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- Sábado de diversão com os Jovens Guardas.
No sábado, dia 25 de abril de 2026, a Reserva Ecológica de Guapiaçu realizou um grande encontro com todas as turmas do programa de educação ambiental, Jovem Guarda para agitar a manhã e promover oficinas de arte, primeiros socorros e avistamento de aves. Acervo REGUA © O dia começou com uma oficina de primeiros socorros, ministrada pelo Bombeiro Civil, Renan Moraes, que apresentou a importância de saber realizar o atendimento de primeiros socorros em crianças e bebês. O conhecimento passado é baseado na Lei Lucas, que surgiu quando Lucas Begalli veio a falecer devido a um engasgo com um cachorro-quente durante um passeio escolar e o desconhecimento por parte da equipe escolar de realizar a manobra de desengasgo. O bombeiro civil levou os Jovens Guardas à aprender na prática com equipamentos adequados para simular um episódio parecido com um engasgo. Mais de 50 alunos participaram, realizaram a manobra e aprenderam a aplicar a técnica. Acervo REGUA © Os alunos das turmas verde e laranja experimentaram de uma oficina de monotipia botânica com a artista Carla Costa também foi ministrada para os Jovens Guardas. Os Jovens Guardas utilizaram de elementos naturais como folhas, galhos e flores para personalizar uma bolsa ecológica única. A criatividade fluiu através de uma vivência em meio à natureza que utilizou sementes, folhas, galhos e outros elementos que ficam no chão das florestas para montar uma arte única feita de argila e estes outros materiais em uma atividade conduzida pela educadora ambiental, Soraya Carvalho. O dia também foi cheio para a turma dos Monitores, classe com jovens a partir de 15 anos de idade, que realizaram parte da trilha marrom e roxa da Reserva Ecológica de Guapiaçu, chegando até a Torre São José, um incrível mirante que fica no topo da trilha roxa e presenteia com a vista dos Alagados e da enorme cadeia de montanhas que cercam a bacia do Rio Guapiaçu. A caminhada tinha como objetivo o avistamento e a identificação de aves da Mata Atlântica. Acervo REGUA ©
- Concluído 1° curso do Projeto Replântica em 2026, voltado para mulheres de Cachoeiras de Macacu.
Nos dias 19, 20, 26, 27 e 28 de março, a Reserva Ecológica de Guapiaçu realizou o 1° curso do Projeto Replântica em 2026 voltado exclusivamente para mulheres de Cachoeiras de Macacu e comunidades ao entorno da REGUA. O curso teve como base o aprendizado em restauração florestal da Mata Atlântica apoiando-se em técnicas agroflorestais, bacias hidrográficas e mananciais hídricos, serviços ecossistêmicos, além de contar com matérias práticas como a produção de biojóias e a criação de uma rede feminina para a restauração. Acervo REGUA © O curso contou com palestrantes parceiros vindos da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e o acompanhamento parcial pela equipe Replântica do lado alemão. Nos primeiros dias, as mulheres imergiram nos fundamentos da restauração florestal e bacias hidrográficas, assim como os limites da paisagem e sua composição. A primeira aula foi ministrada pela professora Claudia Moster da UFRRJ. O curso seguiu na prática para o fortalecimento de uma rede de mulheres empoderadas para trabalhar com restauração florestal e as possíveis formas de atuar na área. A aula foi conduzida pela professora universitária Fátima Pinña-Rodrigues da Universidade Federal de São Carlos, contando com emoções e muitos aprendizados ao longo do caminho. Acervo REGUA © Nos dias seguintes, as mulheres aprenderam sobre plantas medicinais com a professora Mariana Azeredo, óleos essenciais em visita ao Sítio da Lua no bairro de Boca do Mato, Cachoeiras de Macacu e também sobre a culinária com a jaca, em visita ao instituto Sinal do Vale, que fica localizado no bairro Santo Antônio da Serra em Duque de Caxias, onde a fundadora do instituto, Thaís Corral e a líder da cozinha, Lívia Aparecida receberam as mulheres participantes do curso para uma oficina prática a fim de "colocar a mão na jaca" e preparar quitutes com a fruta emblemática. Acervo REGUA © O curso finalizou com uma incrível palestra sobre a rede feminina e a importância da continuidade de suas ações, do fortalecimento das mulheres que participaram do curso para perpetuar seus conhecimentos em ações práticas no dia a dia em suas esferas social, econômica e pessoal, finalizando assim o primeiro curso do Projeto Replântica em 2026 para mulheres.
- Reserva Ecológica de Guapiaçu realiza 1° Bebê Natureza do ano de 2026.
Natureza, cuidado e família, são as palavras que resumem o primeiro encontro do Bebê Natureza do ano de 2026, que ocorreu na sede da REGUA reunindo gestantes e puérperas para uma manhã de sábado agradável, leve e em contato com a natureza. © Acervo REGUA O programa de educação ambiental voltou com ainda mais força em 2026, contando com novos profissionais da saúde e da educação que conduziram de forma harmônica e única o primeiro encontro de 2026. © Acervo REGUA Foi uma manhã única e que ficará marcada na memória das participantes e voluntárias. Em destaque, as atividades ministradas pela doula, Soraya Carvalho e a enfermeira, Larissa Heringer levaram as participantes a aprender técnicas de massagem em seus futuros bebês e pintura gestacional conectando as mulheres à natureza. O programa é patrocinado pela Mitsubishi Corporation Foundation - For the Americas, conta com apoio da Prefeitura Municipal de Cachoeiras de Macacu e de um time de voluntários de várias áreas.
- Reserva Ecológica de Guapiaçu inicia primeiro curso do Projeto Replântica em 2026.
No dia 19 de março, a REGUA no âmbito do Projeto Replântica em parceria com a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Universidade de Colônia (Alemanha) e graças ao patrocínio IKI, iniciou o primeiro curso em restauração florestal do ano de 2026. A edição é voltada para mulheres de comunidades locais e também para mulheres que residem no município de Cachoeiras de Macacu. © Acervo REGUA No dia 19, a professora Claudia Moster (UFRRJ) e a engenheira florestal, Aline Damasceno (REGUA), conduziram as alunas nos fundamentos da restauração florestal, agroflorestas, bacias hidrográficas e viveiros, caminhando pela REGUA e conhecendo áreas com mais de 15 anos de restauração na própria sede, abordando os temas de forma dinâmica. Para fechar com chave de ouro o primeiro dia de curso, as participantes plantaram uma muda de árvores nativas da Mata Atlântica em uma área da REGUA, como parte do aprendizado em agroflorestas. © Acervo REGUA No segundo dia do curso, 20 de março, as mulheres participantes viveram um dia de imersão em aprendizados da cadeia da restauração e empoderamento feminino, ministrado pela professora universitária, Fátima Pinña-Rodrigues (UFSCAR) e a mestranda, Thaiane Alencar (Universidade de Colônia-Alemanha) através de suas ocupações na área da restauração, com dinâmicas focadas em unir as mulheres em um só grupo para então transformar suas vidas e criar uma rede de apoio e conexão entre elas. O dia também contou com o aprendizado em plantas medicinais, ministrado pela profissional em fitoterapia, Mariana Azeredo © Acervo REGUA " Tem sido dias incríveis, de muita união, novos aprendizados, risadas e momentos únicos durante o curso " descreve uma participante durante as dinâmicas. O curso está apenas começando e a REGUA está entusiasmada em continuar com êxito o curso para mulheres.
- Reserva Ecológica de Guapiaçu Atinge 1 Milhão de Mudas Nativas da Mata Atlântica Plantadas na Bacia do Rio Guapiaçu
A Reserva Ecológica de Guapiaçu (REGUA), localizada em Cachoeiras de Macacu (RJ), acaba de alcançar um marco histórico: o plantio de 1 milhão de mudas nativas da Mata Atlântica . A conquista, registrada em novembro de 2025, simboliza duas décadas de esforços contínuos para restaurar a Bacia do Rio Guapiaçu , uma das mais importantes fontes de água e biodiversidade da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Acervo REGUA © Desde 2005, a REGUA conduz um dos mais expressivos programas de restauração florestal do estado do Rio de Janeiro, com foco na recuperação de ecossistemas degradados, proteção de nascentes e formação de corredores ecológicos que favorecem o retorno da fauna nativa. O projeto, que nasceu com a missão de reflorestar integralmente a bacia, tornou-se uma referência nacional em conservação participativa e regeneração de paisagens naturais . “ O reflorestamento é mais do que plantar árvores. É devolver equilíbrio a um território, restaurar a vida de rios, animais e comunidades que dependem da floresta ”, resume Aline Damasceno, Engenheira Florestal da REGUA, que há 20 anos atua na recuperação da região. Do desmatamento à regeneração: uma nova paisagem para Guapiaçu Em antigas áreas de pastagem e erosão, hoje se consolidam novos fragmentos de floresta nativa. O trabalho da REGUA já resultou na restauração de mais de 580 hectares e na proteção de 10 mil hectares de Mata Atlântica, fortalecendo a conectividade entre remanescentes florestais e garantindo abrigo para inúmeras espécies de aves, mamíferos e anfíbios. Os resultados são visíveis: aumento da biodiversidade, retorno de espécies ameaçadas, melhoria da qualidade da água e do solo, além de maior resiliência da região frente às mudanças climáticas, com redução de impactos de secas e enchentes. Acervo REGUA © Parcerias que fazem a diferença Ao longo de 20 anos, a REGUA contou com o apoio de importantes patrocinadores e instituições parceiras , como Petrobras, SOS Mata Atlântica, INEA, World Land Trust, WWF-Brasil, SavingNature, Mitsubishi, Caminhos para a Mata Atlântica e IIS , além de universidades e centros de pesquisa. Essas colaborações foram fundamentais para viabilizar um viveiro próprio de mudas, monitoramento de fauna e flora, programas de educação ambiental e iniciativas comunitárias de sustentabilidade. “ Este marco é o resultado de uma rede de colaboração construída ao longo de duas décadas. Cada parceiro, pesquisador, voluntário e morador local foi essencial para devolver vida à bacia do Guapiaçu ”, reforça Nicholas Locke, Presidente da Reserva. Acervo REGUA © Para celebrar a marca de 1 milhão de mudas plantadas, a REGUA promoveu um evento especial em uma de suas áreas de plantio , convidando todos os colaboradores da Reserva, que no ano de 2025, contabilizam 52 indivíduos diretos para realizar um plantio simbólico de 1 muda nativa da Mata Atlântica para cada, a fim de comemorar a união da instituição e o esforço empregado de diferentes setores da Reserva em cumprir a missão institucional. Acervo REGUA © O evento também marca o início de um novo ciclo de ações voltadas à educação ambiental , à pesquisa científica e à formação de novas parcerias para a restauração ecológica da Mata Atlântica.
- REGUA realiza evento “Raízes que Lideram” voltado para mulheres participantes do Projeto Replântica
No último sábado do mês de outubro, dia 25, a Reserva Ecológica de Guapiaçu foi palco do evento Raízes que Lideram , voltado para as participantes dos cursos para mulheres do Projeto Replântica de 2024 e 2025. O encontro teve como objetivo promover o fortalecimento da rede feminina criada em 2024 e empoderar mulheres no âmbito da restauração florestal. Foto: Márcio Mendes. O evento contou com mais de 80 participantes e foi motivo de alegria para toda a equipe organizadora. Diversas atividades foram realizadas ao longo do dia, como a oficina de biojoias com a professora Fátima Piña-Rodrigues, da Universidade Federal de São Carlos, e com a artesã e designer Monica Carvalho; além de uma roda de conversa apelidada de Entre Elas , que recebeu nomes de destaque na restauração florestal, como a coordenadora de parcerias e projetos do Instituto Sinal do Vale, Katie Weintraub; a pescadora e coordenadora de plantio em manguezais da Cooperativa Mangezal Fluminense, Eugênia Maria dos Santos; a professora Claudia Moster, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro; e a engenheira florestal Aline Damasceno. Essas mulheres compuseram a mesa, compartilhando vivências e experiências em restauração florestal, inspirando e encorajando outras mulheres a seguirem nesse caminho e mostrando que há espaço para todas. Foto: Márcio Mendes O evento foi encerrado com o plantio de uma muda de Eugenia guapiassuana , espécie nomeada por pesquisadores em homenagem à localidade de Guapiaçu, no município de Cachoeiras de Macacu, onde foi identificada pela primeira vez por Messias Gomes da Silva, funcionário da Reserva Ecológica de Guapiaçu (REGUA).
- Concluído sexto e último curso do ano de 2025 do Projeto Replântica.
Durante um mês, todas as quartas e sextas-feiras, de 20 de agosto a 8 de outubro, jovens de comunidades do entorno da Reserva Ecológica de Guapiaçu, localizada em Cachoeiras de Macacu, no estado do Rio de Janeiro, e de áreas urbanas do município participaram na REGUA do 6° e último curso do Projeto Replântica em 2025. Foto: Acervo REGUA © O curso teve como objetivo promover o conhecimento teórico e prático em restauração florestal e também em empreendedorismo, visto que a faixa etária do grupo abrangia jovens de 17 a 26 anos — a chamada “geração Z”. O programa contou com diversos palestrantes vindos da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), que abordaram temas como Educação Financeira, Plantio, Produção de Mudas, Ecopsicologia, entre muitos outros assuntos que levaram os alunos a uma verdadeira jornada de aprendizado. Fotos: Acervo REGUA © A programação também contou com a participação do SEBRAE de Cachoeiras de Macacu, representado por Maria José , que conversou com os jovens sobre o empreendedorismo nos dias de hoje, e de profissionais como Vitor Marigo (Fotografia na Natureza), João Nogueira e Jefferson Alves (Marketing na Natureza), Tarcísio Cunha (Ecoturismo e Demarcação de Trilhas) e a equipe do Setor de Educação Ambiental da REGUA, representada por Leandro França , Sara Gomes e Yasmim Xavier , que também estiveram com os jovens, enriquecendo o aprendizado em áreas diversas. Fotos: Acervo REGUA © Com o intuito de proporcionar uma nova visão de mundo, os jovens também participaram de saídas de campo. Na UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro) , campus de Seropédica, puderam conhecer de perto a rotina de uma universidade pública, visitando suas instalações, alojamentos e até mesmo almoçando junto aos universitários. No Recanto Nosso Cantinho , em Serra Queimada, Cachoeiras de Macacu, os proprietários José Ricardo do Couto e Simone Coelho complementaram a aula de Ecoturismo, mostrando na prática como um lugar comum pode se transformar em uma fonte de renda. Já no Solar da REGUA , a aula conduzida pelo professor universitário Paulo Leles completou o aprendizado sobre restauração ecológica , com a observação de um plantio realizado há três anos no local e sua evolução, além do plantio de mudas selecionadas pelos alunos na aula de Produção de Mudas. Os jovens também mergulharam fundo na prática com a aula da professora Cláudia Moster sobre Manejo de Bacias Hidrográficas e Mananciais Hídricos no rio Guapiaçu. Para consolidar o aprendizado, a visita à Cascata da REGUA promoveu uma rica reflexão sobre a importância da conservação de nossas florestas. A iniciativa integra o Projeto Replântica, promovido pelo Instituto de Tecnologia e Gestão de Recursos nos Trópicos e Subtrópicos (ITT) da Universidade de Ciências Aplicadas de Colônia (Alemanha), em parceria com a REGUA e a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).
- Colaboradores da Reserva Ecológica de Guapiaçu participam do II Encontro Nacional Nativas Brasil.
Nos dias 27 e 28 de setembro de 2025, aconteceu em Joanópolis e Bragança Paulista, no interior do estado de São Paulo, o II Encontro Nacional da Nativas Brasil que reuniu viveiristas e produtores de sementes e mudas nativas de todo Brasil com o objetivo de trocar experiências e conhecimentos, a fim de fortalecer a rede de associados para impulsionar a restauração ecológica e o desenvolvimento sustentável no Brasil. Foto: atlasflorestal A REGUA esteve presente no evento através da Engenheira Florestal, Aline Damasceno, Engenheiro Ambiental, Carlos Henrique Botelho e Assistente de Engenharia Florestal, Jessé Bragança. O evento contou com palestras ao vivo de grandes nomes da restauração florestal como, o Engenheiro Agrônomo e Botânico Brasileiro, Harri Lorenzi, autor de dezenas de artigos e livros sobre plantas e fundador do Instituto Plantarum. O evento também contou com dinâmicas em grupo e visitas técnicas a viveiros. Fotos: Acervo REGUA ©
- Realizado último encontro do Bebê Natureza em 2025.
No dia 04 de outubro, a Reserva Ecológica de Guapiaçu realizou o último encontro do Bebê Natureza em 2025, especialmente para crianças de 6 anos. A última manhã de sábado com os pequenos no ano foi recheada de atividades especiais e em contato com a natureza. Acervo REGUA © Diversos palestrantes da área da saúde e da educação marcaram presença no evento fomentando a importância direta da natureza com o crescimento saúdavel na primeira infância. Acervo REGUA © O programa Bebê Natureza iniciou em agosto de 2022 e tem como objetivo o fortalecimento do vínculo da criança com a natureza. São realizados 6 encontros durante o ano, o primeiro para grávidas, o segundo para crianças de 1 e 2 anos, o terceiro para crianças de 3 anos, o quarto para crianças de 4 anos, o quinto para crianças de 5 anos e o sexto para crianças de 6 anos.
- Casal de antas é reintroduzido na Reserva Ecológica de Guapiaçu
No início do mês de setembro no ano de 2025, a REGUA localizada em Cachoeiras de Macacu, no estado do Rio de Janeiro, teve o privilégio de receber um novo casal de antas ( Tapirus terrestris ) vindos do Centro de Fauna Trijunção, um criadouro de animais silvestres e área de soltura de animais silvestres no estado da Bahia, localizados na fronteira com Minas Gerais e Goiás. O Refaúna, projeto responsável pela reintrodução da espécie na região, registrou fotos do momento da soltura das antas na REGUA, um marco siginificativo para a continuidade da espécie nas matas do Rio. Foto tirada por Flávia Zagury. As antas ficaram extintas por mais de 100 anos do Estado devido a caça e perda de habitat, o seu último registro tinha sido no ano de 1914 no Parque Nacional da Serra dos Órgãos. O programa de reintrodução de antas começou em 2017, liderado pelo Projeto Refaúna e desde então já são 8 filhotes de anta nascidos aqui na Reserva! Este programa tem sido muito bem sucedido graças ao apoio de várias organizações parceiras como Asa Socioambiental e o Projeto Guapiaçu. "É uma grande alegria para nós, da REGUA, poder contribuir com a reintrodução desta incrível espécie para o Mosaíco Fluminense." relatou Raquel Locke, vice-presidente da Reserva em depoimento nas redes sociais. Atualmente as antas estão em período de aclimatação, ou seja, estão sendo preparadas para futuramente serem soltas para vida livre nas áreas da REGUA. Fotos tiradas por Projeto Refaúna.
- Projeto Replântica conclui 5° curso no ano de 2025 com sucesso.
Dos dias 04 a 08 de agosto, foi realizado o quinto curso de 2025 do Projeto Replântica, com foco em restauração florestal. O curso aconteceu na sede da Reserva Ecológica de Guapiaçu (REGUA), no estado do Rio de Janeiro, e reuniu estudantes universitários diversas universidades do Estado do Rio de Janeiro. Foto: Acervo REGUA © Com o objetivo de promover conhecimento técnico e principalmente prático sobre restauração ecológica, o curso ofereceu uma série de atividades voltadas à capacitação dos participantes. Os estudantes viveram 5 dias intensos de aprendizados práticos em áreas que a REGUA tem recuperado. Os estudantes destacaram a aula de Manejo de Bacias Hidrográficas e Mananciais Hídricos, conduzida pela professora da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Claudia Moster, como uma de suas preferidas, realizando uma atividade que estimou a vazão do Rio Guapiaçu em um dos seus pontos. Fotos: Acervo REGUA © A programação também contou com aulas sobre Sistemas Agroflorestais, Ecologia da Paisagem, Serviços Ecossistêmicos, Técnicas Silviculturais, Monitoramento de Fauna, Inventário Florestal, Restauração da Mata Atlântica e muitos outros. A iniciativa integra o Projeto Replântica, promovido pelo Instituto de Tecnologia e Gestão de Recursos nos Trópicos e Subtrópicos (ITT) da Universidade de Ciências Aplicadas de Colônia (Alemanha), em parceria com a REGUA e a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).
- Nasce oitavo filhote de anta na Reserva Ecológica de Guapiaçu.
No final de agosto de 2025, a Reserva Ecológica de Guapiaçu, localizada em Cachoeiras de Macacu, no Rio de Janeiro, celebrou o nascimento de um novo filhote de anta. O Refauna, projeto responsável pela reintrodução da espécie na região, divulgou um breve vídeo registrando o oitavo filhote nascido na Reserva, um marco significativo para a preservação da fauna local. Imagens de câmera trap do Projeto Refauna com registro do novo filhote de anta © O registro foi feito através de câmeras trap instaladas pelo Projeto Refauna nas trilhas localizadas nas partes altas da Reserva. O novo filhote, cuja mãe é "Jasmim" e o pai "Valente" faz parte da segunda geração de antas que estão nascendo no Estado do Rio de Janeiro, após mais de 100 anos extintas do estado. Jasmim, proveniente do zoológico de Guarulhos, tem se adaptado excepcionalmente bem ao novo ambiente, já tendo dado à luz quatro filhotes desde sua reintrodução em 2020. "O nascimento da segunda geração de antas na natureza é um grande marco para o projeto. Isso significa que as antas que foram reintroduzidas conseguiram se aclimatar muito bem às florestas do Estado do Rio de Janeiro, seus filhotes cresceram bem saudáveis e agora estão se reproduzindo. Isso siginifica que a população está se estabelecendo bem na região e que provavelmente vai conseguir se manter viável durante um longo tempo." afirmou o presidente do Projeto Refauna, Maron Galliez. O projeto Refauna, em parceria com o Projeto Guapiaçu e com o apoio da Petrobras, continua a trabalhar para a conservação dessa espécie, contribuindo para a restauração das matas fluminenses e reforçando a importância da preservação da biodiversidade. Imagens de câmera trap do Projeto Refauna com registro do novo filhote de anta ©












