado. Foram construídos dois grandes cercados na floresta, ao redor dos lagos da REGUA, para receber 3 antas que estavam em um criadouro em Minas Gerais. Vieram a Eva, seu filhote Floquinho e o seu parceiro Adão, nomes estes escolhidos pela comunidade do entorno da REGUA no final do ano 2017. Infelizmente, o Adão teve uma forte pneumonia e acabou morrendo, porém não muito tempo depois, o projeto Refauna trouxe mais três antas de um criadouro no Paraná. Eles se chamavam Júpiter, Valente e Flora. Júpiter remete ao Deus do céu e do trovão na mitologia romana, e o nosso Júpiter agindo de acordo, logo expulsou Floquinho de perto de sua mãe Eva, que agora vive na parte baixa da bacia do Guapiaçu. Assim, Júpiter se encontra no território da REGUA com as duas fêmeas Eva e Flora. Após 13 meses, Eva nos presenteou com o nascimento do primeiro bebê anta! O projeto Refauna registrou as primeiras imagens através de uma armadilha fotográfica e recentemente, nosso guia de Aves Adilei Carvalho da Cunha, instalou duas armadilhas fotográficas, percebendo depois que um dos cartões de memória estava comprometido e o outro registrou um número incrível de pacas, saguis, gambás e cuícas, porém sem sucesso com o registro das antas. Ao substituir o cartão de memória finalmente voltou com os registros das antas, nos trazendo imensa alegria. Os vídeos mostram um indivíduo saudável, todavia sem nome, que deve estar com 3 meses. A mãe está vivendo em uma área mais aberta, sem ser na floresta densa, próximo a alguma lavoura ou campo, onde já foi vista várias vezes usando uma trilha que a leva ao rio. Essa não é apenas a primeira anta selvagem nascida na Reserva Ecológica de Guapiaçu, como a primeira nascida sem ser em cativeiro após 100 anos. Agradecemos ao Projeto Refauna, aos donos dos criadouros e, às autoridades do Parque dos Três Picos, pois certamente irão se deparar com as antas em suas vastas áreas verdes. Data: 08/04/20

  • 49 - “Conformidade” ou “Compliance” Conexões éticas do Terceiro setor

    Foram cinco dias de imersão num curso sobre “conformidade”, ou seja, “compliance”, onde os temas abordados foram: a integridade das organizações, ambiente regulatório, governança corporativa e gestão de risco, gestão estratégica e suas ferramentas, planejamento, monitoramento e avaliação de programas, sistematização de tecnologias socioambientais e comunicação para transformação. O curso foi realizado pela UNESCO em parceria com a Petrobras, com o apoio da UFF e ministrado pela JS Brasil. Participaram vinte Organizações Sociais Civis (OSCs) nesta oficina de capacitação, a maioria do Rio de Janeiro. Havia três organizações ambientais e as demais eram de ordem sociocultural. Foi uma semana de muitos desafios e aprendizagem, como por exemplo, o código de ética, mapas de riscos e principalmente mapas processuais com muita atenção dado os indicadores de avaliação para entender do impacto das propostas das próprias OSCs. Como “tornar um desejo em uma necessidade” foi constantemente relembrado a fim de focar os esforços de cada instituição. Como monitorar, medir e avaliar esses processos através indicadores predeterminados para corrigir e acertar os passos é a forma de garantir sucesso institucional de cada projeto. A fim, de testar nossa aprendizagem, foram realizados grupos de trabalho que assegurava a boa interação entre os participantes podendo discutir as conclusões apresentadas pelos grupos. Para a REGUA, foi muito interessante aprender como as OSCs sociais trabalham. Muitos projetos trazem apoio para os vulneráveis na sociedade em áreas especificas da sua atuação, complementando programas do Governo. Aprendemos a formatar esses valores éticos dentro do projeto, valorizando o material humano para deixar um “legado”. Claro que nunca deve faltar a paixão, o propulsor que levou ao “desejo” de cada um, organizado e avaliado constantemente o progresso e propostas da instituição, isso é a chave para o sucesso, diante de tantas incertezas. Teremos uma visita da JS Brasil nos próximos meses a REGUA que passarão dois dias conosco para auxiliar nas nossas demandas e efetiva adoção das propostas “compliance”. Captamos a essência da imersão, e pode ser princípios que utilizamos todo dia, mas a organização e estrutura das propostas é que vai contribuir para o sucesso das nossas propostas no futuro. Data: 16/02/20

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